8 de outubro de 2018
Iguaçuenses votaram em peso em Ratinho Junior e Jair Bolsonaro
9 de outubro de 2018

Olá, caro leitor. Bom dia!
‘Carpe diem!’

– Hoje, segunda-feira, dia 08 de outubro, é comemorado o ‘Dia Nacional de Combate a Cartéis’;​

– Também hoje é comemorado o ‘Dia do Nordestino’ e o ‘Dia do Direito à Vida’;​

– A data também é de celebração do ‘Dia Mundial dos Cuidados Paliativos’;​

– Hoje é aniversário de fundação do vizinho município de Céu Azul (52 anos).​

Protecionismo​

“Com objetivo de criar uma indústria local e obter tecnologia de ponta, o Brasil viveu entre 1977 e 1991 uma política de reserva de mercado de informática. A falta de coordenação e de instrumentos eficientes e eficazes para atingir tais objetivos fizeram com que não se chegasse ao efeito esperado. A importância da abertura do mercado de informática, a partir do início dos anos 90, demonstrou que o protecionismo não mais encontra espaço no mercado mundial”.​

O parágrafo acima é de autoria de Hideharu Carlos Ikehara, aluno da UNIPAR. Como este signatário vive dizendo, nossos dirigentes padecem da visão estratégica obnubilada pela soberba militante, a arrogância narcísica e a ignorância infinita próprias dos chinfrins.​

Protecionismo (2)​

Se em 1977 o Brasil adotou a reserva de mercado de informática, na China o presidente Deng Xiaoping trabalhava pela adoção da economia de mercado para seu país. Seguindo dados fornecidos pelo FMI, a gente fica sabendo que, em 1980, o PIB da China era de US$ 202.458 bilhões e o PIB do Brasil era de US$ 148.915 bilhões.​

E segundo o mesmo FMI, em 2018 a estimativa para o PIB da China é de US$ 14.941.148 trilhões e para o PIB do Brasil, de US$ 3.389.438 trilhões.​

É fácil entender porque o PIB chinês é quase cinco vezes superior ao PIB brasileiro: a China hoje produz 75% de todos os celulares do mundo e 90% dos PCs.​

Protecionismo (3)​

O Brasil é um dos países mais fechados do mundo. Está aí uma pauta maravilhosa para o presidente que for eleito agora: calçar as sandálias da humildade, estudar a história de êxito de países como Coreia do Sul, China ou, ainda, dos Tigres Asiáticos, viajar até lá pra ver o progresso pessoal e localmente e assim não ter medo de ser feliz e pôr a mão na massa de modo a nos levar para o rumo certo.​

Oráculo​

“Como estão os eleitores nesta campanha?​

Eu tenho o grande prazer de andar sozinho pelas ruas, mantenho uma boa relação com as pessoas. Mas o eleitor está diferente. Estranhamente mais calado. É muito curioso. Já fiz campanha com o Ulysses Guimarães, com o Ciro Gomes. Havia, na rua, naturalmente os prós e os contras. Agora, as pessoas estão decididas e não querem perder tempo em discussões que, para elas, não vão levar a nada. Na campanha do Brizola de 1990, ao governo do Rio, ele foi eleito com 63% dos votos. Mas no comício final, em Nova Iguaçu, não tinha ninguém. Nem 50 pessoas. No carro eu falei: ‘Governador, eu acho que deveríamos ter mobilizado um público maior’. Ele respondeu: ‘Miro, o povo já decidiu. Por isso é que não foi’. Isso está acontecendo agora”.​

Do deputado federal Miro Teixeira (REDE-RJ) à revista digital Crusoé.​

Contato: idgar_dias@hotmail.com​

Acesse a Gazeta Diário na internet em www.gdia.com.br​

Viva a segunda-feira! Tenha uma excelente semana, leitor!​

Sorte e saúde sempre!​

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