22 de setembro de 2018
22 de setembro de 2018

Olá, caro leitor. Bom dia!
‘Carpe diem!’

– Hoje, sábado, dia 22 de setembro, é o primeiro dia da primavera 2018! Que beleza, né?

– A data é de comemoração do ‘Dia da Juventude do Brasil’;

– Também hoje se comemora o ‘Dia do Contador’;

– No contexto internacional, hoje é comemorado o ‘Dia Mundial sem Carro’.

 

História
Foi em 22 de setembro de 1928 que o médico e bacteriologista britânico Alexander Fleming descobriu a penicilina, a partir da combinação de diversas espécies de fungos do gênero ‘penicilinum’. O medicamento foi o primeiro antibiótico usado contra a pneumonia e tuberculose, doenças que na década de 30 eram consideradas incuráveis.

 

Fala que eu te escuto
“Poderia a defesa esclarecer de imediato por qual motivo essas empreiteiras e o referido empresário, com contratos na Petrobras e com condenações em acertos de corrupção em contratos da Petrobras, teriam custeado essas reformas de cerca de um milhão de reais no Sítio de Atibaia e que era por ele utilizado com regular frequência, o que facilitaria a avaliação do Juízo, mas até o momento ela não o fez. Ao contrário, ao invés de esclarecer os fatos concretos e contribuir com a elucidação da verdade, prefere a defesa apelar para a fantasia da perseguição política”.

Do juiz federal Sérgio Moro, explicando ao STF as razões de manter consigo as ações contra Lula.

 

A agonia de um sistema
“As leis e o texto constitucional não bastam para a saúde de uma democracia. Para além de regras oficiais, ela precisa de normas informais. A tolerância mútua – entender que o adversário é legítimo e não deve ser aniquilado – é uma delas. A outra é uma espécie de ‘reserva institucional’, ou seja, evitar o uso desenfreado de instrumentos legais que possam desgastar a estabilidade democrática.

A análise feita pelos professores de Harvard Steven Levitsky e Daniel Ziblatt em ‘Como as Democracias Morrem’, recém-lançado pela editora Zahar, é o ponto do texto que suscita maior reflexão no (e)leitor brasileiro.

Aqui, onde balas e facas foram direcionadas a presidenciáveis, a tolerância está em baixa. E como falar em reserva institucional quando dois presidentes sofreram impeachment em menos de 30 anos? Não se trata, explica o livro, de concordar ou não com os impedimentos constitucionais, mas de entender que afastar mandatários, mesmo com prerrogativa legal, desgasta a convivência democrática.

Diagnóstico preciso do atual modo de corrosão das democracias, o livro, sucesso nos EUA, joga luz sobre como os autocratas destes tempos chegam ao poder: não por meio de tanques, mas pelo voto. “O retrocesso democrático hoje começa nas urnas”, escrevem. Em contextos de crise, esses outsiders se apresentam como solução. Seu sucesso depende, na visão dos autores, de um endosso do establishment. Evitá-los, portanto, passa pelo oposto: a existência de partidos fortes e, se possível, unidos, capazes de freá-los”.

Do jornalista Caio Sartori, em O Estado de São Paulo.

 

 

Contato: idgar_dias@hotmail.com

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Tenha ótimos sábado e domingo, leitor! Até segunda, ok?

Sorte e saúde sempre!

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