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Opinião

Bom dia, leitor!
‘Carpe diem!’
– Hoje, sexta-feira, dia 09 de fevereiro, é comemorado o ‘Dia do Zelador’;
– Aqui no Paraná comemoramos o ‘Dia de Ação Contra a Dengue”

Gilmar Mendes, o impopular
O agora só ministro do STF Gilmar Mendes (sim, na presidência do TSE agora está Luiz Fux) deu entrevista ao jornal Correio Braziliense, que perguntou acerca de sua mudança de posição em relação à prisão de condenados em segunda instância: “Isso é uma coisa muito complexa e, por isso, difícil de explicar. Em um passado recente, o Supremo admitia a prisão em segundo grau. Lá para 2008, naquele auge das confusões, ações policiais excessivas, esse tema foi trazido de novo. O Supremo disse que prisão definitiva só depois de trânsito em julgado. Abriu algumas exceções, decisões de segundo grau, quando o sujeito pudesse evadir-se, por exemplo. O sujeito recorreria preso”.
Com todo o respeito, o que a presidente do STF disse a respeito da questão desdiz Gilmar Mendes.

Gilmar Mendes, o impopular (2)
Mais da resposta de Gilmar Mendes ao ‘Correio’: “Aí veio esse novo debate que foi muito estimulado pelo caso do Luís Estevão, com excesso de recurso, ficou 10 anos no Supremo sob embargo de declaração. Isso não é só um problema da parte, mas também um problema das nossas disfuncionalidades”.
Perceba, leitor, que foi um nome na capa do processo, o do ex-senador Luís Estevão, que promoveu ‘o novo debate’. Já se o nome na capa fosse Idgar…

Gilmar Mendes, o impopular (3)
O ministro falou mais: “Então, o ministro Dias Toffoli trouxe esse debate e recolocamos a questão dizendo que, já em segundo grau, era possível, sim, determinar a prisão. Deixando os tribunais fazerem a avaliação até a suspensão da execução. O que ocorreu? Na prática, essa ordem do Supremo foi entendida, em geral, como uma ordem para executar a prisão em segundo grau sem nenhuma distinção. Passou a ser assim. Aí vêm os problemas”.
Curiosidade: quando o ministro se referiu a ‘prisão em segundo grau sem nenhuma distinção’, ele estava se referindo a uma distinção, por exemplo, entre Luís Estevão e Idgar Dias Junior? É só uma pergunta.

Esquerda ou direita? A reforma da Previdência responde!
Os petistas vivem a condenar seus adversários de serem ‘de direita’. Também vivem acusando o PSDB de representar os ditames do que preconiza o manual da direita. Tudo errado. Metade dos deputados federais do PSDB é radicalmente CONTRA a reforma da Previdência. Se quem os petistas dizem ser de direita realmente fosse, a reforma passaria com folga no dia 19 próximo. Não há direita no Congresso!

Esquerda ou direita? A reforma da Previdência responde! (2)
E inutilmente a senadora Gleisi Hoffmann foi ao Twitter: “Vamos barrar essa reforma da Previdência. Temos de obstruir os trabalhos no Congresso indefinidamente a partir de hoje. Não há como funcionar um Parlamento em que a democracia não está sendo respeitada”.
Pensando bem, a senadora pode estar a calcular: se a reforma não passar, terá sido por conta da luta contra essa impostura; se a reforma passar, a luta continua, quem sabe, na Câmara dos Deputados, em 2019.

A semana passa rápido e já chegou a sexta-feira, leitor! Tenha uma abençoada jornada, ok?
Sorte e saúde sempre a todos!

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GDIA