Oxigenoterapia reduz índice de amputação em diabéticos

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Oxigenoterapia reduz índice de amputação em diabéticos

Algumas feridas são de difícil cicatrização. Às vezes, um simples arranhão na perna de uma pessoa que tem varizes, ou um pequeno ferimento nos pés de um portador de diabetes são o suficiente para dar origem a uma lesão crônica, que persiste durante anos, não responde a tratamentos convencionais e corre o risco de apresentar complicações graves.

Quando há uma lesão, por exemplo, desencadeia-se uma reação que leva à cicatrização, recompondo o tecido. Mas para que essa programação se cumpra é necessário que o tecido disponha de oxigênio suficiente para o funcionamento das células.

É por isso que o diabético tem dificuldade de cicatrização. A doença leva a uma falta de oxigenação crônica nos membros periféricos. A maioria dos pacientes que fazem oxigenoterapia hiperbárica são pessoas com pé diabético, quadro que pode levar a sérias complicações e até a amputação dos membros por causa da má vascularização, dano nos nervos da região acometida, perda de sensibilidade que aumenta o risco de traumas, ou infecções.

O paciente, durante o tratamento, permanece dentro da Câmara Hiperbárica respirando oxigênio puro sob uma pressão atmosférica normal. Dessa forma, aumentando a quantidade de oxigênio nos tecidos com a finalidade de desencadear efeitos biológicos e mecânicos que beneficiarão na recuperação do paciente. Importante aliado na cicatrização, o oxigênio combate infecções e inflamações além de acelerar o metabolismo.

A OxiFoz dispõe de equipe multidisciplinar de médicos e enfermagem especializada na administração da Oxigenoterapia Hiperbárica e dos Curativos Especiais e proporcionando conforto, segurança e agilidade na resolução dos diversos casos.

 

Gustavo Ferst
Kleiniibing
ANESTESIOLOGIA
CRM/PR 18906 | RQE 13058

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