Famílias têm até o dia 26 de outubro para fazer reformas e pinturas nos túmulos
10 de outubro de 2018
10 de outubro de 2018

Tchau, queridos
Deputados federais que mandavam e desmandavam no Paraná foram mandados embora pelo eleitorado no último domingo. Ficaram fora figuras carimbadas como Valdir Rossoni, Assis do Couto, Edmar Arruda, Evandro Roman (esse não fará falta), Takayama, Alfredo Kaefer, Leopoldo Meyer, Luiz Carlos Hauly, Osmar Serraglio e Osmar Bertoldi.

 

Recado das urnas
O deputado Vermelho, que se elegeu com 70.001 votos, foi entrevistado na Rádio Cultura na manhã de ontem. Ele disse que “o povo, cansado de tantas barbaridades, deu seu recado muito claro para esta renovação”.

 

“Me transformaram num ladrão”
Valdir Rossoni, que foi presidente da Assembleia e chefe da Casa Civil do Richa, explicou assim a sua derrota: “Eu entendo o povo nessa eleição, mas sinceramente não entendo o Ministério Público, que faz uma denúncia com base em suposições, levando em conta o que um delator bandido falou, que entregou dinheiro para um terceiro e que este terceiro deu a metade pra mim. Me transformaram num ladrão. Após cinco anos investigando, justamente na hora, na semana da eleição, apresentam uma denúncia contra mim. A Globo só dá ouvidos ao bandido e produz uma novela que, claro, faz o povo acreditar”.

 

A bancada da bala
A chamada bancada da bala foi reforçada na Assembleia do Paraná. Dos 54 deputados estaduais eleitos, ao menos nove são ligados a setores militares, o que representa 16,66% do total. O delegado Recalcatti foi reeleito com 35 mil votos. Ele disse que será possível criar a bancada da bala, parecida com a que já existe na Câmara Federal. Detalhe: a bancada em Brasília é apoiada pela indústria das armas; nos estados não será assim.

 

Quem são
Fazem parte da chamada “bancada da bala” os deputados:
Márcio Pacheco (PPL)
Recalcatti (PSD)
Delegado Francischini (PSL)
Coronel Lee (PSL)
Delegado Fernando (PSL)
Subtenente Everton (PSL)
Delegado Jacovos (PR)
Soldado Fruet (Pros)
Soldado Adriano José (PV)

 

Em cima do muro
O candidato derrotado do PSDB à presidência disse ter sido traído por João Doria e que seu partido não irá apoiar ninguém no segundo turno. “O PSDB decidiu liberar os seus militantes e os seus líderes. Nós não apoiaremos nem o PT nem o candidato Bolsonaro. O partido não apoiará nem um nem outro e libera seus filiados e líderes para que decidam de acordo com sua consciência, com sua convicção e com a realidade de seus estados”, afirmou Geraldo Alckmin.

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