Idgar Dias Júnior
História

Olá! Bom dia, leitor!
- Hoje, quarta-feira, dia 25 de março de 2020, é celebrado o 'Dia Internacional da Solidariedade com a Pessoa Detenta ou Desaparecida';
- Também hoje se comemora o 'Dia Nacional do Oficial de Justiça';
- A data também é de celebração do 'Dia Nacional da Comunidade Árabe'.


n Nesta data, no ano de 1824  - há 196 anos, portanto - foi outorgada pelo imperador D. Pedro I a nossa primeira Constituição. A Rua 25 de Março, em São Paulo -uma das mais movimentadas da capital- tem o seu nome em homenagem ao avento.
n E em 1970, também nesta data, o presidente Emílio Garrastazu Médici (1905-1985) conseguiu junto à ONU que nosso mar territorial fosse ampliado de 12 para 200 milhas náuticas (370 km).

Receita
Embora o governo brasileiro esteja muito longe de reconhecer a gravidade do momento - as medidas recém-anunciadas por Paulo Guedes são insuficientes - há os que começam a pensar no que fazer. Há [algum tempo] tenho defendido o que considero necessário para enfrentar a crise de longa duração a abater em breve o Brasil, que entra nela a partir de uma situação econômica muito frágil. São elas: suplemento emergencial imediato do benefício do Bolsa Família em pelo menos 50%; a instituição de uma renda básica universal mensal no valor de R$ 500 para os 36 milhões do Cadastro Único que não recebem Bolsa Família - esses são os grupos mais vulneráveis; a abertura de R$ 50 bilhões em créditos extraordinários para a saúde, com a possibilidade de aumentar esse montante; acelerar e dar maior flexibilidade à aprovação do seguro-desemprego; disponibilizar recursos emergenciais para os setores mais afetados pela crise no valor de pelo menos R$ 30 bilhões; abertura de linhas de crédito do BNDES para micro, pequenas e médias empresas. Por fim, recomendo um programa de investimento público em infraestrutura para sustentar a economia no médio/longo prazo com a utilização de recursos do BNDES.
Trecho de artigo da economista brasileira Monica Baumgarten de Bolle - 'Como Evitar a Depressão Econômica'.

Olha o perigo!
"Mussolini não estava sozinho em seu assalto à democracia, que incluía gestos teatrais, acordos por debaixo dos panos, o uso descarado da violência contra os opositores, o uso sistemático da mentira e a traição constante a antigos companheiros. Tinha a simpatia de empresários, como Gianni Agnelli, dono da Fiat, e intelectuais e artistas brilhantes e famosos, como o filósofo Benedetto Croce, o maestro Arturo Toscanini e sua amante, a aristocrática intelectual judia Margherita Sarfatti. Para eles, o Duce tinha seus defeitos, mas havia uma causa maior, a recuperação econômica e a renovação da Itália, que tudo justificavam. Deu no que deu".
Do filósofo brasileiro Simon Schwartzman, em artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo, comentando o livro 'M - O Filho do Século'.
Comentário: conhece algum presidente da República da atualidade que tenha perfil parecido, leitor?

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Sorte e saúde sempre!