Unila lança nesta segunda a pedra fundamental para a construção do Campus Integração


- Por: Reciel Rocha

Unila lança nesta segunda a pedra fundamental para a construção do Campus  Integração
Gestores da Unila querem “sair do aluguel” e conquistar sede própria  

A Unila iniciará, nesta segunda-feira (13), as obras do primeiro bloco de salas de aula em terreno próprio, que se tornarão o primeiro campus da universidade. A pedra fundamental do campus Integração, como foi batizado, será lançada em uma solenidade agendada para as 9h, com a presença do reitor, gestores da instituição e convidados da comunidade. Os dois prédios serão construídos no terreno localizado na Avenida Tancredo Neves, 1349, onde o alojamento já está em fase final.
“O nome ‘Integração’ reflete a realidade da Unila em vários sentidos: do ponto de vista de seu próprio nome, a integração latino-americana, das etnias, das línguas; mas também do fato de que será um campus integrado. Tanto a parte acadêmica, quanto administrativa e alojamento. O campus atrai a comunidade. Acaba permitindo mais integração da universidade com o tecido social local, que também é outro fator importante para criar raízes”, explicou o reitor, Gleisson Brito.
O valor da obra é de R$ 5.198.000 e o prazo de execução é de 480 dias. O contrato para a construção foi assinado no dia 18 de dezembro, com a BRJ Construções. No terreno, inicialmente, serão erguidos blocos de salas de aula e laboratórios, em uma área total de 2.444,13 m². Serão dez salas de aula para 50 alunos e três salas de aula para 25 alunos, além de salas para professores e apoio administrativo, banheiros e depósito. O prédio, quando estiver em pleno funcionamento, terá a capacidade para atender aproximadamente 1.725 alunos.


Infraestrutura atual 
A Unila ainda espera uma solução para seu campus definitivo, mas não ficou de braços cruzados nos últimos dez anos. A infraestrutura do local vem melhorando a cada ano graças aos esforços dos gestores. 
As atividades acadêmicas estão distribuídas atualmente em três unidades (Almada, PTI e Jardim Universitário), que abrigam, além das salas de aula para seus mais de cinco mil alunos, um total de 67 laboratórios (45 de ensino e 22 de pesquisa), além de equipamentos de ponta.
O grande desafio para a gestão é ‘sair do aluguel’. A construção de dois prédios de salas de aula é considerada um avanço importante nessa questão. “Ao longo dos próximos anos, gradativamente, esperamos construir mais prédios, mesmo que o orçamento não mude. E, a depender das negociações com o MEC e outros atores, quem sabe ter independência predial nos próximos cinco anos”, avaliou o reitor Gleisson.

Da redação com assessoria 
Fotos: divulgação 

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