Idgar Dias Júnior
Idgar Dias Júnior
Proponho a seguinte Reforma Eleitoral

Olá! Bom dia, leitor!
• Hoje, terça-feira, dia 27 de outubro de 2020, é celebrado o ‘Dia do Engenheiro Agrícola’;
• Também hoje se comemora o ‘Dia Nacional de Luta pelo Direito das Pessoas com Doenças Falciformes’;
• A data também é de celebração do ‘Dia Mundial de Oração pela Paz’; e
• Por fim, hoje é o ‘Dia Mundial do Patrimônio Audiovisual’.

O consultor de empresas Stephen Kanitz escreveu em seu blog (blog.kanitz.com.br):

Proponho a seguinte Reforma Eleitoral
1. Todo candidato rejeitado pelas urnas no ano anterior não poderá ser candidato nas duas eleições seguintes. Vendo os 11 candidatos para prefeito de São Paulo, vemos que muitos estão querendo é publicidade grátis.
Quatro tentativas com publicidade grátis foi o que elegeu Lula, e deu no que deu. Quem já foi rejeitado no ano anterior não tem mais o direito de embolar o meio de campo. Que respeite o resultado das urnas. Que volte daqui 12 anos, mais velho e amadurecido ou melhor, não volte nunca mais, já teve a sua chance e a desperdiçou.
2. Quem não tem nenhuma chance de ganhar, que não se arrisque ficar fora do jogo por 12 anos.
Portanto, que se candidatem somente aqueles que acham que têm realmente chances de ganhar e arquem com as consequências, a rejeição democrática.
Esta proposta resolve esse problema dos caronistas, que desviam tempo dos candidatos realmente viáveis.
Comentário: o signatário gostaria de acrescentar outras duas medidas que julga mais que urgentes e necessárias ao nosso quadro eleitoral: 1. O fim imediato da reeleição em todos os níveis; 2. Quem estiver cumprindo mandato (senador, deputado estadual ou federal, prefeito, etc.) e o deixa para disputar outra eleição deve perder esse mandato de forma irrevogável; e 3. Reduzir pela metade o número de congressistas (Em tempo: o Brasil sustenta 81 senadores e 513 deputados federais).

E por falar nisso
Além dos 594 parlamentares que o Congresso Nacional abarca em Brasília, o contribuinte sustenta ainda 27 governadores, 1.059 deputados estaduais, 5.570 prefeitos e 59.951 vereadores. É muita gente para tão pouco aproveitamento. É gasto demais para resultado de menos.

Efeitos da pandemia
Na Folha de São Paulo a repórter Paula Sperb informa que ‘A desigualdade de renda aumentou nas metrópoles brasileiras durante a pandemia. Todos os segmentos, dos mais pobres aos mais ricos, viram seus rendimentos caírem. Os pobres, porém, sentiram mais a queda nos ganhos. (...)
Os números mostram que, na média das 22 regiões metropolitanas, os 40% mais pobres perderam 32,1% da renda, os 50% intermediários perderam 5,6% e os 10% mais ricos perderam 3,2%. Apesar da renda do topo da pirâmide ter caído na média geral, os ricos ficaram mais ricos em nove regiões, como Manaus, Belém, Rio de Janeiro e Florianópolis, segundo o estudo. Já os mais pobres perderam renda em todas as regiões analisadas’.
Como se os mais de 157 mil brasileiros que morreram vítimas da Covid-19 fosse pouca coisa, não é?

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Sorte e saúde sempre!

 

Ruína

Olá! Bom dia, leitor!
• Hoje, segunda-feira, dia 26 de outubro de 2020, é celebrado o ‘Dia da Cruz Vermelha’;
• Também hoje se comemora o ‘Dia do Trabalhador da Construção Civil’;
• A data também é de celebração do ‘Dia da Biblioteca Escolar’.

Ruína
Deu no site Poder360: ‘[o] Brasil teve cinco anos seguidos com mais fechamento do que abertura de empresas’. O gráfico que segue, do IBGE, mostra o tamanho da tragédia empresarial brasileira:


Ruína (2)
‘O saldo entre empresas criadas e encerradas no Brasil foi negativo durante 5 anos consecutivos. O país acumulou fechamento de 382.541 empreendimentos de 2014 a 2018. As informações foram publicadas no estudo Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo.
O levantamento considera só as entidades empresariais, excluindo os MEIs (Microempreendedores Individuais), órgãos da administração pública, entidades sem fins lucrativos e as organizações internacionais que atuam no país.
Em 2018, último ano analisado pelo estudo, 697,1 mil empresas começaram o negócio, enquanto 762,9 mil companhias encerraram suas atividades, 65.900 empresas a menos’.

