Meio Ambiente não recebeu pedido do plano de resíduos do condomínio
11 de março de 2019
11 de março de 2019

 

Cartas ao Corvo
Atenção leitores: o Gazeta Diário apresentará um novo visual e também novos conteúdos. O impresso terá uma repaginação para encarar os novos tempos, e o mesmo acontecerá com o GDia. Aliás, o nome, ou abreviatura, poderá ser unificado tanto para o jornal como para o site. A empresa realizou uma pesquisa, e os leitores estão ligados em tudo o que é de fácil assimilação. O Corvo também receberá um tratamento especial! Saímos no lucro, quando pensávamos que seríamos banidos. Os leitores ganharão um canal exclusivo para manifestações. Aguardem, pois tudo acontecerá ainda em março. Enquanto isso, dá-lhe cartinhas!

 

IPTU
Corvo dos céus, hoje não vou conseguir o dinheiro para pagar o IPTU; e, assim como eu, há milhares de pessoas na mesma situação. Será que a prefeitura vai esticar o prazo? Estou contando com isso, porque infelizmente não tenho o suficiente para encarar o desconto! Se souber, avise-nos Corvo!
Mário Ribeiro Silva

O Corvo responde: prezado leitor, se o prefeito for conceder um novo prazo, infelizmente só saberemos depois. Se ele divulgar antes, a turma vai jogar-se nas cordas. Saiba que os pedidos para a prorrogação do prazo não são poucos, mas na opinião deste Corvo será muito difícil uma prorrogação. Contudo logicamente isso depende do resultado da arrecadação.

 

Semana intensa
Um assunto predominará nos noticiários e na opinião da população: a reforma da Previdência, que deve entrar em discussão no Congresso nesta segunda quinzena. O presidente Bolsonaro quer que a aprovação se dê até a metade do ano, mas quem conhece o trâmite nas Casas de Leis acredita que vai longe até sacramentarem o assunto. Os economistas advertem: quanto mais tempo passar, sem reformar a Previdência, maior o prejuízo para o país.

Viaduto
Corvo, francamente não estou entendendo o desenho do viaduto da Costa e Silva. Parece bem diferente daquilo que foi proposto. Ele serve para entrar em Foz ou seguir para o Paraguai? Achei que fosse para melhorar o trânsito na entrada da cidade?
João Claudio Jansenn

O Corvo responde: pelo que se vê no projeto, o fluxo em sentido à BR-277 é que será facilitado, mas acabará aquele sufoco para atravessar a estrada; os motoristas poderão seguir para a Vila A e de lá para cá por baixo do pontilhão. Porém vamos conferir se é assim mesmo e voltaremos a escrever sobre o tema. Quem entende de trânsito diz que a bagunça será maior no trevo adiante, ao lado do Charrua.

CREA e o pente-fino
Corvo, li que o órgão fiscalizará as obras públicas em Foz. Mas o que farão na verdade? Aliás, Corvo, noto que nas obras há sempre uma placa do CREA, com o nome do engenheiro responsável. No caso do Conjunto Habitacional Castelo Branco, quem foi o engenheiro responsável e será que o órgão fiscalizou?
Pedro Serra

O Corvo responde: prezado leitor, certamente o senhor se refere ao Conjunto Duque de Caxias. Errou o nome. O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia fará a fiscalização de hoje até o dia 15 de março, e o objetivo, segundo o gerente regional do CREA-PR, é coibir o exercício irregular da profissão. Se houve isso com relação aos edifícios que formam o mencionado conjunto, saberemos nesta sexta-feira. Se bem que fiscalizarão obras em execução. Mas há grande curiosidade sobre o imbróglio que envolve a Caixa, Programa Minha Casa Minha Vida e, certamente, empreiteiros e engenheiros. Uma obra de grandes proporções, como um conjunto habitacional, com certeza possui vários responsáveis e corresponsáveis; todos afixam cartazes e placas nos locais.

