Oeste quer debater novos pedágios nas rodovias e defende consórcios regionais

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A concessão do chamado Anel de Integração do Paraná termina em 2021, no entanto, representantes ligados ao setor produtivo, já defendem mais debates antes de realizar a nova licitação. No Oeste do Paraná, lideranças defendem a formação de consórcios liderados por empresários comprometidos com a região. A Ecocataratas, que administra a Br-277 de Foz do Iguaçu a Candói, faturou mais de R$ 6 bilhões nos primeiros 20 anos dos contratos. Somados os setores produtivos do oeste e sudoeste deixam R$ 300 milhões, ao ano, nas praças de pedágio do Estado. O valor, que encarece o custo final de transporte, é de quem paga a conta: líderes cooperativistas, diretores de unidades produtivas e a sociedade civil organizada, como o POD (Programa Oeste em Desenvolvimento), destacou O Paraná, em reportagem de Juliet Manfrim veiculada no final de semana. (Ronildo Pimentel Freelancer /Foto: Roger Meireles)

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