Ruína (3)
Há quem diga que as coisas podem piorar – e muito! Os índices de desemprego caminham a passos largos para recordes históricos. O dólar ora impulsionado às alturas em razão do risco fiscal (leia-se: a intenção do governo de furar o teto de gastos para financiar o Renda Cidadã) e mais crises políticas em razão das eleições em novembro (para prefeitos e vereadores no Brasil e a presidencial nos EUA) que – seguramente - podem vir a tornar péssimo o que já estava ruim em termos de ambiente econômico.

Sobre as eleições de novembro
Jair Bolsonaro poderá sofrer grande revés nas eleições municipais, haja vista a performance sofrível e pouco promissora dos candidatos que apoia em São Paulo (Celso Russomanno), no Rio de Janeiro (o prefeito Marcelo Crivela é candidato à reeleição) e em Belo Horizonte (Bruno Engler).
Mais: o presidente brasileiro torce (e trabalha) por Trump nos EUA, mas parece que por lá vai dar Joe Biden. Nossa diplomacia externa atual é capenga e arrisca-se a pagar um preço alto pelo amadorismo.

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Sorte e saúde sempre!

 

Só 35%, meu Paraná..?

'Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade'.
George Orwell

Olá! Bom dia, leitor!
• Hoje, sexta-feira, dia 23 de outubro de 2020, é celebrado o ‘Dia da Força Aérea Brasileira’;
• Também hoje se comemora o ‘Dia da Aviação’ e o ‘Dia do Aviador’;
• Hoje é o aniversário do rei Pelé – 80 anos..!

 


Charge do cartunista Benett publicada na Folha de São Paulo de ontem.

Só 35%, meu Paraná..?
Infelizmente a campanha de vacinação contra a poliomielite (paralisia infantil) no Paraná que começou em 28 de setembro próximo passado atingiu somente 35% da meta até então, quando o certo seria 95%. Estamos brincando com coisa muito séria. O País recentemente viu o sarampo dando as caras novamente e a razão é só uma: faltou imunização, claro!
A vacinação vai até o dia 30 de outubro próximo. ‘O público-alvo da campanha contra a poliomielite são crianças de 12 meses a menores de cinco anos. As doses são distribuídas em gotas, sem necessidade de agulha e seringa’.

É tetra..!
Nesta semana o presidente Jair Bolsonaro emplacou Jorge Oliveira no Tribunal de Contas da União e  Kassio Nunes Marques no STF. Mas não é só isso: ele também nomeou gente pra Anvisa e Anac. Uma beleza! Vamos ver como se sai toda essa gente nomeada, tá certo? Melhor ainda: vamos ver qual será o preço político a ser pago por essas decisões do presidente e em que tipo de moeda, não é?

E por falar nisso
Há dois debates dando o que falar no Brasil e que, claro, tiveram como fonte o Palácio do Planalto. O primeiro é a respeito da participação ou não da chinesa Huawei no leilão da telefonia 5G. Americanos aterrissaram em Brasília esta semana para conversar com gente do governo Bolsonaro que cuida (mal) do assunto.
O outro assunto tem a ver com a questão levantada pelo presidente da República que desautorizou o seu ministro da Saúde que havia informado que o Brasil compraria 46 milhões de doses da vacina que é produzida em parceria pela chinesa Sinovac e o Instituto Butantã, ligado ao governo paulista.

E por falar nisso (2)
Os EUA não querem que o Brasil compre o 5G chinês, mas não têm nada a oferecer no lugar. Pior: aumentaram de 49,4% para 136,7% a taxa sobre o alumínio brasileiro exportado pra lá na mesma semana em que enviaram emissários a Brasília para tratar da Huawei.
Sobre a vacina chinesa que o presidente não quer: o maior fornecedor estrangeiro de antibióticos para o Brasil é a China, ‘tá ok’? E aí? Antibiótico pode, capitão?

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Sorte e saúde sempre!

Savonarola: "Todo bem e todo mal vêm de cima"!

