15 de maio de 2019
Câmara aprova requerimentos sobre segurança em caixas eletrônicos e fila de espera nos bancos
16 de maio de 2019

 

Projeção nefasta
O PIB deverá rondar 1,5%/2% neste ano, o que provocará um corte fatal no orçamento. E põe fatalidade nisso. Se os serviços já são afetados pelos cortes em decorrência da guerra pela votação da Previdência, tem mais essa agora.

 

Moro e o Supremo
Como diriam os velhos craques do futebol, a vida é mesmo uma caixinha de surpresas. E alguém tinha dúvidas de que a estratégia era mandar o Moro para o STF? O problema é saber se os ministros o querem por lá. Deveriam deixar esse projeto um pouco mais na incubadora, isso sim.

 

Flávio e o amigo
“Diga-me com quem andas e te direi quem és.” Isso é profético. Com as contas do primeiro filho investigadas, saberemos a quem pertence a má influência. Se ela é do amigo ou do filho. Ou se não é de nenhum dos dois. Justiça existe para isso. Podem anotar que é bem isso que Flávio Bolsonaro dirá, e o pai dele também.

Lojas francas e o desânimo
A crise jogou uma caixa-d’água gelada na cabeça de muitos empresários que brigaram pelas lojas francas. O Corvo cantou a pedra. Mas há um projeto em franco desenvolvimento. Basta o dólar mostrar a cara de que pode estabilizar um pouco mais baixo, que um grupo econômico da pesada colocará as cartas na mesa. É questão de tempo.

A vez dos shoppings
Prezado Corvo, não sei se reparou, mas as ruas em volta dos shoppings estão cheias de veículos. Sabe a razão? Os estacionamentos lotam rapidamente. Esses dias tive de desistir de ir ao Shopping Catuaí Palladium, algo que virou rotina em minha vida; sabe como é… pipoca, cinema… Minhas filhas armaram o maior berreiro quando dei meia volta. Havia um evento no hotel em frente, e o povo optou por estacionar no shopping, o que considerei uma sacanagem. Não é a primeira vez que isso acontece. Penso que publicar esta nota é uma maneira de ajudar os lojistas. Até isso, hein Corvo?
José Maria Araruna Neto

O Corvo responde: verdade, e sua nota não foi a única registrando o acontecimento. Segundo funcionários do hotel, havia muitas vagas no estacionamento, e as pessoas optaram por deixar os carros no shopping, o que é no mínimo estranho. Como o evento foi além da hora de fechamento das lojas, a administração do shopping ainda precisou deixar pessoas de plantão, caso alguma cancela do estacionamento estragasse. Ai se a moda pegar. Mas os shoppings estão no auge do movimento em Foz. Parece que ganharam a preferência da freguesia.

 

Fruet na rede
O deputado faz as postagens e dispara para todos os lados. Este Corvo adora ver as lives do soldado deputado. A última foi sobre saúde e uma ginástica que o prefeito Chico fez para prover atendimento ao povo. Acontece que não foi bem assim. O que o soldado não aceita, de jeito algum, é uma aproximação do governo de Foz com o Ratinho. Isso causa aquela ojeriza, e com direito a coceira. Se ele está certo ou errado, é o destino que dirá. No mais, Fruet — que é bom de mídia eletrônica — está exagerando no tempo de suas aparições. A última passou dos 20 minutos. O tempo ideal de uma live é, segundo especialistas, entre três e cinco minutos, e por uma razão: o compartilhamento. Os novos aparelhos entram no mercado com memória compactada, e isso complica no armazenamento.

 

Acerto dos grandes
Contaram para o Corvo que há ventos de mudanças na Câmara. O novo líder do governo, Rogério Quadros, está costurando — com a ajuda de uma conhecida eminência parda — pelo menos a metade dos vereadores que faziam oposição declarada. Há quem já tenha desabafado: “Essa briga não está me ajudando em nada”. Depois das conversas entre Ratinho, Bakri e Chico, então, o desarme parece ser geral: “Adeus às armas”.

 

A eminência
O que está dando um nó na cabeça da turma é a maneira com a qual Marcelinho Moura trafega pelo tabuleiro das negociações. Quando ele fazia a liderança do governo, era mais previsível, dava pintas para que lado ia; depois que o Quadros assumiu a função, Marcelinho mais parece o “gato risonho”, de Alice no País das Maravilhas, aquele que do nada some e já aparece em outro canto. Está atuando como pivô em jogo da NBA. Mas aqui entre nós, ele sabe fazer o papel. Os filósofos alemães deram um nome para isso: politik. Quem não estiver com preguiça que procure no Google.

 

Jogo de cena
Uma evidência dessas manobras são os recentes esperneios espalhados nas redes sociais. Isso não passaria de tentativas desesperadas de afastar vereadores das conversas com o governo, ou seja, tudo estava andando nos conformes e, do nada, alguém deu de espalhar um vídeo de arranca-rabo, para dificultar o acordo. Pode? Claro que sim, afinal em política o improvável tem mais chance de dar certo.

