Itaipu Binacional deverá ampliar as parcerias com Foz do Iguaçu e região

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Na primeira de uma série de pequenas coletivas, Silva e Luna informou sobre as obras e serviços que serão mantidos e a redução de gastos da ordem de R$ 1 milhão, somente com passagens aéreas dos empregados de Curitiba. O general fixou residência na cidade e assegurou que estará “junto com a tropa na frente de combate”. Leia a entrevista.

O senhor determinou a revisão de contratos e patrocínios firmados por Itaipu. Haverá diálogo com os municípios da região para comunicar essa decisão?
Já conversei com o governador, com o presidente da AMOP e com o prefeito de Foz do Iguaçu. Foi uma conversa muito boa, os três entenderam perfeitamente essa visão de austeridade. Não haverá perda nenhuma, vai ter ganho porque iremos empregar os recursos com qualidade e até aumentar o volume dos recursos que já estão sendo empregados nos municípios. Isso sem falar nos royalties porque isso é uma obrigação nossa. Fora isso, nos últimos anos foram empregados R$ 3 bilhões. É um volume considerável e, se for possível, podemos investir ainda mais, dependendo da racionalização que iniciamos.

Em relação ao escritório de Itaipu em Curitiba e Brasília, eles serão fechados?
Quando se construiu o Tratado de Itaipu, se pensou em duas sedes: uma em Assunção, outra em Brasília, podendo abrir escritórios onde fosse necessário. O Brasil optou em ter um em Brasília e outro em Curitiba e em Foz do Iguaçu. Minha ideia foi centralizar as ações em Foz, onde está a sede da usina, porque o contato com as pessoas se torna mais fácil. Isso não significa que eu preciso extinguir os escritórios de Brasília e Curitiba. Brasília é muito enxuto, tem três ou quatro pessoas. A vinda do pessoal de Curitiba para Foz será consequência, pois haverá uma redução considerável da estrutura.

Leia o restante da entrevista no jornal impresso ”Gazeta Diario”

Rogério Bonato e Adelino de Souza

Foto: Roger Meireles

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