Idgar Dias Júnior
Meu Brasil brasileiro

Olá! Bom dia, leitor!
- Hoje, sábado, dia 14 de setembro, é celebrado o ‘Dia Internacional da Capivara’ (o bicho, né?);
- Também hoje se comemora o ‘Dia Nacional do Frevo’;
- A data também é de celebração do ‘Dia da Cruz’.


Notícia que mais uma vez vem confirmar a tese deste humilde signatário: ‘No Brasil, desde 1500, há uma lei tácita a preconizar que uma minoria afortunada do serviço público viverá de conforto, mimos e gordos salários/aposentadorias financiados pela patuleia inculta, desinformada, ignorante e pacífica’: “O Superior Tribunal Militar gastou cerca de 100 mil reais em passagens e diárias com a viagem de três ministros à Grécia, em julho, durante as férias, informa a Folha [de São Paulo].
Eles participaram de um seminário de dois dias em Atenas, promovido pela Associação Internacional das Justiças Militares. O presidente do STM, Marcos Vinícius Oliveira dos Santos, deu uma palestra no evento em 5 de julho, mas viajou no dia 27 de junho, retornando ao Brasil em 16 de julho.
O STF alegou o quê? Que o almirante ‘intercalou o evento com o seu período de férias no recesso do Judiciário’”.

Meu Brasil brasileiro (2)
A lambança do STM (irmão de sangue do STF, não é?) não deixa dúvidas ao ilustrar de forma muito contundente uma triste verdade brasileira: somos um País atrasado em todos os sentidos e a nossa elite dirigente é o que de pior existe em nossa sociedade.
Não custa insistir em outra tese formulada por um amigo muito sábio: os problemas do Brasil estão, na absoluta maioria das vezes, calcados em temas que jamais existiriam se nós tivéssemos leis fortes e, consequentemente, instituições idem.
Instituições como o STM e o STF, por exemplo, deveriam fazer parte das soluções de nossas mazelas, de nossas misérias, de nossas eternas chagas e problemas crônicos – mas não! Nossas instituições, na verdade, são uma fonte inesgotável de crises graves, erros grosseiros, patuscadas homéricas, falhas sem sentido e perpetuação ‘ad infinitum’ de nossas grandes desgraças.

Reforma Tributária
O governo do presidente Jair Bolsonaro não tem um projeto para o País. É bem verdade que se possa dizer aqui e ali que há muita boa intenção em jogo, que se quer resgatar o civismo e o patriotismo dos brasileiros, mas isto é pouquíssimo para uma nação com mais de 13 milhões de desempregados.
Fala-se que o Congresso Nacional adotou uma agenda econômica de reformas e tal. Isto é bom. Mas o fato de termos praticamente aprovada a reforma da Previdência quer dizer pura e tão somente que por ora se está tentando -apenas- equacionar uma questão que poderia nos inviabilizar como País, só isso.

Reforma Tributária (2)
Com o passar do tempo os brasileiros perceberão que a reforma da Previdência terá servido apenas ao imperativo de não deixar o País ir à breca. Prova disto é que a reforma da vez, a tributária, vai sendo discutida e comentada à exaustão, mas o que realmente interessa ao povo, ou seja, a diminuição da carga dos impostos, continuará como está. Porque assim como nos governos FHC, Lula e Dilma, o projeto é de poder, e não de País, ‘tá ok’?

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