Reflexos “Trumpetistas”


- Por: Redação 1

Reflexos “Trumpetistas”

Alas políticas brasileiras estão fazendo uma força danada para ligar a desgraça de Donald Trump no Jair Bolsonaro. Será que cola? Muita gente garante que sim e a palavra impeachment voltou a ser mencionada nos trópicos. Isso é o custo da verborragia. Se ficasse quieto, ou se limitasse nas manifestações estridentes, a situação de Bolsonaro seria bem mais confortável. 

Conforto?
Sim, há um certo conforto é o que parece, o presidente anda conversando com políticos de todas as alas ideológicas, até mesmo da esquerda. Vai entender essa habilidade? Tudo indica que Bolsonaro, graças a simpatia de Alcolumbre, terá o Senado e com folga. No bolo das conversações, pode ser, a situação se altere na Câmara.

O Congresso em maremoto 
Brasília não possui mar, no máximo o Paranoá, uma lagoa urbana super populosa em matéria de embarcações. As movimentações em busca do Congresso (Câmara e Senado) são tão grandes, que causam onda de até três metros de altura, no lago, pensa? A votação para a presidência da Câmara e Senado, delinearão o que teremos em 2022. Será uma das eleições mais atribuladas da história  
 
Sem a Ford

E agora? Quem possui veículos da marca, ficará na mão? E como será o assunto da desvalorização, se os modelos não serão fabricados no país? E a massa de trabalhadores, levando em conta a onda de demissão em outras empresas? São muitas as perguntas, mas o fato é que a Ford vinha anunciando a tragédia, ou seja, a desativação de fábricas em vários países. Quem possui veículos da montadora não deve enfrentar dificuldades na manutenção.

E o mercado
O Corvo ouviu um especialista no mercado de automóveis (ele pediu para não ter o nome publicado). Segundo ele, os brasileiros ainda são fortes consumidores de veículos e isso pode garantir a importação das fábricas uruguaias e argentinas, tal eles importavam as nossas marcas num passado recente. Acontece que a venda de veículos novos caiu e aumentou a transação no comércio de usados. Mas isso é algo muito sazonal, depende das variações na economia, sucesso nas safras, apontamentos no desenvolvimento. O mundo atravessa essas acomodações de mercado e as multinacionais procuram se adaptar.    

Outras fábricas
Este Corvo fez uma pesquisa e não demora, o Brasil ingressará em outras plataformas industriais, muito possivelmente na área tecnológica, com carros elétricos, coisa e tal. Os laboratórios estão a toda velocidade. Hoje existem baterias com autonomia maior e logo, todo o mercado sofrerá com as mudanças e necessidades ambientais. Nossa geração ainda assistirá essa revolução, que aliás é forte na Europa.   

Ultravioleta
A UNILA desenvolve torres de desinfecção com a tecnologia ultravioleta; ela é poderosa. Mas o que o homem ainda não inventou, é uma forma do cérebro humano não retardar tanto no momento de uma decisão, como é o caso de se cuidar contra uma praga dessas, o covid-19. A ignorância, teimosia, e a simples capacidade de anular os preceitos são exemplos de irresponsabilidade. Numa situação assim nem luz de disco voador causa efeito. Mas o trabalho da UNILA é digno de muito respeito, porque o emprego de luz ultravioleta é muito eficiente, basta analisar a qualidade da água que passa por filtros assim. Funciona na água, no ar, ajuda muito no ambiente.  

A greve
No curso da terça-feira, a redação falou várias vezes com o Dilto Vitorassi sobre uma greve ameaçada pelo Sindicato dos Motoristas. O jornal fechou com a chamada de capa, afinal, é um dever informar a população. Os exemplares foram para a rua por volta das 22 horas. No amanhecer, Dilto voltou atrás e deu um “voto de confiança” à prefeitura, cancelando a paralisação. Menos mal, mas ficou aquele gostinho de massa de manobra. 

Alternativas
O iguaçuense está vacinado contra a falta do transporte público. Vai trabalhar a pé, de bicicleta ou se utiliza dos muitos canais alternativos. As greves no transporte não afetam tanto a população como em outras épocas, mas deixa um monte de gente na mão. Esse vai-não-vai só ajuda a desmoralizar o sistema, ainda sob intervenção. Tudo indica que o transporte público de Foz será tema recorrente nas páginas dos jornais neste 2021.  

