UNILA comemora 10 anos de fundação com grandes conquistas


- Por: Redação 1

UNILA comemora 10 anos de fundação com grandes conquistas
Alunos das primeiras turmas da Unila, iniciadas em agosto de 2010

A Universidade Federal da Integração Latino-America (Unila) completará 10 anos neste domingo (12). Como presente de aniversário será lançada, na segunda-feira (13), a pedra fundamental para a construção de dois blocos de salas de aulas em terreno próprio, que se tornarão o primeiro campus da unidade. A universidade comemora hoje os bons resultados obtidos a partir dos desafios que teve de vencer, mas também está preparada para os próximos que o processo de consolidação exige.
Criada em 12 de janeiro de 2010, a Unila tem a missão de formar recursos humanos aptos a contribuir com a integração latino-americana, com o desenvolvimento regional e com o intercâmbio cultural, científico e educacional da América Latina. As atividades acadêmicas da Universidade tiveram início em 16 de agosto do mesmo ano.
A primeira década da instituição foi marcada por grandes desafios que resultaram em uma universidade reconhecida pela formação de qualidade que proporciona para estudantes brasileiros e dos demais países da América Latina e Caribe. “O processo de criação é um desafio muito grande porque envolve construir um corpo docente, um corpo administrativo e atrair alunos para a universidade”, contou o reitor Gleisson Brito. 

Resultados
O esforço de implantação e consolidação da Unila vem mostrando resultados. A universidade, que começou com 213 estudantes do Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina, distribuídos em seis cursos de graduação, tem, hoje, mais de cinco mil alunos em 29 cursos. Em 2010 eram apenas 25 professores e 44 servidores técnico-administrativos, número que saltou para 374 e 534, respectivamente.
“Do ponto de vista acadêmico, a evolução da Unila é muito positiva. A universidade tem se mostrado uma instituição de excelência acadêmica. Não só porque, numericamente, o corpo que compõe a Unila vem crescendo com qualidade, mas também porque isso fica muito claro quando se olham os indicadores nacionais”, comentou Gleisson Brito. 

Da redação com assessoria 
Fotos: divulgação 

Leia mais na edição impressa.

Relacionadas