Olá! Bom dia, leitor!
o Hoje, quinta-feira, dia 22 de outubro de 2020, é celebrado o 'Dia do Paraquedista';
o Também hoje se comemora o 'Dia do Protesto Mundial Contra o Uso do Eletrochoque';
o A data também é de celebração do 'Dia Internacional de Atenção à Gagueira';
o Por fim, hoje é o 'Dia Internacional do Radioamador'.

 


Nossa modesta homenagem ao 'Dia do Enólogo'.

Savonarola: "Todo bem e todo mal vêm de cima"!
"Todo bem e todo mal vêm de cima. Se os de cima pudessem mudar seu modo de proceder, transformariam essa república. Mas são tiranos, pois são orgulhosos, amam ser bajulados e não dão retorno de seus ganhos.
Tomam decisões secretas, favorecem os seus próprios, se rezam é por pessoas importantes, cobram tributos imorais ou injustos, não ouvem os argumentos dos pobres, ficam ao lado dos ricos e permitem aos seus a imposição de tarefas não remuneradas aos camponeses e aos miseráveis.  Atrasam processos judiciais. Deixam de punir funcionários corruptos e chegam a adulterar moedas.  
Em vez disso, deveriam tentar fazer o povo feliz e empenhar-se pela paz, tentar alcançar a igualdade entre os cidadãos e lutar contra a avareza para assim reduzir as causas da inveja, do ódio e da dissensão".
6 de abril de 1491 - Florença
Frei Girolamo SAVONAROLA.
Pregando aos chefes do governo no Palácio da Sinhoria.
Comentário: faz 529 anos e seis meses que o frei Savonarola fez esta pregação! E ela serve à perfeição ao Brasil de hoje (e, talvez, ainda para os italianos).


Quem te viu
"A vida não anda fácil para o PT a menos de um mês das eleições municipais. Em 16 das 21 capitais em que tem candidato, a legenda não chegou a 10% das intenções de voto nas últimas pesquisas. Só dois nomes disputam a liderança -Luizianne Lins (Fortaleza) e João Coser (Vitória)", informa Bruno Boghossian na Folha de São Paulo.
Comentário: parece que não é só o PT que vai perder feio nas capitais nas eleições de 2020. Há quem diga que o presidente da República vai amargar derrotas acachapantes de candidatos que apoia, como Crivella no Rio de Janeiro e Celso Russomanno em São Paulo. Em BH é 'pule de dez'...

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Sorte e saúde sempre!

 

Vamos combinar?

Olá! Bom dia, leitor!
• Hoje, quarta-feira, dia 21 de outubro de 2020, é celebrado o ‘Dia Nacional da Alimentação na Escola’;
• Também hoje se comemora o ‘Dia do Ecumenismo’;
• A data também é de celebração do ‘Dia do Contato Publicitário’; e
• Por fim, hoje é o ‘Dia da Iluminação’: ‘há exatos 141 anos uma lâmpada brilhou continuamente por 48 horas seguidas em frente ao laboratório do inventor americano Thomas Edison, em Menlo Park, Nova Jersey’.

Vamos combinar?
Sim, vamos. O Brasil tem atualmente mais de 13 milhões de pessoas sem emprego, segundo o IBGE. Mas há um detalhe pouco conhecido neste número de desempregados: o  instituto NÃO considera as pessoas que NÃO estão procurando emprego como desempregadas.
Então, leitor, é assim: o IBGE entrevista você na sua casa – por exemplo – e você diz a eles que não tem e não está procurando emprego porque se cansou e vai esperar um tempo melhor para fazer isso. Pronto. O IBGE então não considera você para o montante de desempregados do País.

Vamos combinar? (2)
E, cá entre nós, você imagina quantas pessoas estão desempregadas, desesperançadas e sem ver um rumo, uma perspectiva de emprego à frente – como essas que o IBGE não considera como sendo elas pessoas empregadas? A última PNAD – Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios, divulgada no último dia 30 de setembro diz que este número era de 5,8 milhões de desalentados!
Essas pessoas certamente são tão invisíveis quanto essas que o governo diz que tem ajudado com o auxílio emergencial que tanto tem dado o que falar.

