Atuação


- Por: Redação 1

Atuação

Corvo, com ou sem polêmica uma coisa é certa, a Câmara de Foz é bem mais atuante que outras legislaturas. Se pegam, mas é pela discussão do bem comum e não por picuinhas e outras situações do passado. O que importa é isso, discutirem exaustivamente cada projeto, porque com o dinheiro “curto” do contribuinte não se brinca. 

O Corvo responde: prezado, a Legislatura é marcada pela apresentação de muitos projetos. Certamente baterão recordes. Vereadores não “inventam” indicações, atendem a população, que faz as reivindicações. No mais, como articulam isso, são outros quinhentos. Só há uma saída para aumentar a taxa de crédito com a população: estar atento e trabalhar nas solicitações dos contribuintes.

Voto útil
O Corvo em suas andanças, sentiu a população discutindo a necessidade de emplacar mais representantes em Curitiba e Brasília. Será que desta vez a cidade conseguira, ineditamente, fazer uso do voto útil. Se conseguir, poderá manter pelo menos dois deputados em Brasília e uns três na ALEP. Basta querer.

As faces da notícia
Prezado Corvo, a edição de ontem, quarta-feira, do GDia é bem enigmática, quase uma charada. Veja, o presidente da Câmara, Ney Patrício aparece na capa pedindo ampliação do setor de serviços por meio de incentivos, porque isso promoveria o desenvolvimento; já em outra página, na mesma edição, aparece a prefeitura anunciando novo horário de atendimento? Vão trabalhar até 13h30 à partir de 03 de janeiro. Em outras palavras reduzirão a jornada pela metade e o salário continuará o mesmo?
Jacira R. G. Paes

O Corvo responde: prezada, uma coisa nada tem com a outra. Não existe relação na ampliação das atividades nos setores de serviços, com horários de repartições. Seu questionamento é apenas uma reflexão de como a população generaliza essas coisas, porque anda intolerante com gastos públicos. A questão da redução de horário das atividades na prefeitura é simplesmente provisória. Quase sempre fazem isso em períodos de início de ano, no lugar de decretarem recesso.

Galhardo e o Vice
O Corvo está acompanhando de perto a atuação de vários vereadores e claro, não seria diferente com o nobre Galhardo, que deu de cobrar o exercício do povo da administração. Ele, por meio de requerimento, quer saber sobre as atividades do vice, delegado Chico Sampaio. A postura do vereador não está errada, afinal de contas, nas últimas administrações, todos os vice-prefeitos assumiram cargos no governo. Mas o que diz a Lei Orgânica do Município sobre o desempenho da função de vice-prefeito? 

O que faz o “vice raiz”
No geral, todas as “cartas magnas” municipais, ou a Lei Orgânica de cada município, tratam do assunto de uma maneira específica: elas estabelecem pelo menos duas funções para o vice: substituir o prefeito no caso de vacância e auxiliá-lo sempre que for por ele convocado para missões especiais. Sendo assim, falta a prefeitura explicar para o vereador Galhardo, quais as “missões especiais”. Bom, competência é o que não falta para o Delegado Sampaio desempenhar funções no governo. Ao que se sabe, ele visita localidades, participa de várias reuniões e usa inclusive estrutura e veículos da prefeitura.   

Cancelamento do futebol
Parece que vão cancelar um jogo de futebol que estava previsto para acontecer entre assessores e vereadores de Foz. Um dos organizadores disse que está difícil contratar uma ambulância e médico plantonista. Sem isso, é imprevisível avaliar o resultado das caneladas, mordidas e empurrões. O certame já foi batizado como de "Plenarião". 

Escalação 
O Corvo já se adiantou para descobrir qual seria a escalação do time de vereadores, diga-se, ele é misto. A escalação preliminar seria: na defesa, Adnan El Sayed e Cabo Cassol, na esquerda Yasmin Hassem, na direita Anice Gazzaoui, no meio campo Kalito Stoeckl e Ney Patrício e, no ataque, mesmo vindo de um campeonato sem gols, o Galhardo. Alex Meyer, por enquanto, vai ficar na reserva. Perguntaram para o Corvo quem é o técnico do time. Mistéééééééério... o Corvo aposta que é o dono da pastelaria. A Rádio Cultura deve fazer a transmissão.   
 
Amigo secreto 
O que também “miou” foi a confraternização de amigo secreto no Legislativo. Se o evento rolasse, estaria mais para “Inimigo Oculto”. "Não há clima", afirmou um dos organizadores. E não há mesmo: boletim de ocorrência, comissão de ética, alfinetadas em Plenário. Melhor deixar para o ano que vem.  

