Esquema de propina do pedágio travou a duplicação da BR-277

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Esquema de propina do pedágio travou a duplicação da BR-277

A duplicação da BR-277  entre Foz do Iguaçu e Cascavel deveria estar concluída ainda em 2004 se o contrato firmado entre Governo do Estado e Ecocataratas fosse cumprido à risca. Mas o esquema de propina em sucessivos governos foi adiando a obra e desfigurando o contrato por meio de termos aditivos infindáveis.

A denúncia, assinada por 18 procuradores do Ministério Público Federal, foi detalhada nesta terça-feira (29) em entrevista dos procuradores Deltan Dallagnol e Diogo Castor de Matos. Todas as concessionárias no Paraná foram envolvidas no processo que denuncia um esquema perverso, responsável por prejuízos milionários à sociedade e mortes nas estradas que não foram duplicadas e que levaram à prisão de Beto Richa e uma penca de assessores. O MPF sustenta que até mesmo a licitação, realizada durante o governo Jaime Lerner, foi mascarada em uma espécie de “acerto entre as vencedoras”. Depois da licitação tiveram início os aditivos fraudulentos, os atestados frios e o maior esquema de propina na história do Paraná.

Adelino de Souza Freelancer / Foto: Roger Meireles

 

 

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