Vamos combinar? (3)
Bem, leitor, há um outro detalhe a piorar a situação: a esses 5,8 milhões de desalentados a gente tem que juntar aqueles considerados desempregados, os subocupados por insuficiência de horas (estão empregadas, mas gostariam e poderiam trabalhar mais) e a força de trabalho potencial (pessoas que estão disponíveis para trabalhar). Esses são os SUBUTILIZADOS e formam um grupo de praticamente 40 milhões de pessoas. Pra se ter uma ideia: o estado mais rico do País, São Paulo, tem população de 46 milhões de pessoas.

Em suma
Num país que tem 40 milhões de pessoas na situação vista acima, é de se esperar que o governo e seus agentes País afora tomem providências a respeito, não é? É.
Mas o governo atual (e todos aqueles que o antecederam de 1994 pra cá) acha mais importante cuidar da reeleição e para isso precisa ‘furar’ o teto de gastos para turbinar o Renda Brasil.
O governo atual acha mais importante politizar assuntos como o da vacina contra a Covid-19, que nem deu sinal ainda de que ficará pronta antes de meados de 2021.

Só mais uma coisinha
Turbinando o Renda Brasil o presidente acha que angaria mais votos em 2022. É do jogo da política e da reeleição. Mas terá que ‘pedalar’, terá que lançar mão de ‘contabilidade criativa’ (invenção petista) e talvez leve de novo o País à bancarrota – como Dilma Rousseff. O resto da história todos sabemos, né?

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Mortos pela Covid na conta de Bolsonaro

Olá! Bom dia, leitor!
• Hoje, segunda-feira, dia 19 de outubro de 2020, é celebrado o ‘Dia Internacional Contra o Câncer de Mama;
• Também hoje se comemora o ‘Dia do Profissional de Tecnologia da Informática (TI)’;
• A data também é de celebração do ‘Dia Nacional da Inovação’ (Lei 12.193, de 14.01.2010); e
• Por fim, hoje é o ‘Dia do Securitário’.

Mortos pela Covid na conta de Bolsonaro
O dia em que Jair Bolsonaro for levado a responder por seus atos - não se trata de se, mas quando -, o processo relativo ao seu anticombate à Covid-19 terá fartos elementos no livro "Um Paciente Chamado Brasil", do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta. Nele, entre relatos comprováveis por documentos e testemunhas, fica claro que, em fevereiro, Bolsonaro já sabia o que era preciso fazer para amenizar a disseminação do vírus e não quis fazer - ou fez o contrário.
No livro, com a reprodução até dos diálogos, Mandetta detalha a quem, quando, como e onde foram dados os alertas. Não foi só Bolsonaro quem ignorou a prevenção e sabotou medidas diante dos primeiros contágios e mortes. Por cumplicidade ideológica, ambições políticas ou vaidade pessoal, os paisanos e generais que o cercam deram-lhe o apoio que queria. Eles também terão seus lugares no banco dos réus.
No dia 27 de março, em reunião oficial, Mandetta comunicou ao general Braga Netto, chefe da Casa Civil, que, se a população fosse instruída a adotar medidas de distanciamento social e padrões rígidos de higiene e proteção, o Brasil teria de 60 mil a 80 mil mortos. Se não, eles chegariam a 180 mil. Bolsonaro, informado disso, preferiu acreditar em seu ex-ministro da Saúde, o sabujo Osmar Terra, que "calculou" 3.500 mortes.
Para Bolsonaro, as vítimas se limitariam a idosos, que "morreriam de qualquer jeito". Os outros seriam salvos pela cloroquina. E a quarentena era impensável, porque "poria a economia em risco" e, logo, seu governo. Foi apoiado por Paulo Guedes, ministro da Economia, e que, segundo Mandetta, só enxerga a si próprio. Guedes igualmente esquentará o banquinho no tribunal.
A 16 de abril, quando Mandetta foi demitido, o Brasil tinha 2.000 mortos por Covid. Hoje, passa dos 150 mil. Os 180 mil que Mandetta anteviu estão a caminho. E Bolsonaro diz que não são de sua conta.
Artigo do escritor e jornalista Ruy Castro publicado na Folha de São Paulo.

Privatização dos Correios: agora vai?
O governo voltou a falar a respeito da privatização dos Correios. Embora o signatário seja entusiasta e apoie a ideia, a verdade é que talvez o pessoal esteja só falando em nome da ‘agenda positiva’.
Trata-se apenas de um truque de comunicação do qual governos perdidos (leia-se, que não planejam coisa alguma!) e, portanto, desorientados costumam lançar mão de modo a criar as expectativas que nunca se materializam. Tomara não seja nada disso; não dá pra acreditar, mas desacreditar também já é demais. Vamos torcer pra que a coisa aconteça, que é o mais certo a fazer.

