26 de setembro de 2018
26 de setembro de 2018

 

IBOPE
O fato de Bolsonaro estacionar e Haddad crescer apenas três pontos faz parte do resultado do efeito paulada dos adversários, a começar pelo programa eleitoral de Alckmin. Mas é um resultado pífio, que elevou o protagonista em apenas 1%. A situação não é diferente para Ciro, que chegou aos 11% e não sai de lá. Pelo menos é o que mostra a última pesquisa do IBOPE, contratada pelo Estadão de São Paulo com o registro no TSE: BR-06630/2018.

 

Reforma eleitoral
Tão próximo das eleições, e o cenário é óbvio: haverá segundo turno, e os cientistas políticos dão como certa a disputa entre Bolsonaro e Haddad. Ambos estão consideravelmente distantes dos demais. E é aí que vem a discussão: a eliminação por etapas economizaria muito dinheiro dos candidatos. No atual quadro, apenas cinco candidatos atuam acima da faixa dos 5%. Os outros oito poderiam pegar o caminho de volta para casa.

 

Bolsonaro fala em atentado
O candidato diz que a facada teve motivação política. De certa forma ele está com a razão, porque o agressor disse que foi pela discordância de ideias, pois se sentia ameaçado com as propostas do Bolsonaro. Mas a Polícia Federal continua descartando o envolvimento de partidos ou outras pessoas.

 

Caso Adélio
O delegado responsável pelo caso em que o Jair Bolsonaro levou a facada, Rodrigo Morais Fernandes, está sendo ligado umbilicalmente ao governo de Fernando Pimentel e por tabela à ex-presidente Dilma Rousseff. É o que diz, e com certa ênfase, a imprensa especializada no “antipetismo”, uma modalidade muito praticada nos dias atuais. Aliás, o que não faltam são os “antipetistas” e “antibolsonaristas” em ação.

 

Rejeição
O índice aumentou para os dois candidatos que estão na ponta. Desde o início da corrida, Bolsonaro saiu de 37% para 43%, e o Haddad praticamente dobrou o desempenho, foi dos 16% aos 30%. O segredo da eleição está aí, na evolução da rejeição. E no segundo turno, com as prováveis adesões, esses números vão aumentar.

 

Educação Moral e Cívica
Bolsonaro quer que a disciplina volte às escolas. Segundo ele, é “incutir nos alunos o culto à pátria e ética”. Certamente trará de volta o Sugismundo e lemas como: Brasil, ame-o ou deixe-o!

 

Em terras paranaenses
A Província de Vera, como foi batizado o Paraná pelo Cabeza de Vaca, parece que não vê uma pesquisa desde o tempo das colonizações. A última, por meio de um instituto grande, foi realizada dia 4 de setembro. Pela Paraná Pesquisas, por exemplo, só aparecem números sobre São Paulo, Rio de Janeiro, tudo menos o nosso estado. Bom, pode ser que até a impressão desta edição algo tenha sido divulgado.

 

Na terrinha
Em Foz do Iguaçu há pencas de candidatos visitando os veículos de comunicação; é normal que alguns candidatos trombem pelo caminho e, no geral, parece haver uma certa cordialidade, aperto de mãos e aquelas conversinhas meio sem graça.

 

Deputados
Tudo leva a crer que os eleitores não dão a mínima para o tom agressivo de alguns candidatos, com isto tentando prejudicar os oponentes. O Corvo conversou com várias pessoas, e a impressão que se tem é a da consolidação do voto, ou seja, os eleitores estão saindo da faixa indecisa. Em momento assim, a opinião pública faz a diferença; é normal as pessoas saírem perguntando em que as demais votarão. É isso que move a onda na direção dos nomes em disputa.

 

Triste destino
E no meio dessas guerrinhas, o futuro não é nada promissor aos que propalam as intrigas e tentam aparecer à custa de denúncias rancorosas, conflitantes e, no fim, furadas. A eleição vai acabar, e essas pessoas vão entrevar-se de vergonha; sairão do pleito destroçadas moralmente, com a pecha de “divisoras de votos”, de terem atrapalhado a cidade, e pagarão o mico dos votos minguados. Pior, da maneira como estão agindo, terão dores de cabeça na Justiça, com pagamento de multa e até a exclusão temporária do ambiente político.