 

O mundo é das mulheres
Corvo, fiquei muito ligado às comemorações do Dia Internacional da Mulher. Vi muita injustiça, a começar pelos atos de violência praticados contra mulheres indefesas; alguns deploráveis. Mas algo que chamou muito a minha atenção foi a revelação de que, em cada dez servidores da Secretaria de Educação de Foz do Iguaçu, nove são mulheres! E é verdade, porque certa ocasião, ao frequentar uma reunião de professores, praticamente não havia homem. Isso me fez lembrar a “professorinha” dos meus tempos de escola, que viajava duas ou três horas para chegar à escolinha antes dos alunos. É uma profissão nobre, hein seu Corvo?
Jossimar Guedes

O Corvo responde: vale lembrar que as professoras são guerreiras, porque nos tempos modernos trabalham em jornadas duplas e triplas, ou seja, ensinam do nascer do dia ao final da noite. E depois disso ainda cuidam da casa, dos filhos e dos maridos. Foi o que disse a professora Marli Queiroz, presidente do Sinprefi. Aliás, ela apenas nos lembrou, porque o esforço das professoras é conhecido por todos. Quanto às comemorações do Dia da Mulher, a violência infelizmente roubou a cena. A verdade é cruel quando os índices são expostos. Tomara que isso mude diante de tantos apelos e revelações de casos inimagináveis.

 

No caixa
Corvo, sou idosa e tenho sim dificuldades nos caixas eletrônicos. Primeiro porque sou baixinha e a tela às vezes é impossível de ser vista; ela muda de cores e fica escura, na posição em que estou. Por isso levo sempre meu neto ou neta para me ajudar. E quando dão de mudar o sistema? A gente fica anos treinando e, do nada, fica tudo diferente! Esses dias me queixei para o banco, porque havia um homem estranho bisbilhotando a operação que eu fazia. Ficava esticando o pescoço igual a um peru, querendo olhar a minha tela. E o povo do banco lá vendo tudo e nada fazia. As pessoas precisam respeitar os idosos e as linhas que demarcam o chão, de maneira que o espaço não seja invadido.
Maria Lúcia Amaral

O Corvo responde: é verdade, professora, há muitas pessoas inconvenientes tentando tirar proveito de idosos e pessoas menos esclarecidas nos caixas eletrônicos, e isso ocorre com mais frequência após o horário de atendimento. É preciso precaver-se. Quanto às mudanças nos sistemas, é necessário um pouco de calma, porque o desenho das telas visa a facilitar as operações. O negócio é respirar fundo, ter calma e procurar entender. Logo as dúvidas se desfazem.

 

Nas estradas
Corvo, toda a vez que posso leio a sua coluna e também o jornal no qual o senhor escreve. A propósito, peça para alguém passar em casa e apresentar as condições de venda para uma assinatura. Mas o que desejo lhe escrever é sobre outra coisa: aproveitei o carnaval para visitar minha irmã em Paraíso do Norte, próximo a Maringá, e passei alguns apuros na viagem. Primeiro porque errei a sinalização e fui parar no meio de um sertão. As placas são muito ruins, ou alguém andou fazendo sacanagem. Segundo é a dificuldade em compartilhar as estradas com esses malucos que nos ultrapassam a 200 km/h. E quando essa gente vem de encontro então? Fico pensando na grande tragédia que pode acontecer se um pneu furar! Corvo, o problema não é a gente ao volante, e sim os outros. E um detalhe: na tal operação de carnaval, não vi uma única viatura da PMR; e também não fui parado pela PRF. E na volta, Corvo, brotou o medo de assaltos, porque aparecia cada figura na estrada de dar pavor. Ainda falta muito para se viajar com tranquilidade pelas estradas paranaenses, que só sabem explorar quem resolve fazer um passeio de final de semana.
Lourival Dantas Fragoso

O Corvo responde: prezado, o Norte do Paraná anda um tanto “abandonado” quando o assunto é chegar a algumas localidades. Se as estradas com pedágios deixam a desejar, imagine as demais! Contaram para o Corvo que a nova proposta de administração dos pedágios propõe um cuidado maior com as estradas vicinais. Bom, quando isso vai acontecer é que a gente não sabe. Pelo que cobram, e roubam, o Paraná deveria possuir a melhor malha viária do mundo. No entanto ainda é uma das piores.