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Puxadinho

Olá! Bom dia, leitor!
• Hoje, quinta-feira, dia 15 de outubro de 2020, é celebrado o ‘Dia do Professor’;
• Também hoje se comemora o ‘Dia do Educador Ambiental’;

Puxadinho
O signatário vai novamente insistir: enquanto o Brasil não resolver a questão ‘PODER JUDICIÁRIO’, o nosso rumo em direção ao progresso, ao desenvolvimento e à civilidade estará comprometido. Nosso maior problema é com o cumprimento das leis, caro leitor.
Ou você já viu um juiz da Suprema Corte da Alemanha, do Japão, dos Estados Unidos, do Canadá ou da Inglaterra soltar um sujeito como ‘André do Rap’?
A maior fonte de insegurança jurídica atualmente no Brasil hoje é o Supremo Tribunal Federal. Quem em sã consciência, que administra fundos com montantes que ultrapassam os trilhões de reais, terá a coragem suficiente para investir num país com uma Corte Suprema como a nossa?
Vamos piorar um pouco a coisa: só há UMA alternativa para o Brasil se desviar da crise econômica que se avizinha – os investimentos privados (sim, não há espaço fiscal para o governo fazer isso). Porque o dinheiro público anda mais curto que coice de porco, leitor.
Mas veja: o poder Executivo do País está entregue a um presidente cuja agenda agora se resume a só dois assuntos: a reeleição e os acordos para blindar a si mesmo e aos filhos contra a Justiça Federal. O poder Legislativo está tomado pela eleição da Mesa Diretora (em fevereiro de 2021, mas as coisas por lá não param) e depois pelas discussões de reformas como a tributária e a administrativa; há ainda uns assuntos polêmicos como a PEC da prisão após condenação em segunda instância, outra que trata do foro privilegiado e a da lavagem de dinheiro – e talvez só daí os brasileiros possam esperar algo que a maioria espera.
O País com os agora mais de 14 milhões de desempregados que o IBGE conseguiu contar não pode e não quer saber de reeleição, blindagem de filhos encrencados em malfeitorias e grosserias. Queremos e precisamos é de empregos, de escolas melhores, de hospitais dignos, de transporte decente, ruas e praças limpas, saneamento básico universal, segurança pública com polícia treinada e bem paga, casa para quem ainda não tem e abrigo para os velhos abandonados.
Todos estes anseios listados acima são possíveis; não é demais sonhar e imaginar que poderemos ter tudo isso um dia. Mas é preciso que - para tanto - a elite dirigente do País passe a agir com o espírito público que se espera dela, que haja mais inteligência, mais respeito pelo dinheiro do contribuinte (que recebe muitíssimo menos do que paga ao governo) e preocupação com o futuro da nação.
É inominável a atitude de um presidente da República que, em detrimento de 210 milhões de pessoas, se preocupe tão somente em se salvar e salvar sua família e amigos (isto foi admitido por ele mesmo em reunião, tá certo?).
Não tem cabimento a mais alta corte do País soltar um criminoso como ‘André do Rap’ e deixar presos um sem-número de pessoas que só estão detidas por não terem dinheiro para pagar advogados caros e com ‘influência na Corte’.

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Língua preta

Olá! Bom dia, leitor!
• Hoje, quarta-feira, dia 14 de outubro de 2020, é celebrado o ‘Dia Nacional da Pecuária’;
• Também hoje se comemora o ‘Dia Nacional do Meteorologista’.

Língua preta
“Mas na era PT, era o presidente eleito pelos outros. Agora, o agro entende como ‘o nosso’ presidente. O agro é pop, o agro é tech, mas o agro é teimoso. Não quer reconhecer que Bolsonaro nos traiu em prol dos filhos enrolados. “Estamos embriagados pelo alto preço dos produtos primários, provocado pelo confinamento das pessoas em face da pandemia. Isso vai passar. Quando passar, acordaremos para o fato de inúmeros insumos necessários para o agro serem em dólar, que está em valor histórico. Daqui a dois anos, no máximo, a ressaca será geral e o agro brasileiro estará todo em recuperação judicial”.
Fala de uma ‘liderança do agro, que presidiu a Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja e Milho) em um importante estado do país até recentemente, ao site O Antagonista, pedindo reserva, sobre o cenário atual, [que acredita ser] pior que na era PT. Ele chamou atenção para as demissões e para os fechamentos de frigoríficos no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, por exemplo’.