Continuidade
O deputado Bakri fez um meio de campo eficiente, bateu o recorde de tempo em manter o Chico e o Ratinho na mesma mesa, tanto é que a conversa começou em Foz, na sexta-feira, e se estendeu até ontem em Curitiba. As tratativas foram tão complexas, cheia de detalhes e frentes de atuação, que é provável que tenha sido necessário Chico e Ratinho dormirem juntos, mas com o Bakri no meio. Pela foto deu para ver a cara de sono do deputado. Hussein media conversa entre Chico e Sandro Alex. Não perguntem ao Corvo como conseguiu o registro.

Muito trabalho
Mas engana-se quem acredita que tudo isso é fácil para Hussein Bakri. Contaram para este colunista que ele perdeu uns 500 gramas na ginástica de aparar arestas entre Chico e vários secretários do governo Ratinho. Formou-se um novelo de confusões ao longo dos primeiros meses de governo. A tarefa de desatar os nós está sendo delicada. Seria mais fácil desmontar um campo minado. Palmas para o empenho e paciência de Bakri.

 

Em busca das lideranças
Caso o leitor conheça o jogo “Onde Está Wally?”, ou a série de livros de caráter infantojuvenil criada pelo ilustrador britânico Martin Handford, vai entender que se passa na política de Foz. Está mais difícil achar nomes para disputar eleições do que encontrar o Wally no meio de um desenho. Nomes não faltam, mas gente com a ficha limpa, isso está difícil.

 

Foto montagem

Quem quer o Nilton?
A noiva partidária da vez é o vice-prefeito e secretário de Saúde, Nilton Bobato. Como sabemos, ele deixou o PCdoB, mas duro é tirar o partido de dentro dele. Mas pelo que lemos na edição de ontem, ele está na mira do PTB. Mas quem conversar com o Nilton vai ouvir: “Ainda estou analisando”.

 

Vacinação antirrábica
As equipes do CCZ estão trabalhando duro. A raiva canina é um perigo. Aliás, devemos ficar de olho em cães e gatos, porque há suspeitas de morcegos infectados em algumas regiões. Mas depois de uma breve discussão ao telefone, o Corvo vai ligar para o povo da vacinação e pedir que visite a casa de um ex-vereador — e não é para vacinarem o cachorro, e sim o dono. Pelo que parece, devido à característica dos latidos e rosnados, um morcego andou matando a sede na jugular do rapaz. Ah, não esqueçam a camisa de força.

 

WhatsApp e o hacker
A regra é atualizar o “zap-zap”. Tem gente fazendo isso e não é por causa do servicinho sujo de hacker, e sim depois de ter enviado um pedido de socorro a um político. A dentada foi tão descarada que a mensagem vazou. Aliás, esse tipo de coisa, envolvendo a pessoa em questão, ou melhor, o mordedor, não surpreende. É coisa das mais corriqueiras. Depois de o assunto ameaçar acabar em BO surgiu a desculpa da clonagem. Que baita cara de pau!

Focinho enxerido
Corvo, respeito, e muito, as operações que realizam na fronteira. Elas são mais do que necessárias para manter as coisas em ordem. Mas tive de deitar o banco do carro para rir escondido quando um cachorrão enfiou o focinho na bunda de uma repórter que estava fazendo a matéria na estrada. A coitada levou um susto quando se virou e viu aquele bicho enorme com a linguona pra fora. Se fizer isso com a minha mulher, vai é levar uma mordida, e os dentes dela são afiados!
Mathias Jacuzzi

O Corvo responde: prezado, se a sua mulher não leva nada escondido, não há com o que se preocupar. Os cães farejadores prestam um serviço muito eficiente, sobretudo quando alguém esconde drogas em veículos. Repórteres estão acostumados com situações inusitadas assim.

Suspeita de dengue
Este Corvo está fora de combate por uns dias. Infelizmente não pode sair batendo asas por aí e, sendo assim, depende das informações dos corvinhos amigos. A febre subiu, as dores no corpo apareceram, e dá-lhe suspeita de picada de mosquito! Prezado leitor, se a sua suspeita é de “picadura” de mosquito, ou mordida de morcego, procure imediatamente um posto de saúde! Não vacile!

 

Dr. Marcelo
Corvo, ontem minha filha fixou a coluna do Dr. Marcelo no quadro que ela tem acima do monitor de computador. Passei pelo quarto da menina e dei uma lida nas recomendações, que são muito pontuais. Uma pena que as pessoas não levem mais a sério um meio tão ágil que é a rede mundial de computadores. Pensa no que isso nos ajuda? E como é que podem esculhambar a vida das pessoas assim? Parabéns ao advogado pelas colunas que tem escrito. Elas estão sendo de muita utilidade para os leitores. Deu segunda-feira, eu vou correndo ler a coluna do xará doutor.
Marcello Almeida Lhanes

O Corvo responde: a coluna do Dr. Marcelo Azevedo é de fato muito concorrida. As cartas para ele são publicadas ou enviadas para a sua apreciação. Obrigado pela leitura!

 

 

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