Jogos eleitorais
A disputa pela vaga de "deputado estadual indicado pelo governo" se afunila e dois nomes despontam: Ney Patrício e Delegado Francisco Sampaio. Nos últimos dias, ambos sofreram "críticas" de apoiadores de outros pré-candidatos. Para federal, o candidato oficial também não está decidido (ou decidida). O nome da secretária Rosa Jeronymo começou a correr por fora. 

Requião em Foz
Aumentam as expectativas para o ato político que vai acontecer nesta quinta-feira, com a presença garantida do pré-candidato a governador, Roberto Requião. O convite diz que todos os partidos estão convidados, mas, na boca pequena, dizem que o PT está à frente do evento. O problema aí são os filiados; nem todos serão “bem vindos”, reza a lenda. 

Disputa interna 
Apesar da confusão que o PT comunga na cidade, a sigla está sendo procurada por muita gente. Chega a ser “objeto de desejo” de alguns. Acontece que com a vitória de Lula ou do Bolsonaro, o PT mantém um eleitorado cativo e sempre elege uma grande bancada de deputados, garantindo um tempo de televisão considerável, o que enche os olhos de muita gente que pensa em 2024. O “x” problema é ganhar esse espaço em Foz, onde o Bolsonaro é muito forte. 

Reajuste
Como o Corvo escreveu em várias ocasiões, o imbróglio das tarifas no transporte deve ocupar espaço nas mesas dos juízes e desembargadores. A pendenga será debatida nos tribunais, mais uma vez. Não houve o “inédito” acordo entre empresários e prefeitura; quase nem discutiram a majoração que estava entre R$ 4,70 e R$ 5,10.

Aumento machuca
O Corvo ouviu os quatro lados afetados ao longo do processo: gente do governo, das empresas, trabalhadores e a população. Uma fonte da prefeitura disse que realizaram “uma análise aprofundada do pedido de aumento, discutiram muito o assunto, mas olhando para a população e as ocorrências durante a pandemia, reajustar a tarifa iria causar uma situação muito complicada, ainda mais num final de ano, quando se sabe que os usuários atravessam grandes dificuldades”. Segundo a fonte, o tema é muito controverso e repleto de situações que só mudarão, com uma reforma total no sistema.

Empresas ruindo
Do outro lado, os empresários garantem que sem o reajuste na tarifa, não será possível cumprirem as obrigações com os funcionários e nem com os fornecedores. Segundo a fonte, alguns devem até para a distribuidora de combustíveis. Com a negativa do aumento o assunto vai descambar na Justiça, “mas desta vez será muito sofrido aguardar o resultado e a discussão terá, inevitavelmente, uma pedra no caminho: greve dos funcionários. 

Trabalhadores inquietos
O Corvo conhece bem alguns trabalhadores do sistema de transporte público e o clima não é nada bom. Eles estão divididos. Uns acusam os patrões, outros o governo, mas há uma parte que entende o problema causado pela pandemia. “Na hora do ‘vamos ver’, a categoria vai se unir e pressionar para receber, porque nossas famílias não podem sofrer num final de ano e em janeiro, chegam as contas. Não receber o 13º, como estão dizendo, implica diretamente no pagamento das contas do início de ano, porque faz tempo que não usamos o dinheiro para fazer festa. O que todo mundo esquece, é que a categoria esteva na linha de frente durante a pandemia. Perdemos vários colegas, mas seguramos o rojão e agora?”, perguntou um trabalhador. A situação é mais que complexa, é um desses nós bem apertados, difíceis de desatar.    

E o usuário
É aí que a opinião fraciona. Possivelmente a prefeitura terá um extrato diversificado da opinião pública, porque está colhendo informações. Ao que se sabe, milhares de pessoas acessaram o Código QR da pesquisa. O povo se divide, desde gente que garante que nunca mais entrou num ônibus, até quem concorda com o aumento, desde que não ultrapasse a casa do 0,40 centavos. As pessoas entendem a alta dos combustíveis, mas questionam ônibus lotados, menos ônibus, e, o que cresceu vertiginosamente, foi o desejo de uma mudança no setor, modernização, ampliação no serviço de modalidade pública, coisa que exige altos investimentos.

Reconhecimento
Alexandre Freire, diretor do Detran de Foz do Iguaçu vem fazendo um ótimo trabalho, modernizando e garantindo um ótimo atendimento. O reconhecimento se deu no último final de semana, quando ele ajudou a organizar a confraternização que reuniu despachantes e CFCs de Foz e região. O povo compareceu em massa.
 


 

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