Centro de Atendimento Psicossocial Flávio Dantas de Araújo (Caps II) completa um ano de casa nova


- Por: Redação 1

Centro de Atendimento Psicossocial Flávio Dantas de Araújo (Caps II) completa um ano de casa nova
CAPS II é responsável pelo atendimento de 1.200 pacientes

O Centro de Atendimento Psicossocial Flávio Dantas de Araújo (Caps II) celebra este mês seu primeiro aniversário com nova sede. Localizada no bairro Monjolo, a nova estrutura permitiu maior qualidade e agilidade no atendimento ao público, otimizando os serviços e ampliando as atividades terapêuticas oferecidas.

Voltado a pessoas maiores de 18 anos, com transtornos mentais severos e persistentes, o CAPS II atende hoje 1.200 pacientes. O tratamento realizado é ambulatorial e consiste em consultas psiquiátricas e participação em grupos terapêuticos, coordenados por equipe formada por terapeuta ocupacional, psicólogos, enfermeiros e assistentes sociais. 

“Todo trabalho é no sentido de manter o paciente estável e evitar crises que necessitem do atendimento de Urgência Psiquiátrica, como internação”, explicou a coordenadora Claudia Santos. Os atendimentos são realizados na unidade sem a necessidade de agendamento, atuando como regulador de fluxo da Saúde Mental dentro de uma rede de atendimento à pacientes psiquiátricos que envolve também as Unidades Básicas de Saúde. 

Pandemia
Assim como outros serviços, o CAPS também precisou se adaptar ao período de isolamento social com a pandemia. “Tivemos um aumentou consideravelmente no número de acolhimentos (busca por atendimento), e também no trabalho extra CAPS, como maior orientação às Unidades de Saúde para o acolhimento aos pacientes psiquiátricos”, comentou Claudia.

A adoção do serviço de teleatendimento conta com 5 linhas telefônicas, de segunda à sábado das 8 às 18h, com escala de 6 horas. Além do atendimento por telefone, um profissional está disponível diariamente para o atendimento presencial.
“O maior desafio hoje é o trabalho junto à rede e à sociedade em geral de inclusão das pessoas com transtornos mentais. Trabalhar para que ele possa estar em qualquer espaço, frequentando qualquer serviço. E tirar a ideia de que deve estar confinado ao CAPS. Nosso papel principal é trabalhar a autonomia desse público, não institucionalizar”.

AMN / Foto: Divulgação

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