Tenente-coronel Marcelo Pontes é o novo comandante do 34º BIMec
11 de janeiro de 2019
11 de janeiro de 2019

 

PNI 80 anos
O Corvo foi ao evento de aniversário do Parque Nacional do Iguaçu; na verdade, a Boda de Nogueira, ou Carvalho, da importante unidade ambiental, razão da sobrevivência financeira dos demais parques brasileiros nos quais não há visitação. A Floresta da Tijuca e o PNI sustentam praticamente todo mundo.

 

Festança
A comemoração foi uma espécie de “ode” à mãe natureza, com discursos sobre a preservação, coisa um tanto complicada de manterem em prática. Somente o Parque Nacional do Iguaçu foi invadido por caçadores e extrativistas de palmito várias vezes no ano passado. É um milagre saber da procriação de onças, por exemplo.

 

Conscientização
Mas entender que as pessoas estão, pelo menos, preocupadas com um dos mais sagrados chacras do planeta já está de bom tamanho. O Corvo se apropriou do termo “chacras”, do hinduísmo, do colega Chico de Alencar, que escreve isso desde os dias em que colocou os pés em Foz do Iguaçu, e olha que lá se vai meio século!

 

Temida beleza
Mas a verdade é aquilo que muita gente tem medo de dizer ou escrever: as Cataratas do Iguaçu, de tão enigmáticas, cujas quedas inspiram uma energia indescritível, são também um dos locais escolhidos para a despedida. Várias pessoas escolheram o local para passar desta para melhor. Sim, praticam suicídio, como fosse uma forma de ingressar no paraíso sem precisar fazer baldeação. O Corvo prefere curtir as belezas vivo, esperando que cuidem delas de um jeito a ponto de serem imortalizadas. Mas é difícil imaginar que o homem zelará tanto assim por suas dádivas, como é o caso da água, escassa em muitos lugares onde antes era abundante. Tomara que as futuras gerações aproveitem as Cataratas do Iguaçu.

 

Suplemento especial
Corvo, quero parabenizar você e toda a redação do nosso prestigioso Gazeta Diário pelo primor de trabalho realizado no cumprimento de 80 anos do Parque Nacional do Iguaçu. Li o jornal, como dizem, de “cabo a rabo” e fiquei impressionado com a riqueza de detalhes nos conteúdos. Vocês são “cobras” nesse assunto de fazer jornal! Parabéns!
Otávio Ilmann Pinheiro

 

“Primeira grandeza”
Prezado colunista, tenho a relatar o seguinte: desci até a recepção do edifício onde moro para buscar o meu exemplar do Gazeta Diário. O porteiro, seu Luiz, estava com o jornal aberto e, quando me viu, ficou meio encabulado. Mas fez questão de dizer: o jornal hoje está muito “bão”. Corvo, a edição do jornal de ontem estava pra lá de “bão”. Pensa a alegria de se deparar com o jornal da nossa cidade com quase 70 páginas, cheias de assuntos e coisas das quais nunca havíamos ouvido falar! Dá orgulho saber que ainda há impressos tão bem produzidos!
Mauro Santana Orval

O Corvo responde: prezados, ficamos deveras emocionados com depoimentos tão sinceros! Isso nos enche de ânimo e vontade de seguir cada vez mais firmes em nossa tarefa. Quem disse que o “impresso” está morto? Coisa nenhuma, quem pensa isso está muito enganado. Uma edição assim prova a atenção dos leitores, porque todo o esforço é dedicado a eles.

 

Animais em casa
Corvo, li na edição de ontem que os vereadores estão tramitando um projeto no qual cada cidadão não poderá ter mais que quatro animais em casa. Lá em casa tenho três cadelas e quatro gatos, todos tratados como filhos, então o que eu faço? Nunca vou deixar tirarem os meus bichos! E quando uma gata dá cria? Puxa vida, será que precisa ser assim?
Ana Lúcia Vinhedo

O Corvo responde: infelizmente precisa ser assim. A lei irá conscientizar a população sobre a necessidade de castração dos animais. Se as suas gatas, por exemplo, forem castradas, não encherão a sua casa de filhotes. De outra maneira, a senhora deve saber a dificuldade que é doar os gatinhos. Os protetores estão tendo grande dor de cabeça para equilibrar as finanças.

 

Muitos acidentes
Corvo, que barbaridade! Foz fechou o ano com 2,4 mil acidentes no ano passado? Que loucura! Uma média de 6,5 acidentes por dia? É por isso que a todo momento saem carros de bombeiros do quartel em frente de casa. E mais triste ainda é saber o número de pessoas machucadas.
Danilo Santos

O Corvo responde: é bem isso mesmo. A cada três horas alguém é atropelado, acidenta-se de moto, acerta outro veículo ou poste nas ruas de Foz. Isso sem contar outros tipos de acidentes. O trânsito em Foz, a exemplo do Brasil, é muito violento.

 

Nas estradas
Corvo, dei uma viajada esses dias e, ao voltar da praia, contei 12 acidentes no espaço de 800 km. Era carro trepado em árvore, caído em barranco, atropelado por carreta… Vi caminhões tombados também. Que doideira é aventurar-se pelas estradas!
Marília Fonseca da Rosa

O Corvo responde: em certos aspectos, viajar de carro é mesmo uma aventura. Paga-se uma fortuna de pedágio, não há duplicação em boa parte do trajeto e é um pulo para acontecer um acidente. E não adianta: aumentam as multas, criam mais infrações, colocam mais policiais nas estradas… e parece que nada resolve.

 

Ar-condicionado
Corvo, olhando os telejornais, vi uma matéria sobre o calor nos ônibus do Rio de Janeiro. As pessoas sofrem. Mas coitado de quem precisa andar no transporte público de Foz, onde o calor é muito mais infernal. Cadê o ar-condicionado nos ônibus? Que dificuldade, hein? E o preço da passagem, “ó”, só aumenta.
Flávio Horta

O Corvo responde: prezado, parece que haverá uma conversa bem grande sobre o setor de transporte da cidade em tempos vindouros. Poderá haver algumas surpresas. Mas sobre ar-condicionado, se é difícil andar sem isso em automóveis, imagine nos ônibus, que parecem chaleiras fervendo!

 

Foz Cataratas
Vai lá, Azulão, mostra que o futsal aqui é coisa séria! Vamos buscar o caneco nacional, porque para nós não tem Pato nem Marreco que metam medo. As novas contratações mostram que a equipe está cheia de vontade!
Leonel Carrasco

O Corvo responde: a equipe e a comissão técnica possuem muito mais do que vontade, estão derramando determinação! Sim, o futsal em Foz é levado muito a sério!

 

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