Chico Alencar
Fala que eu te escuto


Olá! Bom dia, leitor!
- Hoje, terça-feira, dia 17 de dezembro, é celebrado o ‘Dia do Pastor Presbiteriano’;
- Também hoje se comemora o ‘Dia do Engenheiro de Produção’.


    “A Lava Jato foi muito importante, desvendou casos de corrupção, colocou pessoas na cadeia, colocou o Brasil numa outra dimensão do ponto de vista do combate à corrupção, não há dúvida. Mas destruiu empresas. Isso jamais aconteceria nos Estados Unidos. Jamais aconteceu na Alemanha. Nos Estados Unidos tem empresário com prisão perpétua, porque lá é possível, mas a empresa dele sobreviveu. A nossa legislação funcionou bem para a colaboração premiada da pessoa física. Mas a da pessoa jurídica não ficou clara”.
Do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, a respeito da Operação Lava Jato, em entrevista ao jornal ‘O Estado de São Paulo’.
Comentário: o ministro diz que a Operação Lava Jato destruiu empresas e que isso jamais aconteceria nos Estados Unidos e que jamais aconteceu na Alemanha. Bobagem, ministro! Nesses países os juízes e demais integrantes do Poder Judiciário também não confraternizam com advogados de pessoas com processos nos tribunais superiores, né? Na Alemanha e nos EUA os juízes, quando falam, o fazem através dos autos – nesses países, vaidades são vistas como desvio imperdoável de conduta.

 

Deu ruim...
    “Fracassou a greve dos caminhoneiros apoiada pela CUT. Até as 11 horas de segunda-feira (ontem), não havia nenhum registro de paralisação ou protesto da categoria no País. O movimento estava marcado para começar às 5 horas. A constatação é do Ministério da Infraestrutura, que garantiu que todas as vias estão livres e os caminhões circulam normalmente”.
Deu na revista digital Crusoé.

 

O cerne da questão
    “O Brasil, em menos de um ano, já tem uma outra Previdência Social – não voltará, nunca, a ter a mesma. Não existe mais a BR Distribuidora. Lembram dela? Era uma empresa 100% ‘estratégica’. Já sumiu, também neste ano – e ninguém nem percebeu. Os juros, antes do primeiro aniversário do presente governo, estão a 4,5% ao ano, seu nível mais baixo em toda a história. E em 2022 ou 2026 – que país haverá aqui? O Brasil sem Bolsonaro pode ser também um Brasil sem Petrobras. A taxa de juros pode ser parecida com a dos Estados Unidos – e nunca mais se pagarão R$ 500 bilhões por ano em juros da dívida pública. O STF não terá nada a ver com esse aí. Odebrecht, OAS e todo o mundo que elas significam – existirá isso depois de Bolsonaro? Talvez haja o voto distrital. Talvez não haja ‘dinheiro barato’ do governo para ninguém.
Vai ser assim? O problema não é se vai ou não vai. O problema é que pode ser - e é aí, de verdade, que o bicho está pegando”.
Do jornalista José Roberto Guzzo em sua coluna dominical no ‘Estadão’.

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