No Bico do Corvo

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24 de julho de 2017

Assista aqui, filme inédito do Superman

Sem o “K9”

Acreditem, Foz do Iguaçu poderá ficar sem os cães que fazem o serviço de “farejo” de materiais suspeitos como drogas e derivados químicos explosivos. Vem de longe, a prefeitura não cumpre o contrato e desta vez, tudo indica que ele nem será renovado. Enquanto os cães apelidados de “K9”, em decorrência de um filme norte-americano, fazem sucesso até nas novelas brasileiras, em Foz, só falta os policias farejarem eles mesmos os suspeitos. Já atuam além do possível e o que seria do povo sem a Guarda Municipal? (Foto)

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 Famoso

Os dois cães que fazem o serviço em Foz são mais famosos que a Lessie e o Rin-tin-tin; prestam serviço até para a Polícia Federal, pois além de bem treinados se tornaram uma espécie de mascotes avançados em muitas operações. Estão aptos inclusive para situações de salvamento. Quem sabe o prefeito fique mais por dentro da situação e passe a caneta na papelada, no sentido de manter o serviço em favor dos iguaçuenses.

 

Nas quadras

Seo Corvo, fui assistir ao jogo do Foz Futsal para Liga Nacional e fiquei muito feliz com o resultado: 3 x 1  em cima do Copagril! O ginásio estava lotado o que demonstra a confiança da torcida no nosso time, em 4º no ranking da Liga. Mas eu fiquei feliz mesmo em ver a placa do nosso Gazeta Diário em volta da quadra. Parabéns pela cobertura e parceria (Foto)!

Marcel Belusso Ferreira

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O Corvo responde: prezado Marcel, a parceria se dá em todos os aspectos, porque nosso jornal valoriza os bens iguaçuenses e o Futebol de Salão é um deles. A meta deste jornal, segundo a diretoria, é apoiar todos os esportes, de jogos de fubeca, ao arremesso de celulares. Foz é uma cidade ultra esportiva, em todas as modalidades, poderia inclusive entrar na briga pela realização de um Pan-americano. Só falta a grana pra isso.

 

Bem que eu imaginava…

Corvo, sempre achei esse nome “Gazeta Diário”, simpático e mesmo o jornal novo, eu tinha a impressão de haver uma familiaridade com a nominação. Mas fique de cara em saber que se tratou de uma jogada de marketing. Semana passada, soube disso, por meio de uma entrevista que o Bonato concedeu à 97,7 FM e explicou que tudo foi proposital. Gazeta Diário usou um trampolim a partir do “Planeta Diário”, um jornal fictício, onde trabalhava o Clark Kent, ou seja, o Supermam disfarçado de repórter. Como todo mundo já ouviu falar no jornal dos quadrinhos e filmes, a empatia foi sintomática (Foto).

Júlia Macedo

Resultado de imagem para Planeta diário do Super Homem

 

 

 

O Corvo responde: é isso mesmo, prezada leitora. Nada se faz sem pensar e pesquisar. O Corvo revela que houve certa resistência quando a proposta do nome foi apresentada. Os proprietários queriam de todas as formas manter o nome “Gazeta”, claro, para aproveitar a onda movida pelo antecessor, apesar de outra empresa, outros funcionários, novo endereço, CNPJ, proprietários e tudo o mais. Para o conhecimento dos leitores, há mais jornais com o nome “Gazeta” do que pessoas com o sobrenome Silva. Houve um trabalho muito sério em matéria de documentos, marketing e logística para garantir o mercado, com a anuência dos anunciantes e assinantes. Os leitores nem perceberam, mas Foz ficou apenas cinco dias sem o periódico. Daí as pessoas foram às ruas, viram o jornal e começaram a se perguntar: é um semanário, uma nova revista, que jornal é esse? “É o Gazeta Diário”!

 

O Corvo complementa: já que o assunto somos nós, o Corvo agradece uma porção de elogios escritos sobre o novo canal do jornal na Internet, o “GDia”. Trata-se de um trabalho desenvolvido por meses seguidos pelo pessoal da empresa e a BR Digital, leia-se Saulo e Eduardo. Foi realizado um estudo gráfico e ele passou por todos os testes possíveis para depois ir parar na rede. E não para por aí, em breve teremos um “aplicativo”; quem baixar receberá um aviso sonoro cada ocasião que um novo fato for postado. É a tecnologia. Só está faltando agora criar uma plataforma alternativa para o conteúdo de finais de semana. Isso está na pauta e logo acontece.

 

Escolas sem partidos

Senhor ilustre Corvo, aproveitei a bela e ensolarada manhã de domingo para lhe enviar esta notinha: aprovo totalmente a posição e iniciativa da vereadora Nanci Andreola, para que professores não desperdicem o tempo em sala de aulas puxando o saco de partidos políticos, ou que candidatos não entrem naqueles locais para fazer campanha. Chega disso. Corvo, francamente, é por isso que as aulas de “OSPB” fazem falta. Dizem que se tratava de um ícone do governo militar, o que chamavam de “Ordem Social e Política Brasileira”, mas em verdade, só ensinava os alunos as regras constitucionais, direitos e deveres. Se houvesse aulas para a leitura da “Constituição Federal”, nosso livro de conduta, não teríamos tantos corruptos e pessoas se aproveitando do esforço coletivo. Por isso, político e a política partidária devem ficam bem longe das escolas. É até estranho uma proposta assim surgir de uma política, vai ver é por isso está sendo bem aceita, pois mostra a isenção e prova que nem tudo está perdido no segmento. Os alunos devem sim saber o que é um vereador, um deputado e um partido, mas isso não quer dizer que vão fazer propaganda das siglas.

