Efeito

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Título
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Efeito

Todo mundo espera soluções geniais por conta dos políticos. E eles começam bem, arranjam sacadas eficientes com boa projeção posterior, na base do marketing calculado. Claro, isso, afinal de contas, é um trampolim. Mas como diria o Chapolin Colorado, não se pode contar com a astúcia. Um exemplo é o que acontece com o prefeito de São Paulo, João Doria, que começou acima da média, fez, pintou e bordou e, mesmo assim, não agradou, é o que dizem as pesquisas. O Datafolha avaliou que Doria despencou nove pontos; possui 32% de aprovação, e 55% garantem que não votam nele para presidente. É um que já pode tirar a égua da chuva.

Não será fácil
Está uma dureza escolher um presidente, pelo menos assim antecipadamente. O que vemos é o fenômeno Lula, subindo apesar dos escândalos; e na sequência os radicais, tipo Bolsonaro e Marina Silva. Ô vida! Até acreditei que o Doria despontasse como uma nova liderança nacional.

Carência
Essa carência de novos líderes cansa. Só são vistas tranqueiras por todos os lados, ou fisiologistas. Mas isso é um problema enfrentado pela humanidade; mirem o recente resultado na Alemanha, onde até os nazistas ressurgiram. Que loucura.

Complicação
Aliás, o mundo está esta balbúrdia estacionada, sem nos dar uma chance de vislumbrar um futuro otimista, com as pessoas vivendo em paz. Bom, isso não acontece nem em ficção. A intranquilidade humana é genética. Alguém já reparou que até nos filmes, quando o mundo é ordeiro e civilizado, os ETs é que aparecem para esculhambar tudo?

Pés no chão
Se por um lado há descrença no surgimento de novos líderes, há um otimismo quando o assunto é saneamento. Os canalhas e bandidos estão aos poucos sendo expurgados da vida pública, e isso devemos à Justiça, polícia, Ministério Público e imprensa, pois se as mazelas não fossem noticiadas, e consequentemente abafadas, a opinião pública não faria uma avaliação tão cruel quanto ao ambiente político.

O otimismo
Estamos assistindo a uma guerra entre os bandidos, que fazem força para se manter no poder, e a lei, no sentido de uma purificação do ambiente. Mas cadê a nova geração? Onde estão as pessoas que deverão preencher o espaço? Se não cuidarmos, a corja tomará conta e se apoderará de vez.

Convulsão
O Brasil atravessa essa revolução entre o certo e o errado, e o cidadão assimila esse esforço para combater o que não é bom. Há batalhas desde o Congresso até os morros, e há quem ligue uma coisa a outra quando se descobre que políticos eram bancados por traficantes e que dinheiro de corrupção compra até armas. Ou o Brasil sacode a poeira e dá a volta por cima, ou se enfia de vez no buraco onde já está faz alguns anos. E dá-lhe crise política. Este final de 2017 e o início de 2018 prometem emoções. Tomara que elas não causem danos à economia. É pra ver que é difícil vencer a força de trabalho do brasileiro; o país caminha sem políticos, com o peso dos corruptos e em meio aos escândalos. Dá para se ter ideia de que país fenomenal formaríamos sem tudo isso, com as coisas no lugar. Um bom dia e boa semana a todos.