Análise
Os vereadores passam um olhar no projeto que altera a estrutura administrativa da prefeitura. É uma boa oportunidade de os novatos fazerem uma “escolinha” sobre o tema e entenderem melhor as medidas orçamentárias e o efeito que as mudanças causam no atendimento ao contribuinte. Com o contingente de vereadores aliados, a prefeitura não terá problemas em aprovar as demandas. 

Habemos feriados!
Olhar o calendário e analisar os feriados prolongados é uma tarefa que causa satisfação em muita gente. Antigamente, a Semana Santa fazia a diferença, porque as datas não caem em outros dias da semana. O Corvo adora quando um leitor pergunta se a Páscoa este ano vai cair num domingo! Pois bem, teremos oito finais de semana prolongados, incluindo o Carnaval, que este ano só servirá para o descanso. Mas na secretaria de Turismo, há uma equipe analisando os feriados nos Estados e Municípios; cidades como São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre, quando aniversariam, ou respeitam feriados, enviam grande número de pessoas para estradas e aeroportos.    

Turismo Religioso
Itaipu dá um reforço no turismo religioso, especialmente depois do sucesso que foi levar o Natal para a Catedral Nossa Senhora de Guadalupe. Taí u mercado que muita gente ignora, mas o que não faltam são os peregrinos, ávidos para conhecer locais sagrados. 

Escola Zizo da Silva
O GDia publicou matéria sobre as obras na unidade educacional que leva o nome de Altair Ferrais da Silva, ou simplesmente Zizo, uma figura emblemática na história política de Foz. Algumas pessoas entram em contato com o Corvo perguntando sobre nomes de ruas, escolas e a razão das homenagens. Sobre o Zizo, ele foi uma figura política ímpar, num tempo em que “conversar” era tudo. Irmão de Dobrandino, o “véio” Zizo comandava as ações de governo com uma habilidade fora do comum.  

Fora criminosos brasileiros!
Parece ser o lema do governo Paraguaio. Lá bandido não se cria na cadeia e no lugar de gastar com eles, o governo joga a batata quente para os vizinhos. É preciso muito dinheiro e o emprego de uma força de segurança numerosa para manter gente do PCC nos presídios. Bom, não é diferente do lado de cá do rio.  

Assaltos na Vila A
A GM prendeu um “trio ternurinha” do crime, que no lugar de cantoria, barbarizava o norte da cidade, tirando principalmente o sono dos moradores da Vila A. E que situação hein? Um dos assaltantes é, segundo os GMs, “um velho conhecido da polícia” e o povo pergunta: por que está solto? Não seria o caso cumprir medidas educacionais e corretivas? Taí algo difícil de acontecer e da população acreditar, que cadeia socializa. 

A diferença da caneta
Recém assumiu a secretaria, Paulo Angeli já levou uma listinha de reinvindicações para o governador. Dentre outras pede a redução do ICMS na aviação, o que pode causar um diferencial em cidades como Foz, onde os aviões pousam e decolam o tempo todo. Paulo deu uma amostra de como atuará. Não basta ser nomeado, é preciso saber usar a força da nomeação. 

Castração
O governo está investindo na tarefa de castrar cães e gatos, o que em teoria resolve o problema da população de bichos abandonados. Tomara os efeitos da ação pelo menos atenue o que anda acontecendo em Foz, com muitos animais largados. Chaga dar vontade de chorar ao ver os bichinhos desesperados, tentando achar o caminho de casa, ou pelas esquinas, aguardando o dono malvado voltar. Largar animal na rua deveria custar uma boa grana para o bolso dessa gente sem coração. 

Raiva
E tem outro problemão: a raiva. Com tantos bichos na rua e a morcegada batendo asas, corremos risco de surto e era o que faltava para completar a desgraça. Há evidências de morcegos mortos em algumas localidades. Basta os nervosinhos de plantão e que nem foram mordidos por algum cachorro.  

Caça ilegal
Não bastam os alertas da natureza e há quem entre na mata para devastar a fauna? Que coisa isso, de dizerem que é habito cultural regional. E o pior é que tem gente que organiza festas e jantares anunciando iguarias como a carne de paca, tatu, capivara... que situação... e mostram isso nas redes sociais? Prenderam os caçadores e agora falta enjaular quem compra a caça, e, alimenta a atividade. Hoje em dia, algumas coisas são inimagináveis. Tanta gente cuidando dos bichos e de outro lado, a devastação.


 

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