Avançam as tratativas para a volta de recursos do Estado ao hospital de Foz
15 de maio de 2019
15 de maio de 2019

Olá! Bom dia, leitor!​

– Hoje, quarta-feira, dia 15 de maio, é celebrado o ‘Dia Internacional da Família’;​

– Também hoje é comemorado o ‘Dia do Combate à Infecção Hospitalar’;​

– A data também é de celebração do ‘Dia do Assistente Social’; e​

– Por fim, hoje é ‘Dia do Gerente Bancário’.​

Vai vendo​

“A ascensão de (neo) populistas e a crise da democracia representativa têm sido temas constantes de diversos livros publicados, sobretudo, após 2016, ano que Donald Trump se elegeu presidente dos Estados Unidos. A principal virtude de ‘O Povo contra a Democracia’, nova obra do professor da Universidade Johns Hopkins Yascha Mounk, é explicar, em uma linguagem clara e direta, as raízes desse fenômeno, mesclando conceitos teóricos, pesquisas quantitativas e um olhar de repórter, ao descrever movimentos que aconteciam nas ruas”.​

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“Ele concentra parte do livro na análise de três razões que, segundo ele, estão por trás desse fenômeno: 1) estagnação econômica, desilusão com o futuro e incerteza (efeitos da crise de 2008); 2) surgimento das mídias sociais; 3) uma revolta contra o pluralismo étnico, o que gera discurso anti-imigração. “(…) Como o populismo é um fenômeno global, devemos procurar causas comuns à maioria dos países onde o populismo se espalhou nos últimos anos.” Segundo ele, não existe uma resposta “monocausal” – ou seja: só a crise econômica global, como muitos sustentam, não explica o recrudescimento do populismo em sua totalidade”.​

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“O ‘Povo contra a Democracia’ foi publicado nos Estados Unidos em 2018, antes da eleição de Jair Bolsonaro e López Obrador, populista de esquerda que assumiu a presidência do México. Mounk, que escreveu um breve prefácio à edição brasileira, lançada neste mês, compara a campanha do presidente eleito do Brasil com a de Donald Trump e afirma que Bolsonaro é ‘o mais poderoso adversário que a democracia brasileira tem em meio século’. E manda um recado que pode ser útil ao País e a outras nações: populistas são sempre ‘subestimados’ e não se percebe sua ‘astúcia’ enquanto se discutem suas ‘bravatas’. ‘Não se menospreza essas pessoas’, afirma Mounk”.​

As três notas acima foram repercutidas em artigo no Ex-Blog do Cesar Maia.​

Frase​

“Ela simplesmente não existe”.​

Do Major Vitor Hugo, deputado federal (PSL-GO), líder do Governo na Câmara, referindo-se à base do governo no Congresso. Deu na Veja.​

Pérola​

“O status tem a consistência do gelo: derrete diante do calor da batalha. Uma foto votando no ‘candidato certo’ tem uma validade semelhante a uma foto ao lado de uma cachoeira supostamente descolada ou um vulcão na Islândia.(…)​

O brega nunca tem razão. O descolado, por gerar a ânsia de status em você, sempre parece o certo. A dimensão estética do pretensamente chique se impõe como critério de verdade”.​

Do filósofo Luiz Felipe Pondé, em artigo publicado na Folha de São Paulo.​

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Sorte e saúde sempre!​

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