Douglas Dias
Paparazzi sentem o impacto da pandemia

Se o trabalho de boa parte dos artistas, como músicos, atores de teatro e de cinema, exige a presença física da população para assisti-los, os maiores inimigos das celebridades também precisam que tais pessoas famosas estejam nas ruas para que seu trabalho seja feito. Os paparazzi, fotógrafos de celebridades que alimentam revistas e sites com suas fotos de famosos, em cidades como Los Angeles, Nova York e até mesmo o Rio de Janeiro, sentem o impacto da pandemia sobre seus trabalhos, e uma reportagem do jornal New York Times investigou o impacto da crise sobre os paparazzi nos EUA. Segundo a reportagem, os efeitos do coronavírus sobre o mercado de fotos de famosos é amplo e devastador em diversos sentidos: além da redução dos valores oferecidos por uma foto por conta da crise econômica, a própria dinâmica da quarentena dificulta o pouco estimado ofício dos fotógrafos: a maior parte das celebridades saiu das grandes cidades, e as que seguem em Los Angeles ou Nova York estão em casa, e quando saem, nos locais permitidos, o fazem de máscara. Dessa forma, é difícil para os paparazzi até mesmo reconhecer uma celebridade nas ruas com o rosto coberto. Fotos que no final do ano passado poderiam valer centenas de dólares hoje são vendidas por algumas dezenas com pouco interesse do mercado. (Fonte: site Famosos no foco)

 


A elegância e a simpatia de MÁRCIA Sandi que, antes da pandemia, ganharam
destaque em um desses encontros sociais


MÁRCIA Fidélis e ELIS Broetto marcaram presença em um desses badalados
eventos que, antes do isolamento social, reuniram nomes tradicionais da sociedade iguaçuense