 

Reza a lenda
O Corvo e todos os moradores de Foz do Iguaçu, interessados no destino da cidade, sabem que algumas candidaturas que estão surgindo agora serão mais nocivas daqui a dois anos, quando ocorrerem as eleições municipais. Essas pessoas não elevam o nível da discussão política, apenas entram na disputa com o intuito de ganhar visibilidade. Mais atrapalham do que outra coisa. Isso é vergonhoso!

 

Venda de candidatura
Disseram para o Corvo que há um caso medonho nos bastidores. Alguém apareceu com ofertas indecentes, do tipo “me paga que eu caio fora e não te prejudico”. Este colunista fuçou a tarde toda em busca de uma declaração sobre o assunto. Não tenham dúvidas: vamos denunciar, pois esse tipo de prática é tudo o que não precisamos em eleições. A escolha de nossos representantes não pode ser um balcão de negócios, com gentinha visando a lucro pessoal.

 

Acidente no aeroporto
O que teria feito o jatinho deslizar na pista ao pousar? Andaram falando até em pneus carecas, o que é no mínimo hilário. Pode ser que a aeronave tenha sofrido uma “aquaplanagem” ou sido apanhada por uma rajada de vento, pois o tempo fechou, e bem feio, na hora do pouso.

 

Ai, as árvores
Enquanto levam um tempão discutindo a poda das árvores, elas continuam despencando em cima dos automóveis e em diversos locais da região de fronteira. A natureza por estas bandas é muito fértil, e estacionar ao lado de uma árvore nesta época é abusar da sorte.

 

Troncos caindo
Não vamos longe, há várias árvores no centro da cidade visivelmente inclinadas no sentido da rua, muitas com as raízes de fora. Um assopro, elas desabam. Com chuva é muito pior, porque os galhos e as folhas ficam mais pesados.

 

Pegando pesado
Corvo, tantas operações em Foz, e os índices de criminalidade aumentam. Será que isso resolve? Agora vejo helicópteros passando em cima da casa da gente, viaturas nas ruas, blitze, enfim, mais um rebuliço em nome do combate ao crime. Precisam lembrar que no meio disso, que mais parece uma guerra, existe uma cidade e seus moradores.
Gustavo Henrique Salles

O Corvo responde: prezado, o que não resolve é não fazerem nada. As operações de repressão aos ilícitos são muito necessárias e nos livram um pouco da sensação de insegurança. A população aprova qualquer medida que a proteja dos criminosos. Vivemos em área de fronteira e precisamos nos adaptar a esta realidade. E se possível colaborar com as autoridades, em especial contra o tráfico de drogas e armas.

 

A praça é nossa
Corvo, que maravilha a apresentação da orquestra chinesa na Praça da Paz! Até chorei de emoção e notei que outras pessoas ao meu redor também ficaram muito emocionadas. Deveria haver mais eventos assim. Afinal aonde é que foi parar a nossa orquestra, que vivia fazendo apresentações pela cidade?
James Rico

O Corvo responde: sim, a Orquestra Sinfônica de Zhejiang impressionou os que foram prestigiá-la na Praça da Paz, que finalmente mostrou para o que foi construída. Mas é necessário lembrar que orquestra sinfônica, banda, coral e os demais grupamentos musicais coordenados pela Fundação Cultural deixaram de existir assim que o ex-prefeito Reni Pereira assumiu o Palácio Cataratas. Foi um dos desastres culturais daquela gestão.

 

Gasolina e gás
O Ministério Público convocou revendas de gás de Foz para discutir irregularidades na venda de GLP. O encontro será logo mais, nesta quarta-feira, às 14 horas, no plenário do Tribunal do Júri (Fórum). Há muita gente causando concorrência desleal aos revendedores e provocando risco aos usuários. O Sinegás participará do encontro. Para Sandra Ruiz, que preside o órgão, “o objetivo do sindicato é fazer ações planejadas para orientar e defender os empresários do setor. Por isso, quando recebemos denúncias de irregularidades, temos a obrigação de encaminhar para os órgãos de fiscalização, como ANP e Ministério Público. Não podemos nos omitir diante de situações que não estão de acordo com a regulamentação”.

 

E lá vem aumento
Com a alta do petróleo, os consumidores que se preparem, isso vai refletir no preço dos derivados. A gasolina e o gás, que já pesam no bolso, devem aumentar. E em Foz não há abastecimento de gás para os veículos. Que situação…

 

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GDIA