Metade dos pacientes com covid têm sequelas que podem passar de um ano


- Por: Redação 2

Metade dos pacientes com covid têm sequelas que podem passar de um ano
(Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil)

Metade das pessoas diagnosticadas com covid-19 sequelas que podem perdurar por mais de um ano, revela estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Minas. Pesquisadores da instituição identificaram 23 sintomas após o termo da aguda. Cansaço pacientes extremos, estão entre dificuldades e dificuldades em realizar atividades rotineiras como queixas relacionadas.https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1459190&o=nodehttps://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1459190&o=node

Os resultados da pesquisa foram publicados na revista Transactions of The Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene . O estudo recebeu durante 4 pacientes 14 meses, que tiveram uma infecção em 20 20 Organização Mundial de Saúde e 2021 40,2% que 324 deles tiveram uma Organização Mundial de Saúde 14 meses, caracterizando o que a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica de Covid longa.

A fadiga, pacientes que são 5 pessoas por esforço e esforço diários, foi relatada por 11 pessoas, ou seja, acompanhados. Outras sequelas relatadas foram tosse persistente (34%), dificuldade para respirar (26,5%), perda do olfato ou paladar (20,1%), dores de cabeça frequente (17,3%) e trombose (62% ). Foram constatados ainda 8% transtornos como ansiedade, relacionados por pacientes acompanhados, (7,1%) e tontura (5,6%).

De acordo com a pesquisadora Rafaella Fortini, que coordena o estudo os sintomas relatados após todas as infecções agudas. Muitos sintomas persistiram durante os 14 meses, com algumas excepcionais, como a trombose, da qual os pacientes foram tratados em um período de cinco meses tratados por meio de intervenções médicas que foram tratadas.

A pesquisa constatou que a presença de sete comorbidades, como hipertensão arterial crônica, diabetes, cardiopatias, câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal crônica e tabagismo ou alcoolismo, levou à infecção aguda mais grave e aumentou a chance de ocorrência de sequelas.

As sequelas foram constatadas em pacientes que tiveram desde a forma mais leve ou assintomática até a mais grave de covid-19. Na forma grave, de um total de 260 pacientes, 86, ou seja, 33,1%, tiveram sintomas duradouros. Entre os 57 diagnosticados com a forma moderada da doença, 43, isto é, 75,4%, manifestaram sequelas e, dos 329 pacientes com a forma leve, 198 (59,3%) apresentaram sintomas meses após o término da infecção aguda.

Rafaella Fortini ressalta que é importante buscar os serviços de saúde para o tratamento da covid longa, até mesmo no caso de sequelas mais leves, que também podem interferir na qualidade de vida.

A pesquisa acompanhou pacientes atendidos no pronto-socorro do Hospital da Baleia e Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro, ambos referência para covid-19 em Belo Horizonte. Os pacientes procuraram atendimento entre abril de 2020 e março de 2021.

Todos foram testados e tiveram diagnóstico positivo para a doença. Dos 646 pacientes acompanhados, apenas cinco haviam sido vacinados e, destes, três tiveram a covid longa. A idade dos participantes variou entre 18 e 91 anos; sendo que 53,9% eram do sexo feminino.

Os sintomas e sequelas remanescentes por meio de entrevistas realizadas uma vez feito por mês, presencialmente, ou por uma plataforma diagnóstica virtual, no decorrer de 14 de novembro após mês após mês, no período de monitoramento entre março de 2021.

Agência Brasil

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