Confraternização

Papo de buteco
13 de setembro de 2017
Bom dia, leitor!
13 de setembro de 2017

Confraternização

Então, a deputada Claudia Pereira admitiu que mantinha encontros regulares com os demais envolvidos nos casos desvendados pela Operação Pecúlio, mas tudo não passava de ocasiões de confraternização após o horário de trabalho. O que será que comemoravam tanto? O sucesso da administração é que não deveria ser.

Nomeações
E a deputada admitiu que manteve contato com os responsáveis pelas ações de gabinete sobre nomeações. As indicações seriam para a área da Ação Social, na qual ela militou até eleger-se para a Assembleia Legislativa. Em todo o caso, não negou a influência política.

“Criticar é fácil”
“Mas a gente queria pessoas comprometidas, que fossem um pouco além do horário de trabalho. Então, muitas vezes, a gente fazia coisas que era voluntariado.” Nisso Claudia tem plena razão, até o Corvo concorda, pois, ao que consta, as pessoas eram por demais comprometidas e atuavam bem além do horário, só não se sabe ainda se isso era em favor do município. A coisa era de fato muito organizada, vide denúncias e o resultado. O horário de trabalho era pouco para tanta organização.

“Foz, eu cuido”
Esse era o slogan contagiante das ações de cidadania, e alguém duvida que cuidaram? Cuidaram sim, de tudo, daí a necessidade das confraternizações, algo que além do mais unia o grupo após o horário de expediente e dava forças para enfrentar as dificuldades. Que barbaridade. Claudia ainda não foi denunciada, o que pode mudar após a recente oitiva.

Motoristas bêbados
Seu Corvo, interessante o fato de que a cada hora é flagrado um motorista bêbado. Mas o senhor sabe dizer quantos seguem caminho colocando em risco a vida dos demais que utilizam as ruas e estradas? Se a PRF fosse pegar pesado, flagrava um a cada minuto. O índice de embriaguez ao volante é muito mais alto do que se imagina, e as pessoas só se dão conta disso depois de se envolverem em acidente. Digo isso porque sexta-feira passada, lá pelas 23 horas, ia indo para casa e na minha frente tinha um “peru de Natal” ao volante, cambaleando na pista. Não sei como não acertou um poste. Daí um taxista parou o “pudim de cachaça”, e ele ainda quis encrencar. Como pode isso? Bebem e se tornam machões? Que coisa isso.
Mariela Gonçalves

O Corvo responde: verdade, quem bebe e pega no volante é um potencial causador de acidentes, porque tem os reflexos alterados, mas vai explicar isso para milhares de “ases” do volante. Tem gente que tem coragem de afirmar que fica melhor ao “firmar o pulso”, depois de um gole de cachaça. E o pior é que os inocentes pagam a conta.

35 mil
Novo recorde, né Corvo? Haja gente para contemplar os cenários do Parque Nacional. E vos digo, ave negra de rapina, apesar dos movimentos até que tudo estava bem organizado, até no setor do trânsito. Sempre enviei cartas criticando a bagunça das filas e reclamações dos visitantes, mas não sei dizer a razão das coisas estarem beirando a perfeição no feriadão de 7 de setembro.
Nair de Paula Souza

O Corvo responde: dona Nair, há feriados em que tudo dá certo, no entanto em outras datas não. Mas uma coisa e outra fazem parte do segmento de turismo, uma vez que o mundo quer ver os nossos atrativos. Quem viaja pelo mundo sabe que é assim e nem liga muito. O Corvo ouviu muitos comentários positivos neste final de semana. Ponto para quem ajuda a cuidar do setor.

Eventos
Está havendo um grande conclame para discutir formas de atrair eventos para Foz do Iguaçu. Contaram para o Corvo que está nascendo mais uma iniciativa para a construção de mais um centro de convenções para a cidade. Tomara que agora acertem, porque vai ficar muito feia a existência de dois “elefantes brancos” sustentados pelo povo.

Já temos
O que não falta em Foz são “centros de convenções”, todos muito bem equipados, com excelente localização, mão de obra de primeira, tecnologia e tudo mais. Tudo isso já faz parte do rol de investimentos da iniciativa privada. Não seria o caso de criarem incentivo para quem investe assim?

O caso da viúva
Verdade, seu Corvo, sou testemunha disso, ou melhor, quando o rapaz de mente doentia se aproximou da coitada da velhinha dona de um hotel e aplicou-lhe um golpe. Entre outras, fez uma série de “papagaios” num banco, comprou moto, carro e, no final, ferrou a pobrezinha na Justiça. Ouvi falar que isso ia acabar voltando à tona, e os parentes podem contar comigo caso necessitem de testemunha.
JLJ (O autor pediu para não ter o nome publicado por medo de retaliações.)

O Corvo responde: mas isso é fato muito conhecido na cidade, entre outras situações desmedidas, vergonhosas. A batata já está assada, e faz tempo.

Bomba!
Atenção, atenção, o Corvo está de plantão! Está para ocorrer uma revelação de arrepiar o cangote de muita gente. Um depoimento pra lá de comprometedor vazou e vai balançar o coreto. Haja coreto! Como tudo o que o Corvo anuncia se cumpre, é só esperar.