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27 de setembro de 2018

Assad Barakat
Minha opinião sincera sobre Assad Ahmad Barakat: este jovem não tem nada a ver com terrorismo. É casado com uma brasileira e precisa de apoio, não apenas de seus compatriotas, como de nós brasileiros.
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Assim como milhares de libaneses, Assad fugiu da guerra e veio tentar a sorte na fronteira. Não teve a oportunidade de prosperar no comércio como tantos outros libaneses e pode até ter praticado algum pequeno delito, mas nada tem a ver com terrorismo. Pode notar que as acusações sempre partiram de norte-americanos financiados pelo sionismo internacional.
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Em uma dessas pequenas travessuras, visando ao livre trânsito na fronteira, Assad Barakat pode ter conseguido um passaporte falso. Não seria o caso de o governo paraguaio investigar e punir quem emitiu o documento falsificado em vez de crucificar Assad Barakat?

 

Encontro de terroristas
Encontrem outra história para mantê-lo preso, mas sem esta de terrorismo. A turminha dos EUA sempre viu chifre em cabeça de cavalo nesta fronteira. No passado, chegaram a publicar matérias em capas de revistas e jornais internacionais afirmando haver aqui uma grande célula terrorista. Nunca provaram nada. Lembro que na época o Bonato e alguns amigos ironizaram o fato e promoveram o “Encontro Internacional de Terroristas”, acabando com essa farsa.

 

Família Barakat
Não sei se Assad Barakat é parente ou não da família do amigo e engenheiro Mohamad Barakat, este que é empresário respeitado e que foi vereador e diretor de Indústria e Comércio por duas gestões e tanto fez pela nossa cidade. Se for, não tira o brilho e a honradez de Mohamad Barakat, até porque o sobrenome Barakat é tão comum no Líbano como Souza, Santos e Silva no Brasil.
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Eu conheço o seu Mohamad Barakat desde que ele tinha uma grande loja na Avenida Brasil (onde hoje está localizada a Magazine Luiza). Seu pai também foi um homem respeitado, acredito que tenha sido o primeiro mascate da cidade. Depois foram chegando outros libaneses que também foram mascates, prosperaram e vivem em paz.

 

Os libaneses de Foz
Não queiram, por favor, usar um caso isolado (quem sabe uma injustiça contra o pobre Assad?) para denegrir a comunidade libanesa da fronteira. Tenho muitos amigos entre os libaneses, além do Barakat, e poderia citar o Fouad Fakih, os Osman, Rahal, Omaire, Hamoud, Nasser… Homens sérios, de fibra, que ajudaram a erguer esta fronteira, que ocuparam cargos na comunidade… Por onde a gente anda tem uma casa, um prédio, uma entidade religiosa (como a mesquita)… construídos pelos irmãos árabes da fronteira. Nossa homenagem a essa brava gente.

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GDIA