Opinião

E agora, Corvo?
7 de novembro de 2017
Na Geral
7 de novembro de 2017

Opinião

Bom dia, leitor!
‘Carpe diem!’
– Hoje, dia 07 de novembro, comemora-se o ‘Dia do Radialista’.
– Nesta data, em 1993, Ayrton Senna venceu o GP da Austrália, em Adelaide. Foi sua última vitória.
– Também nesta data, em 1825, foi lançado em Recife o ‘Diário de Pernambuco’, primeiro jornal da América Latina.

Implacável
Há pessoas que pouco falam e todos conhecemos gente assim. E sabemos que quando pessoas assim falam, falam de forma definitiva, lacrando.
Ultimamente muito se tem falado da questão de gênero em terras tapuias, não é? É. E uma dessas línguas pretas, observadora como são as corujas, definiu assim a cena política atual: “A política de gênero honra as tradições de Brasília. A primeira iniciativa conjunta de Carmen Lúcia, do STF, de Laurita Vaz, do STJ, e Raquel Dodge, da PGR, foi criar um feriado.
E Luislinda Valois, ministra dos Direitos Humanos, inventou a escrava de R$ 61 mil mensais.”
Dilma Rousseff não foi incluída porque certamente é considerada página virada, né?

Aécio Neves da Cunha
O leitor se lembra do fato ocorrido ainda no mês passado, mais precisamente no dia 17, em que o Senado da República derrubou a decisão do Supremo Tribunal Federal de afastar do cargo o senador Aécio Neves, certo? Foi um equívoco que manchará para sempre a reputação daquela Casa. E os desdobramentos a partir do que ficou resolvido no Senado aparece sem parar Brasil a fora.
Assembleias estaduais e câmaras municipais passaram a também derrubar decisões contra deputados e vereadores pegos em malfeitorias – leia-se, corrupção.
Em Mato Grosso o deputado estadual Gilmar Fabris, do PSD, que foi filmado ao receber propina de R$ 50 mil e preso em flagrante por obstrução à Justiça, saiu da prisão por ordem de seus pares.
A respeito do assunto, falou o senador do PSOL pelo Amapá, Randolfe Rodrigues: ‘A decisão do Supremo no caso Aécio Neves abriu a porta do inferno. E de lá estão saindo todos os demônios da impunidade’.
Este talvez seja o legado de Aécio Neves para Minas Gerais em particular e para o Brasil em geral.

Cotidiano
O Brasil teve um Ministro da Educação que não se deslumbrava e sabia da transitoriedade dos cargos. Chamava-se Eduardo Portella e morreu em maio último, aos 84 anos. Portella foi ministro do último dos governos militares da ditadura, tendo servido -portanto- ao presidente João Batista Figueiredo.
Portella foi demitido por apoiar uma greve de professores; à época pronunciou uma frase que ainda fala alto a respeito de seu caráter: “Eu não sou ministro, eu estou ministro”. Ah, se todos os políticos pensassem assim…
Agora mesmo PT e PMDB estão em avançadas negociações visando as eleições de 2018. Sim, as direções de ambos partidos sabem muito bem que juntos eles são fortes. Há não muitos dias os petistas chamavam de golpistas os mesmos com quem agora haverão de se aliar de modo a dar consecução a isto que está aí, certamente.
Lembrando a frase de Eduardo Portella, os políticos não estão contra nós. Eles são!

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‘Esse negócio de mulher querer ser homem, de não se sentir bem como mulher, arrancar os seios, ter barba… Olha, não adianta, viu? Quando for dirigir, o povo descobre…’

Boa terça-feira, leitor. Parece que a chuva se foi, né? Sigamos em frente, com energia.
Sorte e saúde a todos, por toda a vida!

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GDIA