Não Informado - 45742
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Movimentação Quem usa a Rodovia das Cataratas e a BR-469 deve saber que por lá passarão hoje as comitivas que participarão da posse da nova diretoria de Itaipu. É normal que algumas transversais ganhem bloqueio de batedores, mas isso é muito rápido, porque as comitivas praticamente voam.   De helicóptero Disseram para o Corvo que, dependendo das condições climáticas, ninguém dará um "tchauzinho" para o presidente Bolsonaro, pelo menos nas ruas e avenidas por onde as comitivas passarão. Se não houver uma das tempestades de verão, ele deverá chegar a Itaipu de helicóptero.   Chuva forte E a semana começou com um sonoro aguaceiro, no início da tarde de ontem, em quase toda a cidade. O céu desabou por cerca de 30 minutos, o suficiente para alagar ruas e transformar os canteiros em cascatas. E vem mais chuva por aí. Toda vez que São Pedro e Santa Bárbara entram em ação, as obras públicas dão um tempo.   Teremos guerra? Prezado senhor Corvo, não estou gostando nada do andamento dos acontecimentos na fronteira com a Venezuela. Parece que o Nicolás Maduro quer mesmo um conflito. Ele está acreditando na ajuda da Rússia, Cuba e esses países que apoiam o seu governo de atrocidades. Será que estamos preparados para enfrentar uma guerra, Corvo? Jurandir Vasco Linhares   O bicho está pegando Então, Corvo, assistindo aos telejornais e acompanhando a sequência de fatos, tudo nos leva a crer que haverá uma possível pendenga com a Venezuela. Não sei se o senhor acompanha o que estão postando na internet, mas já há até simulações de como seria um conflito entre Brasil e Venezuela, com a participação da Colômbia. Mostram até os tipos de armamentos que os países usarão. Você viu isso, Corvo? Leonel Paranhos   Cai Maduro Sobre o que está passando-se na Venezuela, será que em vez de uma guerra não seria o caso de tirar aquele presidente do poder? Parece que não está difícil. Ele se sustenta em razão do apoio de militares, e eles estão desertando a cada dia. Logo ficará sozinho e cairá, igual fruta do pé. Roberto Fabiano Costa O Corvo responde aos leitores: a situação já entrou na fase da luz amarela piscando rapidamente. Não vai demorar para haver um alerta. Este colunista acredita em negociações para a paz, porém o presidente da Venezuela não está facilitando o diálogo. O Corvo recebeu essas simulações, um tanto precipitadas, diga-se, mas o fato é que o Brasil possui superioridade em caso de enfrentamento e terá apoio dos Estados Unidos, o que pode fazer diferença. Mas imaginar uma guerra é algo muito temerário. Nosso país precisa primeiro sair da crise e resolver muitos problemas. Uma nação de proporções continentais sabe que deve estar preparada para uma situação emergencial.   Selvas e montanhas O Corvo pediu a ajuda de um militar aposentado e, analisando bem a fundo a situação, se houver um conflito, ele pode ter sérios desdobramentos, uma vez que a Venezuela contratou mercenários das FARC, e eles atuam em regiões de selva. A fronteira com a Venezuela não é pequena, é de 2.199 km, em grande parte de mata fechada, o que poderia prolongar um conflito e retardar avanços de infantaria. Poderia haver combates em três parques nacionais: Pico da Neblina, Tapirapecó e Canaima. Teríamos uma guerra no céu e no Mar do Caribe, porque se a Marinha do Brasil, que é muito superior, deslocar-se para lá, terá de utilizar águas territoriais da Guiana, Suriname e Guiana Francesa. Teríamos um cenário de guerra de guerrilhas. Vietnã latino-americano O militar em questão, que pediu para não ser identificado, fez questão de traçar um perímetro no qual se daria um teatro de operações, e ele é o mesmo onde se deu um dos conflitos mais sangrentos da história: a Guerra do Vietnã. Os norte-americanos, com todo o seu poderio bélico, lutaram na mesma extensão de terreno durante dez anos e, ainda por cima, perderam a guerra. Mas no caso da Venezuela, o regime de lá, ao que parece, não possui o apoio popular. O terreno pode parecer igual, porém a situação é outra. O melhor é torcer por tempos de paz e um modo de tirar aquele Maduro maluco do poder. Dr. Marcelo Prezado Corvo, não imagina a minha felicidade ao saber que o Dr. Marcelo Azevedo está colaborando com vocês. E ele estreou com uma pegada que não poderia ser melhor: crimes na internet. E fico mais feliz ainda em saber que ele estará disponível para os questionamentos do leitor. A coluna será de grande importância para o ambiente jurídico de nossa cidade. Escolheram bem, seu Corvo! E serão às segundas-feiras as publicações? Narcisa Durval Segóvia O Corvo responde: Dr. Marcelo publica as colunas às segundas-feiras, entretanto, como ele está em período de adaptação, deve avaliar qual o melhor dia. Este Corvo recebeu várias felicitações em razão da estreia do mais novo colaborador. Mas vamos devagar que o pote é de barro, Dr. Marcelo vai responder a dúvidas, e não advogar por meio da coluna. Sendo assim, os leitores que quiserem sanar dúvidas devem escrever concisa e objetivamente.   