Manoel Andrada de Souza (aposentado).

 

O Corvo responde: prezado seo Andrada, o Corvo teria o maior prazer em responder a sua brilhante nota, mas o Rogério Bonato pediu para fazer o serviço. Disse que ele mesmo tratará do assunto em sua coluna de hoje. Portanto, a resposta hoje é mais alongada na página 4.

 

Cabelo indiano

O Corvo publicou uma notinha para a edição de sábado sobre o sumiço no fruto de uma doação da Receita Federal para o Provopar. Seriam mechas e mechas de cabelo indiano que foram apreendidos quando tentavam cruzar a fronteira. Não se trata de cabelo sintético ou animal e sim, humano. Como a Índia é um pais com uma população acima de 1,3 bilhão de habitantes, naturalmente há um segmento muito produtivo na compra e venda desse produto. Como no Brasil, é normal saber que pessoas deixam o cabelo crescer para vender, ou em muitos casos doar para a confecção de perucas. Pois bem, o cabelo indiano doado para o Provopar teria simplesmente desaparecido. Onde é que foi parar? Pode ter sido destinado para muitos lugares, menos para a cabeça em pessoas em tratamento de câncer, conforme o argumento para receber a doação. O Corvo recebeu uma informação terrível na manhã de sábado, mas prefere entregar o assunto para as autoridades.

 

Investigação

Neste exato momento em que você, caro leitor, acompanha esta informação, pode ser que uma autoridade esteja apreciando com muita atenção o tema do cabelo sumido e o que há em matéria de documentos e denúncias sobre isso. Como todos sabemos, existe um mercado negro e paralelo desse “produto”, onde as madeixas são tingidas e separadas, de maneiras que se torna muito difícil a identificação. Mas alguém pode ter aberto o bocão. Isso ainda vai dar muito o que render.

 

Fio de cabelo

Contaram para o Corvo, que essa insistência em permanecer no Provopar, a custa de ações judiciais inclusive, é uma necessidade de ganhar tempo. O caso do “produto” indiano sumido seria apenas um “fio de cabelo” de um emaranhado. Faz tempo que segundo informações, pessoas estão de olho nas “ações sociais” de Foz e é daí que pode surgir mais uma fase da Operação pecúlio.

 

Felipe again

Todos as pessoas que assumiram o COMTUR prestaram excelentes serviços ao segmento. Mas a recondução de Felipe Gonzalez é a prova da credibilidade que acumula para a escalada dos números em Foz. Desde que Felipe, Piolla, Paulo Ângeli e demais companheiros empregaram uma “pegada” mais firme na área, só se ouve falar em quebra de recordes. É por aí. Sorte ao Felipe e pode contar com este Corvo para o que necessitar!

 

Natais

Houve sim um tempo em que as festas do Gramadão reuniam milhares de pessoas. Era a chamada Festa de Natal de Itaipu. Depois, por insistência de muita gente, o evento foi parar na Praça Bartolomeu Mitre e com a ajuda da Binacional, foi um sucesso. Só acabou porque Reni desistiu de fazer a casinha do Papai Noel, o que foi um erro, aquela humilde iniciativa poderia se converter na única obra efetiva de seu governo. Mas nem assim o bom velhinho teve o reduto para receber as criancinhas. Agora Itaipu anuncia a nova parceria. Papai Noel pode baixar o trenó, o Natal está mais do que garantido!

 

Sumiço do Chico

A coluna do Chico de Alencar não saiu no sábado e como ele é conhecido por jamais falhar, o que não faltaram foram os telefonemas querendo saber o que houve com o nosso decano. Não houve absolutamente nada. Chico achou que havia enviado o texto, mas ele não chegou à redação. A coluna volta na edição de amanhã e mais do que atualizada.

 

Olimpíada

Pois bem, o Corvo já viu que as Olimpíadas das Artes, Saber e Esporte, voltarão a encerrar e com isto festejar o final dos anos leitos em Foz do Iguaçu. O governo Chico Brasileiro se mostra favorável ao rentrée do evento, um show entre alunos, mestres, diretores e pais. Chico mesmo já premiou muitas crianças em várias edições. Se tudo correr bem, na festa de abertura, quando há o desfile das escolas, tal ocorre com as delegações nos Jogos Olímpicos, alguém entrará correndo com a tocha pelo ginásio Costa Cavalcanti e acenderá a pira olímpica. Só faltava ser o Paulo Mac, de calção, portanto o fumegante pau de fogo emprestado por alguém que fez o revezamento Olímpico em Foz, e, depois da pira acesa, caminhará até o Chico e apertará a sua mão, ponde fim ao cenário de discórdias. O Corvo tem uns sonhos esquisitos

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20 de julho de 2017

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