15 de setembro de 2018
15 de setembro de 2018

Dólar na fronteira
Corvo, você deve acompanhar o que está acontecendo com a moeda norte-americana. O dólar chegou ao patamar mais alto desde a implantação do Plano Real. As importações estagnaram, os combustíveis vão aumentar, muitos dos insumos controlados pelo dólar também subirão, a começar pela área agrícola. A fronteira vai quebrar, porque os paraguaios e argentinos dependem daquela moeda. Haverá desemprego! Corvo encontre um jeito de nos ajudar!
Luiz Nascimento

O Corvo responde: sim! Claro que sim, prezado leitor, este Corvo vai telefonar agora mesmo para o Henrique Meirelles e pedir que abandone imediatamente a campanha e cuide desse problema!

 

Atuação do MP
Um representante do Senado, no Conselho Nacional do Ministério Público armou um grande banzé com relação às prisões no Paraná, em especial do ex-governador Beto Richa, pelo fato disso ocorrer em período eleitoral. O pedido à corregedoria deixou promotores e procuradores em pé de guerra.

 

Sai ou não sai
Para os políticos a prisão é uma literal desgraça, ainda mais se estão em franca competição pelos votos, mas para a turba, é algo para especular e em muitos casos, arranjar diversão. Alguém duvida se há apostas sobre a liberação de Beto e a mulher, hoje, no vencimento dos cinco dias de prisão temporária?

 

Ratinho liso
O desempenho do Carlos Massa foi razoável para bom, na entrevista da RPC ontem. O Ratinho mostrou que é mais liso que quiabo e mais rápido que o primo ex-piloto de Fórmula 1. Epa…epa…epa… o candidato não possui parentesco e nem próximo com o Felipe Massa. O Corvo está desopilando no sábado!

 

Longe das decisões
Ratinho Júnior disse estar tão envolvidos com as frentes de trabalho e obras, que mal tinha tempo de frequentar as reuniões políticas no governo.

 

Haddad na luta
Corvo, vou te dizer francamente: eu que sou “coxinha” quase chorei com a “carta do Lula”, empurrando o Haddad para a campanha, imagina o povo, que não é tão antenado? Esses marqueteiros são muito espertos. Tá certo que as minhas lágrimas são meio de crocodilo, mas esses emocionais de campanha mexem com a cabeça do povo. O que o senhor acha?
Isabella Fontes

O Corvo responde: há um profissional para cada sintoma coletivo. Nas eleições, apelam para tudo e obviamente conseguem provocar reações adversas. O Corvo tem assistido aos programas eleitorais. Num panorama geral, quem possui mais tempo, pode tratar dos temas que abordam a sociedade com mais calma, explorando o discernimento. Este Corvo não pode ultrapassar algumas linhas desse gramado eleitoral, porque pode levar um cartão vermelho, mas na observação geral, Haddad está tentando impactar em razão de entrar no processo mais para o final, do que no começo. Ontem, inclusive ele foi ao Jornal Nacional, beneficiado pelos pontos nas últimas pesquisas, e, pelo fato de encarar de vez a candidatura. Tudo é estratégia. Se fosse candidato, na época em que o JN fez as entrevistas com os mais bem pontuados, não teria chances de cavar um espaço. Enfim, nas eleições, a guerra nunca é dos candidatos e sim dos marqueteiros. O profissional nutrido de informações sociais eficientes, é que vai se dar bem perante a opinião pública. Em muitos casos candidatos são marionetes.

 

Lula nas campanhas
Corvo, veja como é o povo: minha empregada perguntou se eu acompanhava os programas eleitorais. Disse que via sim, mas parcialmente. Daí ela diz: seo Roberto, o Meirelles diz que fez isso e aquilo no governo do Lula; a Marina também, diz que foi ministra daquele governo e iniciou várias coisas; o Ciro Dias também, ele mostra fotos com o Lula; o Haddad então, falta colocar a máscara de papelão do Lula; poxa? O homem tá lá na cadeia e não sai da televisão? Que coisa hein? E eu, fico só ouvindo.
Paulo Roberto de Sá

O Corvo responde: prezado, boa parte dos candidatos ou foram aliados, ou pertenceram ao governo do ex-presidente. Ele exerceu dois mandatos e é natural que tenha causado influência. Mas o caso é que cada um faz a sua campanha e explora os pontos positivos. Ninguém defende o preso, pode notar. Já os adversários tradicionais, como é no caso de Alkmin, Álvaro Dias, Jair Bolsonaro e outros, agem de outra forma. Isso tudo tem um nome: Democracia e precisamos entendê-la, saber lidar com as suas adversidades. Taí um bom momento para aprender mais sobre isso, pois é no período eleitoral que temos a oportunidade de entender melhor a nossa política, independentemente da maquiagem, mentiras e verdades.

 

Nanci e as encrencas
A Justiça aceitou denúncia contra ela no caso do Rock In Rio. Ou melhor, pelo fato de usar um atestando para faltar no Legislativo um dia, e, frequentar o evento em outro. Mas é agora que o bicho vai pegar, inclusive para as pessoas envolvidas com o tal atestado; saberemos se o médico assinou ou não; se o intermediário, ou pessoa que foi buscar o papel fez coisa errada, e até mesmo se houve algum complô para prejudicar a vereadora, pois era evidente a sua participação nas eleições.