Novo sentido O Foztrans trabalhava ontem no novo sentido da Rua Mato Grosso. Ao que parece, não haverá mais mão dupla no trecho até a Creche Mamãe Carolina e a Rua Edmundo de Barros. Os motoristas que seguirem no sentido da Avenida Felipe Wandscheer terão de se adaptar à nova situação, usando a Avenida Paraná ou a Rua Rio de Janeiro, no Maracanã, onde o acesso não é dos melhores; pelo contrário, há um pedaço onde há pedra rejuntada e toda atenção é pouca. Como o trecho em questão passa entre os edifícios que foram construídos onde havia a "Favela da Guarda Mirim", deve haver muita atenção, porque há crianças pelas ruas. A prefeitura informou que está agilizando a pavimentação do trecho de pedras rejuntadas na Rua Rio de Janeiro.   Semáforos O Corvo recebe muitas cartinhas pedindo semáforos na Rua Mato Grosso, tanto no cruzamento com a Rua Edmundo de Barros como onde a via acaba, na Av. Felipe Wandscheer. Há engarrafamentos lá todos os dias. O Foztrans informou que não descarta a instalação de um semáforo no cruzamento das ruas Mato Grosso e Edmundo de Barros; por enquanto o assunto está sob estudos.   Sinalização Corvo, sei que a prefeitura está trabalhando na pintura de faixas de estacionamento em algumas ruas, mas ontem passei um perrengue quando precisei ir ao Fórum. O trânsito estava todo parado na hora do almoço, porque encheram a Avenida Pedro Basso de cones e, além do mais, o caminhão que faz a pintura ajudava a complicar o movimento dos veículos. Será que esse tipo de serviço não pode ser realizado à noite ou durante a madrugada? Pergunto porque é assim em muitas cidades. Pedro Paulo Robertson O Corvo responde: prezado, já é complicado a prefeitura trabalhar durante o dia, o que dizer nas madrugadas. Situações assim devem constar na contratação dos serviços ou quando fazem a licitação. Mesmo assim este Corvo vai encaminhar a sua pergunta aos órgãos competentes. A Avenida Pedro Basso recebeu a sinalização asfáltica no trecho entre a Avenida Costa e Silva e a Avenida Rosa Cirillo. Minha casa, minha ruína A prefeitura desenvolveu um projeto, licitou, fez medição, fiscalizou e pagou a construtora que realizou o Conjunto Habitacional Guarda Mirim. Os edifícios estão lá firmes e sólidos, sem problemas. Outros conjuntos, como o Santa Rita, Grande Lago e Jardim Primavera, apenas pegaram carona nos projetos, ou seja, a prefeitura os cedeu, porque as iniciativas ajudariam a abrigar iguaçuenses cadastrados pelo Fozhabita. Mas as obras foram realizadas pelos empreiteiros, sem a participação do município. Foi o que aconteceu com o Condomínio Duque de Caxias. A construtora fez tudo em conjunto com a Caixa Econômica Federal, e as famílias foram indicadas pela prefeitura. Hoje vivem um drama.   Construções baratas Taí um problema em muitas iniciativas de construção no programa Minha Casa, Minha Vida: o barateamento da obra. Para lucrar, muitos empreiteiros aplicaram materiais de segunda linha, e isso logo aparece mediante as ações climáticas e demais condições de uso.   Revés Acontece que este Corvo descobriu que a situação pode ser contornada. Segundo laudos, os edifícios não correm risco de desabamento, e haveria uma solução de imediato. O problema está no reboco e impermeabilização dos blocos. Realizada a tarefa, o problema estaria resolvido.   Custo baixo Um aglomerado de edifícios como o Conjunto Duque de Caxias custou algo em torno dos R$ 6 milhões. Se as edificações forem derrubadas, o terreno limpo e tudo for construído novamente, segundo informações, isso deve custar uns R$ 10 milhões, conforme os valores de metro quadrado construído hoje. O serviço de remoção do reboco, a reforma e a impermeabilização não superariam a cifra dos R$ 600 mil. A prefeitura teria sido informada dessa possibilidade e deve manifestar-se. Se a demolição puder ser evitada, será uma bênção para os moradores, transferidos para aluguéis sociais.