13 de setembro de 2018
13 de setembro de 2018

Olá, caro leitor. Bom dia!

 

‘Carpe diem!’
– Hoje, quinta-feira, dia 13 de setembro, é comemorado o ‘Dia do Agrônomo’;
– Também hoje é comemorado o ‘Dia do Programador’;
– A data também é de comemoração do ‘Dia do Chocolate’; e
– Hoje também se comemora o ‘Dia Nacional da Cachaça’.

 

Radioativo
Igor Gadelha, repórter da revista digital CRUSOÉ informa que ‘PP e PSDB pressionam o ex-governador tucano Beto Richa a desistir da candidatura ao Senado pelo Paraná nas eleições deste ano. No PSDB, a avaliação é de que Richa poderá prejudicar não só candidatos tucanos no estado como a campanha de Geraldo Alckmin ao Palácio do Planalto. Já o PP quer que ele desista para evitar ainda mais desgaste para a candidatura à reeleição de Cida Borghetti ao governo paranaense’.
Noves fora o fato de que não se tem notícia de pessoa alguma que tenha se dado ao trabalho de ir até as imediações do GAECO gritar ‘Bom dia, ex-governador Beto Richa’ ou ‘Boa noite, ex-governador Beto Richa’, há que se considerar que eleição livre e sem corruptos não é fraude, certo?

 

Os jovens, esses infelizes
“Arriscaria dizer que as escolas estão hoje entre as instituições mais perdidas na face da Terra. Não avançam um milímetro além da autoajuda e da pedagogia positiva (nome diferente para a miséria motivacional praticada em palestras no mundo corporativo).
O mundo “em rede” só piora a demanda de ser aceito. Se, antes, a ansiedade do reconhecimento e do afeto era uma “obrigação” que os ligava a um máximo de 30 pessoas a sua volta, hoje, com todos os “likes”, esses jovens viram um poço de ansiedade por reconhecimento, relevância e afeto. Até a pizza que comem deve ser reconhecida como uma “pizza que vale no Instagram” (“instagramworthy”).
Enfim: talvez a primeira coisa a ser feita é reconhecer que nunca existiram tantos jovens infelizes caminhando sobre a Terra. Engraçado: justamente quando o mundo se transformou num parque temático de “inteligência”, riqueza, direitos, tolerância e esbanjando gente bacana”.
Do filósofo Luiz Felipe Pondé, na Folha de São Paulo.

 

Desigualdade
“O STF é o retrato vivo de uma democracia na UTI. Cada ministro, entre outros espantos, conta com a assistência individual de um funcionário (salário de até R$ 12 mil por mês, mais horas extras, chamado ‘capinha’) que lhe puxa a poltrona na hora de se sentar à mesa. Pode uma coisa dessas? Nem a rainha Elizabeth II tem um serviço assim – possivelmente, não existe nada parecido em nenhum outro lugar do mundo. Os ministros acham isso normal, como acham normais seu recente aumento de 16% nos salários diante de uma inflação anual de 4%, seus privilégios materiais, seus dois meses de férias por ano, sua aposentadoria com vencimentos integrais e por aí afora. Isso é simplesmente desigualdade”.
Da lavra do jornalista José Roberto Guzzo, na ‘Veja’.

 

Contato: idgar_dias@hotmail.com
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Chegou a quinta-feira, leitor. Boa jornada e até amanhã, ok?
Sorte e saúde sempre!

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GDIA