General Joaquim Silva e Luna: “A finalidade da Unila não foi alcançada”

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10 de abril de 2019
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No começo a preocupação de Itaipu era apenas a geração de energia. Hoje ela é também um grande laboratório de conhecimento, com o PTI, carro elétrico, Unila, entre tantas outras coisas…
Essa é a área que eu deixei por último. Nós mudamos a estrutura de governança da Itaipu e temos agora uma secretária-executiva para eu poder me dedicar mais à questão macro, a política estratégica para a empesa, pois se errar aqui em cima não tem como corrigir lá embaixo. Essa secretária está trabalhando nesses últimos dias em cima do PTI. Entendemos que o foco do PTI deve estar voltado aos interesses da missão de Itaipu. O caso está sendo estudado, mas a ideia é que os projetos estejam voltados para a missão de Itaipu. Temos de colocar uma estrutura de pessoas que tenham esse viés técnico.

E em relação à Unila?
Quando foi criada, a Unila tinha uma finalidade que não foi alcançada. Se gastou energia, foram investidos recursos e, pelo que percebi, estão deixando as mudanças para depois, e esse depois nunca chega. Já temos pessoas encarregadas de fazer um estudo. A decisão estará com o Ministério da Educação, mas como interfere em Itaipu, nós também temos interesse em resolver. É desagradável ver alguma coisa errada que esteja acontecendo ao nosso lado, sem tomar providência, porque isso nos afeta de alguma forma. Portanto é preciso uma solução, e creio que iremos encontrá-la junto com o Ministério da Educação. Atualmente a Unila vem gerando desconforto porque está sendo utilizada para outros fins que a gente não abona.

Leia o restante da entrevista no jornal impresso ”Gazeta Diario”

 

Rogério Bonato e Adelino de Souza / Foto: Roger Meireles

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