Carol Dedonatti: Com dez votos contrários, pedido está arquivado na Câmara de Foz do Iguaçu


- Por: Redação 1

Carol Dedonatti: Com dez votos contrários, pedido está arquivado na Câmara de Foz do Iguaçu
Maioria de vereadores rejeitou a representação contra vereadora Carol Dedonatti

Foi rejeitado, por 10 votos a 3, o pedido de abertura de processo contra a vereadora Protetora Carol Dedonatti (PP). A decisão foi tomada pelo plenário em votação aberta ocorrida durante a sessão ordinária desta quinta-feira, 12 de maio, na Câmara de Foz do Iguaçu. Com isso, o pedido foi arquivado. Por falta de elementos comprobatórios, a maioria absoluta entendeu que o pedido não tem consistência nem evidências de fatos para se apurar.    
Votaram contra o recebimento da representação os vereadores Adnal El Sayed (PSD), Kalito Stoeckl (PSD), Cabo Cassol (Podemos), Edvaldo Alcantara (PTB), Valdir de Souza Maninho (PSC), Jairo Cardoso (União Brasil), Anice Gazzaoui (PL), Protetora Carol Dedonatti (PP), Galhardo (Republicanos) e Dr Freitas (PSD).
Os vereadores Rogério Quadros (PTB), Yasmin Hachem (MDB) e João Morales (União Brasil) votaram pela aceitação. Não votaram: o vereador Ney Patrício (PSD), por ser o presidente e o vereador Alex Meyer (PP), ausente, por representar o Legislativo em agenda na capital federal.    

Perseguição política
Ao Gdia, a vereadora Carol Dedonatti (PP) afirmou que o pedido, assinado pelo estudante Alexsandro Ruiz Gebing, é completamente infundado. “É um pedido totalmente sem fundamento. São ataques com viés político que se intensificaram a partir do momento que coloquei meu nome à disposição do partido para ser pré-candidata a deputada”, disse.
O pedido protocolado na última segunda-feira, 9, trazem uma narrativa de supostas irregularidades da vereadora na nomeação de cargos comissionados e ingerência em órgão da prefeitura. O principal apontamento é de exigir parte do salário de nomeados, acusação que a vereadora sustenta ser infundada e com viés político diante da proximidade das eleições, sendo ela uma pré-candidata a deputada.
O pedido de abertura de processo é baseado em declaração feita na imprensa por ex-servidora CC da Diretoria de Bem Estar Animal. A assessoria da vereadora afirmou que Carol se colocou à disposição do Ministério Público, e, por meio de advogado, solicitou também se havia qualquer procedimento. Também disponibilizou cópia da certidão do MP em que nada consta de investigação na Promotoria de Justiça sobre esse assunto.
Carol reafirmou ter certeza de que se trata de uma questão política. “Essa pessoa que vem falando isso, de forma irresponsável, tudo na base do eu ouvi dizer, eu fiquei sabendo e assim por diante, sem apresentar provas, justamente porque isso não existe. Inclusive, me coloquei a disposição da Justiça, caso tivesse qualquer investigação e não fomos chamados”, declarou.
Carol disse que vem sendo vítima de ataques antes mesmo de ser vereadora. “Fazem perseguições e isso vem de pessoas nas redes sociais tentando antecipar a disputa eleitoral já de 2024 e dizem abertamente que são candidatas”, completou.

EMS Editores com assessoria CMFI
 

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