 

Nanci pós campanha
A vereadora andava muito ocupada enquanto candidata. Disseram para o Corvo que ela está devotando boa parte do tempo para se defender nos processos e segundo consta, disse possuir algumas cartas na manga. É pra ver como um simples atestado poderá complicar a vida de muita gente.

 

Canudinhos
E a vereadora Nanci Rafagnin Andreola entrou na discussão sobre o uso dos canudinhos em Foz do Iguaçu. Como sabemos o tema é debatido em muitas cidades, e, algumas aboliram o plástico usado para chupar o que há nos copos, latas e garrafas. Pelo projeto, os infratores podem ser multados em R$ 3.072,00. Em caso de reincidência a multa dobra. Que baita “preju” hein? Há duas soluções para quem gosta de usar canudos, uma é procurar pelos artefatos de papel reciclado, já abundantes no mercado; a outra é levar um canudinho de casa, do tipo metal, alumínio, bambu ou material reciclável. No Rio de Janeiro, muita gente carrega um canudo na bolsa, igual aos gaúchos, com as bombas de chimarrão.

 

Narguilés
O vereador João Miranda quer atualizar a Lei sobre as casas de Narguilé, ou os populares fumódromos. Ele justifica que Foz é uma colônia árabe, onde o costume faz parte dos hábitos culturais. Mas se o João der de visitar um desses estabelecimentos, notará que os árabes ou descendentes são quem menos os frequentam. Árabes em geral fazem isso em casa. Narguilés são extremamente prejudiciais à saúde e deveriam ser proibidos ou limitados como o álcool e cigarros.

 

O foguete e a lua
Essa encrenca seria mais ou menos semelhante ao fato de construírem um foguete e não contarem com astronautas, mas até numa situação dessas haveria solução. O exercício de procurar pelo em ovo é que causa sérias consequências; perder tempo é uma delas. Disseram para o Corvo que há vários motoristas capacitados e não estão em desvio de função, pois dirigem equipamentos pesados, como são os caminhões. No mais, o que impede contratarem a prestação de serviços? Ou mesmo requerer um concurso? O foco não é a falta de gente, ou o que fazem os operadores, e sim, a necessidade de suprir a comunidade de benfeitorias, ou seja, reverter em obras o que é oriundo da arrecadação de taxas e impostos.

 

Vacinação
Corvo, juntei os bichinhos lá de casa e levei no CCZ. Moro do outro lado da cidade e desavisado, fui na parte da tarde. Lá descobri que só atendem das 8h às 14 horas. Mas no fim, entenderam o meu esforço e atenderam da mesma maneira. Foram muito atenciosos e gentis. Fiquei até um pouco constrangido, mas não precisei insistir. Não demorou apareceu um agente com as seringas e vacinas. O povo lá sabe que a situação é grave. São muito conscientes. Mas a vizinhança ainda quer saber se o CCZ vai fazer uma itinerante. Sabe dizer alguma coisa Corvo?
Manoel Silveira Gomide

O Corvo responde: este pássaro é solidário ao esforço do CCZ. A redação entrou em contato com o Dr. Carlos Santi, responsável pela área. Ele revelou que estão realizando todo um levantamento para as equipes itinerantes, mas não se trata de uma ação a curto prazo, porque levaria meses para cobrir toda a cidade. Naturalmente, alguns bairros serão atendidos antes que outros e em razão disso, os moradores precisam ter paciência. Estão, portanto, na fase do planejamento, mas o programa de vacinação deve começar em breve. Aguardam pela aquisição de alguns equipamentos, inclusive tendas, para facilitar o atendimento. As equipes, no início duas, estarão dois ou três dias em cada localidade. No momento, avaliam as áreas de maior risco epidemiológico.

 

Águas termais
O ministro do Turismo descobriu a América! Disse que Foz possui potencial para o desenvolvimento de águas termais. Disso todo mundo já sabe, o problema é furar um poço até o aquífero, coisa que custa uma banana de dinheiro e pior, diante das dificuldades de se conseguir licença ambiental. Falar é muito fácil. Muito há que mudar até fazerem valer o rótulo de área termal.

 

Foz e as Termas!
Refrescando a memória, Foz já disputou o título de capital das águas termais, quando construíram um baita parque nas proximidades do aeroporto e Parque Nacional. Apesar da penca de títulos vendidos, o negócio não andou; pelo contrário, faliu; fechou. Bem, hoje os tempos são outros. Veremos no que isso vai dar.

Inês e os motoristas
Chico quer complementar o parque de máquinas da prefeitura e para isso acontecer, terá que adquirir tratores, roçadeiras e outras maquinários pesados. Está providenciando recursos para tal. Se não fizer isso, terá que funcionar o rolo compressor que serve de monumento em frente ao DRM, uma máquina que de tão antiga, parece ser movida a vapor. Mas do outro lado, a vereadora Inês Weizemann, do mesmo partido do prefeito inclusive, faz as vezes de opositora e quer saber se haverá operadores para as novas máquinas.

Share

GDIA