Cartas ao Corvo


- Por: Redação 1

Cartas ao Corvo

O colunista aproveita a segundona para descarregar um pouco de comunicados dos leitores. As mensagens foram editadas e algumas suprimidas, em razão do teor político exacerbado (Difamatório e desrespeitoso). De outra maneira, de uns dias para cá, recebemos muitas mensagens anônimas, e, diante da falta de veracidade das denúncias, optamos pela não publicação. Mas os temas estão sendo investigados. Colaboradores e leitores devem informar o nome e a identidade. Se for o caso, a pedido dos que interagem com a coluna, publicamos apenas as iniciais dos nomes e sobrenomes.  
  
Vacinas

Prezado Corvo, qual vacina a gente deve tomar, porque agora falam em várias origens, vacina da China, da Índia, do Butantan, da Fiocruz, da Inglaterra, dos Estados Unidos. Será que dá para escolher? Qual é a melhor? 
José Luiz M. D. Filho

O Corvo responde: prezado, entre na fila e dê o braço para qualquer uma das vacinas que o Programa Nacional de Imunização oferece. Todas são boas e testadas pela ANVISA. O Corvo não vai enaltecer uma, em detrimento de outra. Até o momento, no Brasil, não se sabe de casos graves depois do prazo de imunização. O importante é tomar a vacina, independentemente a origem. 

Vacinas nacionais
Há duas classes de vacinas fabricadas no Brasil, uma é por intermédio de licenciamento dos laboratórios, com o repasse da tecnologia e a outra, é o desenvolvimento total do imunizante, como fazem alguns laboratórios nacionais. Estima-se que os produtos 100% brasileiros sejam disponibilizados apenas no próximo ano. 

100% da população
Corvo, o ministro da Saúde disse que todos os brasileiros serão imunizados até o final do ano. Para isso ele conta com as vacinas fabricadas no Brasil e doações de outros países. Será que a esse passo de tartaruga, vamos conseguir uma façanha dessas? Não chegamos aos 15% da população Corvo, está muito devagar, quase parando. 
Júlio C. A. Vasconcelos

O Corvo responde: prezado, o ministro Marcelo Queiroga, participando de um Fórum da Organização Mundial de Saúde, fez um panorama da pandemia em nosso país. Quando foi questionado, sobre a vacinação, disse que com os imunizantes, será possível vacinar toda a população, até dezembro. Veja, o Brasil possui condições de vacinar até 1.5 milhão por dia, porque possui mais de 40 mil postos de vacinação. Se o ritmo for mantido, é matematicamente possível. Tomara o governo consiga o que falta, algo em torno de 300 milhões de doses, com siderando a dupla aplicação. A meta ainda é vacina pelo menos 180 milhões de brasileiros.

Boa notícia
Universidades brasileiros constatam que o índice de óbitos e agravamento da saúde por covid-19 caiu quase que pela metade em pessoas com mais de 80 anos. É uma evidência da importância da imunização. 

Negacionismo
Corvo, recebi um texto que mostra matematicamente que a covid-19 não é algo tão grave, que mereceria esse rigor todo por parte das autoridades, o que veio a prejudicar a economia. Será que isso pé verdade. Vou enviar o texto para o senhor publicar. 
Nivaldo Ramos G. Peçanha

O Corvo responde: prezado, infelizmente esse tipo de texto não contribui em nada. O Corvo leu e a conclusão é que pior que fakenews, é a matemática enganosa, aquela que tenta confundir a população. Será que 400 mil óbitos, ainda não convence, sobre os riscos da contaminação pelo coronavírus?  

Negativos
Corvo, agora que vemos o fim da pandemia, com os números baixando, aparecem os arautos do apocalipse colocando temor no povo, sobre uma terceira onda. Assim é complicado não acha? Vamos ser um pouco mais otimistas. Estamos vencendo a doença. 
Nádia L. J. Macedo

O Corvo responde: prezada, não se trata da falta de otimismo e sim de prevenção. Se a leitora acompanha os noticiários, verá que a Índia, está divulgando números muito assustadores, com o contágio beirando 400 mil pessoas ao dia. Certamente, a doença lá, está evoluindo por meio de novas variantes e é muito fácil isso acabar envolvendo o planeta, novamente. A ciência é receosa quanto a segurança das vacinas que foram projetadas no ano passado. Para muitos, as variantes, podem em algum tempo, vencer os imunizantes. Por isso, vamos tratar de nos cuidar, porque mesmo com a vacinação, haverá um percentual de risco.   

