Idgar Dias Júnior
Parece piada, mas não é

Olá! Bom dia, leitor!
- Hoje, segunda-feira, dia 16 de setembro, é celebrado o ‘Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio’.

 

“O Twitter bloqueou as contas de Raúl Castro e dos principais meios de comunicação estatais da ditadura cubana.
A empresa americana não explicou a medida, mas o líder formal do regime comunista, Miguel Díaz-Canel, divulgou um comunicado que acusa o Twitter de ‘guerra cibernética’ para ‘limitar a liberdade de expressão de instituições e cidadãos cubanos e silenciar os líderes da revolução’.
Sim, essa é a piada: Cuba se queixando de censura. Como disse Yoani Sánchez, ‘a imprensa oficial cubana descobriu ‘liberdade de expressão’ graças ao Twitter’” (O Antagonista).
Comentário: para os notórios ditadores cubanos vale a máxima do implacável escritor brasileiro Millôr Fernandes (1923-2012), para quem ‘Democracia é quando eu mando em você; e ditadura é quando você manda em mim’.

Parece piada, mas não é (2)
“O jornalista Glenn Greenwald gravou um vídeo respondendo a acusações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre movimentação atípica na conta de seu marido, o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ), divulgada pelo jornal O Globo. Um dos responsáveis pelo site The Intercept Brasil, Glenn disse que a informação é um ‘vazamento ilegal e falso’.
‘É muito irônico, porque um tema principal da nossa reportagem é o fato que o Ministério Público (MP) abusa o tempo todo de seu poder contra seus inimigos, inclusive vazando ilegalmente informações com o objetivo de sujar e destruir a reputação de seus adversários usando veículos da mídia, como Antagonistas e Globo, que não são jornalistas mas parceiros, que é exatamente o que fizeram neste caso’, declarou o jornalista em vídeo no YouTube” (UOL).
Comentário: Bingo! Glenn Greenwald reagiu como reagem todos os que provam do próprio veneno.

The End
A partir de amanhã, dia 17 de setembro, a doutora Raquel Dodge não será mais a Procuradora-Geral da República. Para seu lugar vai Augusto Aras, amigo de um amigão de Jair Bolsonaro enrolado com a justiça até a semana passada. Faz parte...
No momento da despedida de Raquel Dodge, o ministro Celso de Mello, decano do STF, expressou da seguinte forma o seu sentimento: “O Ministério Público não serve a governos, não serve a pessoas, não serve a grupos ideológicos. O Ministério Público não se curva à onipotência do poder, não importa a elevadíssima posição que autoridades possam ostentar na hierarquia da República”. Então, tá.
Comentário: Celso de Mello é um fofo e a minha parte eu quero em dinheiro vivo, por favor.

Calcinha
A editoria da revista digital Crusoé, em sua última edição, informa: “Demitido por Jair Bolsonaro, o ex-ministro Carlos Alberto dos Santos Cruz vem disparando críticas pesadas ao ex-chefe em conversas com figuras importantes de Brasília. O general da reserva tem dito que o presidente está disposto a tudo, inclusive entregar a cabeça de Sergio Moro, para salvar o filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro”.
Pois é. Entre o austero Sergio Moro e uma Damares Alves, Bolsonaro escolherá a segunda. O projeto de combate à corrupção ficará de lado em detrimento de projetos como o das calcinhas, de Damares.

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Sorte e saúde sempre!