Língua preta (2)
“Agro é tech, agro é pop, agro é tudo, diz o slogan da campanha publicitária. Será, mesmo? Pelas estatísticas oficiais do IBGE, que seguem a convenção internacional, a participação do setor agropecuário no PIB brasileiro foi de 4,4% no ano passado. Já foi bem maior. Em 1960, por exemplo, era de 17,7%. Caiu porque os outros setores cresceram mais que a agropecuária. Este fenômeno é global. Estatísticas do Banco Mundial mostram que a contribuição deste segmento para o PIB do mundo recuou de 7,6%, em 1995, para 4%, em 2018. Os países ficam mais ricos, regra geral, desenvolvendo o setor industrial e o segmento de serviços sofisticados. Os cinco países com maior participação da agropecuária no PIB têm uma renda per capita média de US$ 1,6 mil, no conceito de paridade de poder de compra. Já os cinco com menor participação deste setor apresentam uma renda per capita de US$ 80,242.00 (…).
O agronegócio é um grande trunfo do Brasil. É a nossa melhor parte. Seu sucesso se explica pelo apoio do Estado, tanto no crédito quanto na pesquisa científica, pela exposição à concorrência internacional e pela qualidade extraordinária dos empresários rurais, sempre dispostos a tomar riscos. Mas acreditar que o Brasil possa crescer puxado pelo setor é apenas uma ingênua quimera. Agro pode ser pop e é cada dia mais tech. Mas agro não é tudo.”
Luís Eduardo Assis, professor de economia da PUC e da FGV, em artigo publicado no Estadão.
Comentário: este humilde signatário torce para que os empreendedores do agronegócio brasileiro se tornem pessoas cada vez mais prósperas, mas sempre teve em conta que o fato deles prosperarem não quer dizer, absolutamente, que o País em que empreendem também vai prosperar, tá certo? Mais: é claro que o articulista do Estadão está certíssimo! O caso da Coreia do Sul ilustra à perfeição o seu enunciado.

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História

Olá! Bom dia, leitor!
• Hoje, terça-feira, dia 13 de outubro de 2020, é celebrado o ‘Dia do Fisioterapeuta’;
• Também hoje se comemora o ‘Dia do Terapeuta Ocupacional’;
• A data também é de celebração do ‘Dia Mundial do Escritor’.

História
Foi no dia 13 de outubro de 1982 que começou a formação do reservatório da Usina Hidrelétrica de Itaipu.

Vamos combinar?
Cada presidente escolhe o tipo de relação internacional que pretende ter em seu governo, tá certo? E tem política internacional boa e tem política internacional ruim.
O atual presidente da República esperneia forte quando europeus falam mal da Amazônia. É para lá de conhecido e sabido o discurso de Jair Bolsonaro contra posições da primeira-ministra alemã Angela Merkel e do presidente francês Emanuel Makron quanto a questões ambientais, queimadas e tal.
É do jogo. Se o presidente brasileiro atual fosse Ciro Gomes os europeus discursariam de forma talvez até mais forte no que tange as considerações a respeito de nosso posicionamento ambiental. Porque a questão transcende a questão ambiental pura e simples. Há mais coisas em jogo e esse ‘xadrez’ não é para amadores (não dá pra achar outro adjetivo para a diplomacia brasileira atual).
Veja, caro leitor: a Argentina é o nosso maior e, claro, principal parceiro comercial na América Latina. E a China é o nosso maior parceiro comercial no resto do mundo. E como o governo brasileiro tem tratado a ambos? Mal, muito mal.
Numa daquelas ‘lives’ fora da casinha que o presidente faz todas as quintas-feiras, ele tirou um tempo pra falar mal dos argentinos! Dos argentinos que vendem trigo pra gente pra caramba e compram os nossos carros como nenhum outro país!
Agora mesmo está correndo na internet – e no WhatsApp – um texto falando mal da Huawey, que é a fornecedora do tal do 5G da China para o mundo. O tal texto diz que os chineses estão querendo fazer maldades que o Partido Comunista deles preconiza. Bobagem! O sistema 4G atual é chinês e ninguém até hoje jamais levantou essa bola.
Como dito acima, há política internacional ruim pelo mundo e o Brasil parece ter optado por ela. O País anda precisando de emprego desesperadamente, a inflação está à espreita e os donos do dinheiro que procura retornos de 6% a 10% ao ano gostariam – como preconiza o ex-ministro Delfim Netto – de um país que agisse de forma inteligente para investir. E nós, estupidamente, ficamos a discutir fatos a anos-luz de nossa capacidade de decifrar o futuro, como as eleições de 2022.
Tem mais: o presidente da República que ora critica os europeus, que condenam as queimadas sem ter a exata dimensão do que realmente está ocorrendo no Brasil, é o mesmo que se acha em condições de tecer comentários acerca dos problemas internos argentinos. Isso tem nome: burrice. O cotidiano nos ensina que quem fala o que quer também ouve o que não quer. Pior: o nosso presidente fala bobagens homéricas ao tratar da conjuntura atual argentina. ‘Que vergonha do Warte’..!

