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Seleção
Corvo, estou vendo que os leitores estão cada vez mais apoiando o Foz Cataratas Futsal. Dá para notar por meio dos comentários festivos. A verdade é que faltava em Foz um objetivo esportivo para unir torcidas e levar o nome da cidade para todos os cantos do país. O futsal possui esse poder e é de certa forma um esporte mais barato que o futebol de campo, basquete e outras modalidades. É muito bacana isso!
Geraldo Oliveira

O Corvo responde: prezado leitor, o esporte une multidões e agrega um valor incalculável no índice de satisfação de uma comunidade. O Foz Cataratas tem atraído a atenção de milhares de pessoas, por isso está tornando-se um “bem iguaçuense”. E basta observar as contratações para ver o tamanho do investimento. Futsal não é tão barato assim. E o Foz está montando uma verdadeira seleção de craques.

 

Valores esportivos
Foz precisa dar uma sacudida no setor de esporte. Como vai o desenvolvimento de atletas na cidade? Onde estão os tenistas, enxadristas, velejadores, cavaleiros, maratonistas? Há centenas de ótimos atletas e vários considerados de ponta; o que falta é incentivo. O problema maior, pelo que se nota, é a falta de patrocínio. Muitas empresas deveriam adotar atletas. O espaço está aberto aqui para divulgá-los!

 

Primeiro sábado
Hoje é praticamente o primeiro sábado do ano, pois o da semana passada, dia 5, não conta porque estava inserido no feriado prolongado. O “mundo iguaçuense” começou a se mexer só depois do dia 7, segunda-feira passada. Para comemorar, haverá um baita churrasco no Boteco do Juca; quando os amigos se encontrarão para contar as facetas de suas viagens. Mas atenção, amigos, é preciso confirmar, ainda dá tempo de passar por lá logo cedo e garantir a dentada na carne de primeira!

Ratinho em Foz
Alguém encostou no governador Carlos Ratinho Massa e perguntou: “Será que o senhor vai quebrar o recorde da ex-governadora Cida Borghetti de visitar Foz? A média dela foi de duas visitas por mês”. E o Ratinho parou para pensar e não disse nada, mas escutou. Mais tarde disseram para o Corvo que o novo governo estuda uma espécie de “trem” itinerante. Tomara que o Ratinho não espere os trilhos da Ferroeste chegarem primeiro. Uma fonte confidenciou ao Corvo que ele estará muito presente na fronteira.

 

Ausências
Descontando o Chico Brasileiro, que anunciou as férias, muitos políticos não picotaram o cartão de ponto no evento que comemorou os 80 anos do Parque Nacional. É bom os desavisados saberem que é comum alguém ficar de “revesgueio” anotando quem aparece ou não. Embora isso não faça muito o perfil do novo governador, há quem adore ser prestigiado.

 

Evento técnico
Mas a cerimônia dos 80 anos do PNI foi muito técnica no campo das tarefas ambientais. Tratou-se mais da natureza do que da política. O que é “politicamente correto” estava na pauta das conversas e discursos.

 

Novo tom
Se os discursos do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e do governador do Paraná forem levados à risca, haverá muitas oportunidades de negócios no turismo sustentável. Salles compactua da visão de Bolsonaro, segundo a qual “o visitante dos atrativos naturais mais ajuda a cuidá-los que outra coisa”. Parques nacionais mais frequentados distribuem riquezas e ajudam nos alertas de preservação.

Só gente grande
O deputado Vermelho participou das comemorações dos 80 anos do Parque Nacional do Iguaçu e, como sempre, conversou com diversas autoridades. Ele disse pro Corvo que o ministro Ricardo Salles ficou impressionado com a beleza e grandiosidade das Cataratas. Na foto, Vermelho, Marcos Stamm (diretor da Itaipu), Gilmar Piolla (secretário da Indústria, Comércio e Turismo, o ministro do Meio Ambiente, Ricado Salles, e o prefeito em exercício, Nilton Bobato. Nosso amigo Bobato estava mais faceiro que ganso novo no meio de tantas autoridades. Explica-se: vice fica sempre esquecido, mas desta vez ele era o prefeito, de fato e de direito, em razão das férias do seu Chico.

Turismo, BR-469 e aeroporto
Depois da solenidade dos 80 anos do Parque Nacional do Iguaçu, o deputado Vermelho parabenizou o governador Ratinho Junior pelo posicionamento firme em defesa da duplicação da Rodovia das Cataratas, a BR-469, e da conclusão da reforma no aeroporto. Ratinho disse que não faz sentido Foz do Iguaçu não possuir um terminal que comporte voos internacionais ou uma rodovia com pista dupla. “Esses assuntos serão prioridades para o nosso governo”, destacou o governador. Vermelho reforçou junto ao governador a necessidade de agilizar essas obras.

Parque é exemplo
Ratinho Junior ressaltou que todo o planejamento da infraestrutura será feito de forma a alinhar a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento econômico do estado, visando sempre à geração de emprego, renda e riquezas para a população. “O Parque Nacional do Iguaçu é a prova máxima de que isso é possível. Talvez não tenha um projeto de tanto sucesso como esse, que preserve a natureza e promova a economia”, afirmou.

 

Cadê
Corvo, parei tudo para ver as Cataratas do Iguaçu na telinha do Jornal Nacional, na noite de quinta-feira, para lembrar o aniversário do parque. Show de bola. Mas veja, no telejornal regional, o repórter lembrou a importância do Santos Dumont para o parque, porém qual será a razão de a Globo ocultar isso?
Valéria Rangão

O Corvo responde: não é bem assim. O Corvo não vai defender a emissora, mas já fizeram até um Globo Repórter no qual essa história foi contada em detalhes. O jornalista José Hamilton Ribeiro, inclusive, lembrou o fato em uma de suas reportagens. Na edição do Jornal Nacional, diga-se, a homenagem foi muito bem prestada, contudo há recursos de tempo e a edição estava bem recheada de assuntos dos mais diversos.

 

Produzir cuidadores
O que mais há no planeta: destruidores da natureza ou cuidadores? Há quem de fato não dê a mínima quando ocorre um dano ambiental, mas presume-se que de uns anos para cá o nível da preocupação aumentou muito. Um reflexo disso são as multas aplicadas no Brasil, coisa que Bolsonaro quer acabar, entretanto alguém jura que, dependendo, os valores podem até aumentar. O presidente fala no abuso na aplicação das multas, porém ao que consta não condena os valores.

 

Por falar em multas…
Contaram para o Corvo que há uma nova onda formando-se com a mudança dos governos: “a vigília aos servidores”. Isso mesmo, agente público que pendurar o paletó na repartição e desaparecer, coisa que é comum, corre o risco de encarar processo disciplinar. Entenda-se o “caso do paletó” com mais abrangência.

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GDIA