Idgar Dias Júnior
Não Informado - 52132

Olá! Bom dia, leitor!​ - Hoje, dia 18 de maio, é celebrado o ‘Dia Internacional dos Museus’;​ - Também hoje, sábado, é comemorado o ‘Dia dos Vidreiros’;​ - A data também é de celebração do ‘Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes’.​ ​ A melhor da semana​ O Ministério da Educação precisa de uma dessas forças de paz das Nações Unidas. Logo num setor tão estratégico, que deveria merecer atenção prioritária, instalou-se uma briga que teve origem nos Estados Unidos. A infantaria de Olavo de Carvalho desperdiçou os primeiros meses do governo de Jair Bolsonaro trocando tiros com a cavalaria dos militares. Poder-se-ia supor que guerreiam por concepções antagônicas de políticas educacionais. Infelizmente, não é esse o caso. O conflito envolve ideologia. Apenas ideologia. Nada além de ideologia.​ O governo mal começou e já teve dois ministros da Educação. Ambos professores, com mestrado e doutorado em ciências Olavetes. O primeiro, Ricardo Vélez, deixou duas marcas: o caos administrativo e o plano de impor às escolas a filmagem diária de crianças hasteando a bandeira e entoando o hino nacional, depois de recitar o slogan de campanha do capitão. O segundo, Abraham Weintraub, conservou a balbúrdia gerencial e transformou um corte orçamentário numa cruzada ideológica que uniu a esquerda e a direita universitária numa mesma trincheira. ​ Juntos, Vélez e Weintraub produziram a única realização social perceptível do governo Bolsonaro nos seus quatro meses e meio de existência: de tanto cutucar a paciência alheia, o MEC conseguiu despertar o asfalto. Nesta quarta-feira, alunos, professores e funcionários de universidades e escolas realizam um protesto que tem ambições nacionais. O movimento ocorre num instante em que Bolsonaro prioriza a distribuição de portes de armas e o Posto Ipiranga Paulo Guedes informa ao Congresso que a economia está ‘no fundo do poço’. ​ Num gesto de raro oportunismo, centrão e oposição juntaram-se para arrastar o ministro Weintraub até o plenário da Câmara. [Na] quarta, enquanto as vítimas dos cortes de R$ 7,4 bilhões já anunciados pelo MEC estiverem protestando, o dono da tesoura [passou bem] pelo constrangimento de explicar aos deputados a falta de critérios e o excesso de ideologia.​ Com sorte, o governo do capitão levará apenas um chacoalhão. Com azar, a administração Bolsonaro talvez assista ao nascimento de uma oposição extraparlamentar semelhante àquela que moeu Dilma Rousseff, triturou o petismo e criou a onda de insatisfação que transformou um deputado do baixíssimo clero num presidente da República capaz de cometer a burrice de terceirizar o Ministério da Educação a Olavo de Carvalho, um polemista que toca fogo no circo tuitando desde a Virgínia.​ Do ‘professor’ Josias de Souza, em seu blog no UOL.​Bola de cristal​ Àqueles que têm seu suado dinheirinho na renda fixa: em 2019 e 2020 o crescimento do País será de ‘pibinhos’... No período os brasileiros não correrão o menor risco de ter saudades de Dilma Rousseff.​ ​ Contato: [email protected]WhatsApp: [45] 9.9950-3808​ Veja A Gazeta na internet: www.gdia.com.br​ Sorte e saúde sempre!​