Não dá para entender

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Não dá para entender

O Corvo não é são-paulino, porém recebeu uma porção de cartinhas tirando sarrinho por conta da vitória do Palmeiras sobre o tricolor paulista. Sai dessa, jaburu! Mas os palmeirenses são assim, basta uma vitoriazinha de nada que ficam achando-se.

Pauleira
Senhor Corvo, na tarde de ontem, segunda-feira, uma rapaziada estacionou num bar em frente de casa (Porto Meira) e dá-lhe cachaça e som alto. E isso no início da tarde. Quando foram reclamar, um dos moleques atirou uma lata de cerveja no seu Antônio, um idoso que estava incomodado com o barulho. Corvo, a turma se revoltou e quase encheu os rapazes de porrada. Por pouco não apanharam feio da vizinhança. Bem que mereciam.
Maria do Carmo Munhoz

O Corvo responde: prezada leitora, isso não leva a nada. Deve-se chamar a polícia, e nada mais. Não dá para fazer justiça com as próprias mãos, por maior que seja a raiva. Vai demorar, mas um dia essa moçada aprenderá que a perturbação da ordem é um crime.

Política
Corvo, você não acredita que está na hora de alertar os eleitores sobre em quem devemos votar ano que vem? Aparecem uns caras bonzinhos, cheios de coisas para falar e tudo mais, mas na verdade são uns tranqueiras que, sabemos, vão aprontar com o nosso voto. Denuncie essa gente, Corvo!
Mário P. Ramos

O Corvo responde: prezado amigo e leitor, não cabe ao Corvo dizer quem é mocinho ou bandido na política. O eleitor é quem deve pesquisar e descobrir. A imprensa, sim, pode traçar um perfil dos candidatos, mas ainda é cedo; nem estamos em prazo eleitoral e só há pré-candidatos, e olha lá.

Protetor
Viu como são as coisas, seu Corvo? Se a gente fosse na onda de políticos oposicionistas, estaria feita a maior injustiça com o vereador Protetor Jorge. E que tal se cassassem o homem ou fôssemos fazer bagunça na frente da Câmara, como estavam incitando-nos? Hoje muita gente estaria com remorso. Agiram bem os vereadores aguardando o resultado na Justiça.

O Corvo responde: em teoria fizeram a coisa certa, mas foram criticados, e muito, nas redes sociais. Hoje as pessoas julgam e pré-julgam com muita facilidade, transformam um inocente em bandido e vice-versa. Há muitos maldosos fazendo a mentira virar verdade. Por isso, o formador de opinião deve estar atento e conferir as informações.

 

Até tu, Blairo?
É difícil acreditar que um homem bilionário, como é o caso de Blairo Maggi, envolveria-se em casos de corrupção, com valores que não aumentariam em nada a sua fortuna. É um dos maiores plantadores do planeta, sem contar a grande quantidade de negócios. O Corvo não defende, mas que é difícil acreditar, isso é.

 

Se a moda pega…
Quem se nega a pagar o pedágio simplesmente atropela a cancela. Segundo o site Diário das Cataratas (hospedado no Gdia), “pelo menos 30% dos casos registrados nas cinco praças de pedágio em São Miguel do Iguaçu, Céu Azul, Cascavel, Laranjeiras do Sul e Candói têm envolvimento de contrabandistas carregados com mercadorias e cigarros procedentes do Paraguai e também de caminhoneiros que se negam a pagar para passar pelas cancelas”. Segundo o jornal eletrônico, a informação é do Departamento de Atendimento ao Usuário da Ecocataratas, com sede em Cascavel. De fato deve ser um grande prejuízo, mas qualquer um que usa o trecho sente vontade de atropelar a cancela, ainda quando se depara com a falta de muitas coisas e paga uma grana alta para seguir viagem. Onde se viu, indo e voltando de Curitiba, o valor de um tanque de gasolina é só para pagar pedágio!

Demonstração
Os políticos que abram os olhos. No domingo, na eleição no Amazonas, quase 50% dos eleitores deixaram de votar. Amazonino Mendes foi eleito pela quarta vez o governador daquele estado, mas a abstenção deu um susto. Os especialistas em política acreditam que a população dará demonstração semelhante ano que vem, quando se escolherá um presidente, senadores, governadores e deputados.

Quem disse que não?
Há quem se queixe que Itaipu Binacional é uma “caixa-preta” e que ninguém consegue auditar o que fazem por lá, em razão da personalidade binacional. Deu para ver que não é bem assim. No episódio do apoio à entidade relacionada ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo, disponibilizaram uma enorme e completa lista de patrocínios de 2009 até os dias atuais. E haja apoio, especialmente no campo do desenvolvimento regional, uma das bandeiras de Itaipu. A binacional deu força institucional para muitos eventos, provavelmente muito mais do que ministérios, governos e afins. Iniciativas importantes existem e subsistem graças à mão que a Itaipu estende.

E as mudanças…
…elas continuam em vários escalões do governo federal. Em Itaipu ainda há um esquentamento de cadeiras, mas ao que se sabe, após a saída de David Campos, as coisas devem acalmar-se um tempo. Patrícia Iunovich vai, segundo disseram a este Corvo no sábado, assumir o setor de comunicação. Ela é jornalista e especialista na arte da assessoria de imprensa. Quem duvida que isso é uma arte, basta experimentar a sensação que deve ser falar bem daquilo que faz as pessoas, em geral, falarem mal. Por esses tempos é assim que funciona no setor público. Mas esse comentário do Corvo nada tem com a binacional, onde a comunicação tem sido importantíssima no esclarecimento de projetos importantes, como os que acontecem na área de meio ambiente.

Menos que o esperado
Apesar da divulgação, os números divulgados pela Guarda Municipal não agradaram a vários pastores evangélicos. No último sábado, a edição da 17ª Marcha para Jesus em Foz do Iguaçu teria reunido apenas 500 pessoas no evento religioso. A promoção é de igrejas evangélicas e organizada pelo Conselho de Pastores de Foz do Iguaçu (Copefi). Segundo a GM, cerca de 20 veículos e o mesmo tanto de bicicletas foram da Praça da Paz, na terceira pista, até a Avenida Duque de Caxias, ao lado da Ceasa. “Considerando que há quase esse número de templos em Foz [500], é temerário imaginar que apenas um ou dois fiéis ligados a cada entidade teria participado”, disse um pastor que pediu para não ser identificado. O Corvo vai apurar o número de templos devidamente instituídos em Foz, decerto menor do que a alegação do pastor, mas alguém garantiu que houve certa discussão sobre o horário da marcha e que isso teria prejudicado a tradicional iniciativa. Houve edições em que a Marcha para Jesus levou mais de cinco mil pessoas para as ruas, segundo uma informação.

 

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GDIA