Nada será como antes
Corvo, você outro dia escreveu isso, parece até título de música. Começo a acreditar que o mundo mudou mesmo, porque li que muitas pessoas continuarão a trabalhar em casa, mesmo depois da pandemia. Precisou aparecer uma doença planetária, para ensinar coisas novas, quem, diria? Eu, por exemplo acostumei pedir tudo pela internet, meu endereço já é conhecido dos entregadores. Estou certa que economizo um bom dinheiro e tempo também. 
Naira G. L. Dias

O Corvo responde: colocando tudo na ponta do lápis, é possível visualizar uma economia acentuada. De outra maneira, tudo está de fato mudando. “Nada será como antes” é título de música, de filme, é uma frase comum nesses dias tão diferentes.  

Manifestações
Para variar, havia muita gente sem a máscara. Os movimentos de apoio, ou de repúdio, são amparados pela Constituição, sobretudo no Dia do Trabalho, levando em conta, que é algo que muita gente perdeu desde o decreto da pandemia. Em Foz, destaque para a arrecadação de alimentos. Foi muito boa. 

Eduardo Costa
A música “Cuidado” do Eduardo Costa, vai dar muito o que falar. O tom não favorece político algum, de esquerda, centro, direita, por isso, não é certo dizerem que é para apoiar ou destruir alguém, do presente ou passado. No fim, o que ele canta, de trocarem “Jesus por Barrabás, vendendo o voto e alma para o diabo” é algo que todos dizem sobre o exercício político e não é de hoje. A música causa polêmica é não deveria ser uma novidade, porque apenas reproduz o pensamento de muita gente.

Eleições
Mal começou o ano e já estamos recebendo notícias dos candidatos, que vão disputar as eleições só no ano que vem. Não é muito cedo seo Corvo? Nossos nobres representantes têm muito o que fazer, porque devem prestar mais a atenção nas necessidades do povo. Deixem a política para o ano que vem.
Geraldo A. G. Benevides

O Corvo responde: bom, estamos a um mês da metade do ano. Logo, ele já começou faz tempo. 2021 é ano pré-eleitoral e é normal esse avanço dos pré-candidatos ou pessoas que tentam a reeleição. Há uma similitude entre políticos e escolas de samba: o Carnaval acaba, o povo descansa na Quarta-feira de Cinzas e no dia seguinte, começa a planejar o desfile do próximo ano. O político se elege e já está com a cabeça na eleição seguinte. É normal.    

30%
Corvo, não acredito, disseram que o gás vai subir de novo, e na casa dos 30%. Quem é que vai aguentar? Faz tempos já estou queimando os pés da mesa, das cadeiras, porque não consigo juntar dinheiro para comprar o botijão. Confirma isso Corvo?
Jaime P. L. Hirata

O Corvo responde: bom, gás, gasolina, diesel, isso só sobre. Mas a notícia não afeta Foz, cidade que não possui gás encanado. O aumento pega mais os grandes centros, onde utilizam o gás mineral por tubulações. A notícia mais recente é sobre o aumento desse produto. 

BBB
Então Corvo, é mais um Big Brother que se vai. Não sei explicar, mas nunca estive tão ligado no programa. Deve ser por causa da pandemia. Parece que aquelas pessoas fazem até parte da minha família. Acho que conheço mais os participantes do que alguns parentes. 
José Carlos l. Silva

O Corvo responde: programas assim sempre prendem a população e quando pensamos que eles estão cansando, nos surpreendem com um massacre de audiência. Até o Corvo que não é chegado, está vendo o final da edição do BBB 21. Anote para a realidade de que havia um número enorme de celebridades e apenas um ficou na final, o Fiuck. Os demais são praticamente desconhecidos.


 

Leia mais na edição impressa.

Relacionadas