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15 de novembro vem aí

Olá! Bom dia, leitor!
• Hoje, sexta-feira, dia 09 de outubro de 2020, é celebrado o ‘Dia Mundial dos Correios’;
• Também hoje se comemora o ‘Dia do Profissional de Consórcio’;
• A data também é de celebração do ‘Dia do Analista de Suporte’;
• Por fim, hoje é o ‘Dia do Atletismo’.

15 de novembro vem aí
Para quem já se esqueceu: o dia 15 de novembro cai num domingo neste ano de 2020 e é a data em que comemoramos a proclamação da República, ocorrida no ano de 1889. Foi um grande passo para o retrocesso, mas isso é assunto para outra coluna.
Em 15 de novembro próximo teremos eleições para prefeito e vereadores. E em Foz do Iguaçu, como é sabido, teremos eleição em apenas um turno – pois cidades com menos de 200 mil eleitores não têm o segundo turno, tá certo?
Serviço: como informado ainda em janeiro de 2020 nesta Gazeta, à época Foz do Iguaçu contava com pouco mais de 180 mil eleitores.
Voltando às eleições de 2020: o signatário vinha estranhando a ausência de panfletos, de santinhos e coisas do gênero quando é época de campanha. Mas o fato é que a pandemia da Covid-19 está presente, e estará, em todas as nossas decisões. Tudo o que se faz tem que levar em consideração as restrições que a pandemia encerra. E talvez nem mesmo o advento de vacinas ponha termo a nosso ‘novo normal’.
Mas eis que em minha caixa de correio apareceu um encarte de quatro páginas, que tratava, claro, de propaganda eleitoral de um ‘mandato participativo’ e com uma frase muito bem escolhida de Ghandi, a preconizar: “Quem não vive para servir não serve para viver”. Muito bacana!
O tal encarte – muitíssimo bem acabado (deve ter custado muito caro!) – trazia ainda uma espécie de anunciação: “Prestação de Contas” e abaixo segue-se uma série de realizações da candidata que quer se reeleger.
O encarte derrapa feio, muito feio, ao aludir a obras como a do viaduto na entrada da cidade, ampliação do aeroporto internacional, duplicação da BR-469, criação da Perimetral Leste e segunda ponte entre o Brasil e o Paraguai – iniciativas que, convenhamos, só tomaram corpo em função da boa vontade e do espírito público ímpar do senhor Diretor-Geral de ITAIPU Binacional, 'tá ok'?
O encarte lembra: nada disso seria possível sem os valorosos parceiros! Faz quem é um pouco mais de idade se lembrar de Dias Gomes e das passagens hilárias das novelas que satirizavam políticos e o seu mundo de realidade paralela: a candidata a reeleição à Câmara em Foz do Iguaçu chama de ‘parceira’ uma empresa que vai bancar cerca de 80% dos custos de obras que são 100% de responsabilidades alheias.

Pode isso, Arnaldo?
O signatário quer sugerir uma agenda à candidata: apresente um projeto que diminua de 15 (quinze) para no máximo 5 (cinco) o número de vereadores para Foz do Iguaçu. E no projeto inclua cláusula que estabeleça que esses 5 vereadores não serão assalariados, mas receberão ajuda de custo a ser discutida em assembleia e aprovada em referendo - interesse do cidadão, como dito no encarte.
Aí, candidata, é reeleição atrás de reeleição!

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