Meon Luciano lança em novembro a obra 'Fronteira- Verdades Imperfeitas'


- Por: Redação 1

Meon Luciano lança em novembro a obra 'Fronteira- Verdades Imperfeitas'
Poeta Meon Luciano, radicado em Foz do Iguaçu desde 1978

Luciano Cantero dos Santos, o Meon Luciano, programou para o próximo dia 13 de novembro o lançamento do seu livro “Fronteira. Verdades Imperfeitas”. 
A obra, um apanhado de contos e poesias de Meon Luciano, foi selecionado em edital da Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, com lançamento adiado no ano passado devido a pandemia do coronavírus (covid-19).
A festa de lançamento está recheada de convidados especiais e contará com apresentações de dança do grupo Sioux e e musicais com Vitor Vieira (Kiulia), Nô Moraes, Banda Experience, Washington Light-Holder, Paulo Silva, e Banda Pinhão Ácido, de Francisco Beltrão. Mais informações sobre o lançamento pelo telefone (45) 98403-4330.

Biografia
Meon Luciano é natural de Coronel Vivida, no Sudoeste do Paraná, tem 47 anos e começou a escrever poesias ainda chedo, com nove anos. Em 1978 se mudou com a família para Foz do Iguaçu e, desde a adolescência, é ativo nos movimentos punk e anarquista e frequenta manifestações culturais – festivais de bandas undergrouns, fanzines, teatro, poesias…
Apesar desta ligação, Meon não se considera um “poeta do underground”. “Tenho medo de rótulos, porque eles nos limitam, se eu disser hoje que sou punk ou anarquista, amanhã aparece um cara dizendo que eu não posso ouvir pagode, ou que não posso ir na igreja,ou que não posso votar”, afirma.
“É difícil me definir, tento ser eclético ao escrever. Mas as minhas influências maiores são do underground”, ressalta o poeta. 

Segunda obras
A expectativa para o lançamento é grande. No entanto, Meon não é estreante em literatura impressa – Em 2014 dividiu uma obra com o também poeta iguaçuense Genir Terra. No início deste ano, foi agraciado com segundo lugar no Prêmio Cataratas de Contos e Poesias 2018, com a obra “El amigo invisible”, na categoria Contos Gerais.
“Na época do livro com o Genir, eu estava muito cru. Este será melhor, com uma linguagem mais amadurecida”, explica o autor. “De lá para cá eu estudei muito, aprendi mais a escrever, fiz oficinas, faculdade…”, completa Meon.

Assessoria

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