 

Padrão de fabricação
Prezado Corvo, tenho 72 anos e dirijo sem nunca ter sofrido um único acidente. Para falar a verdade, a única vez que fui parado pela polícia foi dentro da minha garagem, quando sem querer dei uma marcha à ré e atropelei a minha velha, que estava varrendo a calçada. Também, ela viu que eu estava saindo e não fez caso! Graças a Deus nada aconteceu de grave, mas levei pito dos policiais que foram chamados pelos vizinhos. Corvo, se o limite de velocidade nas estradas é 110 km/h e nas cidades é 60 km/h, qual a razão de fabricarem carros que alcançam 180 km/h, 200 km/h, 220 km/h e 240 km/h? Por que os fabricantes não limitam a velocidade? Não entendo certas coisas. Automóveis e utilitários como caminhões deveriam trafegar no máximo a 100 km/h, o que já estaria de bom tamanho.
João Carlos Lacerda

O Corvo responde: prezado leitor, há grande pressão nas montadoras para limitar a velocidade dos veículos. Pelo visto haverá sim uma redução na capacidade de dígitos do velocímetro, porque, segundo uma pesquisa, isso incentiva a velocidade. O advento dos veículos elétricos deve impor esse primeiro passo, de não ultrapassarem a velocidade permitida, sob pena de descarregar a bateria antes de alcançar o próximo ponto de recarga. Vai começar por aí o assunto. Na verdade haverá uma revolução no tema da mobilidade. O correto seria haver motoristas educados e autoestradas seguras, mas no Brasil isso parece sonho.

 

Quase uma comemoração
O número de acidentes não foi pequeno durante o carnaval, mas caiu segundo a Polícia Rodoviária Federal. No Paraná, oito pessoas perderam a vida e 177 saíram feridas em acidentes no Paraná. É o segundo ano consecutivo em que se registra queda no número de mortes. Mas foram constatados muitos casos de embriaguez ao volante e velocidades supersônicas, sobretudo por motociclistas. Respeitar o limite máximo de velocidade parece ser grande problema dos motoristas.

Mais papel?
Corvo, sexta-feira passei em frente à gráfica onde o seu jornal é impresso e vi uma baita carreta descarregando as bobinas de papel. Como moro bem perto, notei que a operação acontece todos os meses. Em fevereiro, pela mesma época, havia outra descarga — que, aliás, tranca a rua, né Corvo? Aqui vão os meus protestos. Puxa vida, quanto papel vocês usam, hein? E as bobinas são bem pesadas. Pode nos explicar um pouco sobre essa operação?
Manoel Boldo

O Corvo responde: prezado vizinho, o papel, obviamente, é a principal matéria-prima do “impresso”. Sem ele não existiria o jornal que você lê todos os dias e, sabemos, vai buscar o seu exemplar na gráfica logo cedo. Pois bem, as cargas pesam em torno de 45 toneladas, o que garante a tiragem do Gazeta Diário; houve mês em que o jornal recebeu duas cargas. Some tudo isso, divida pelo número médio de páginas, acrescente 10% ao peso, que é a tinta, desconte 6% de ajuste e terá a quantidade de exemplares. É uma questão simples de matemática. Usa-se o papel 760 canadense, que encaixa na máquina em bobinas, que são bem pesadas.

Dr. Marcelo e a novela
O advogado Marcelo Azevedo deu um tempo com a coluna em razão do carnaval. Como ele escreve às segundas-feiras e o jornal não circulou na semana do carnaval, a coluna é publicada hoje na página 4. A leitura vale a pena.

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GDIA