Em grande operação, Senad prende o “Pablo Escobar” de Ciudad del Este
10 de setembro de 2018
10 de setembro de 2018

Cartas
Os Corvos aproveitam a edição pós-feriado para a resposta às muitas cartas que foram acumulando desde o início de setembro. Como insistimos em manifestar, várias cartas não serão publicadas devido ao emprego de termos desnecessários e abusados, como palavrões e insinuações aos políticos que permeiam crimes eleitorais. No mais, um bom início de semana a todos!

 

Incêndios
Corvo, andaram metendo fogo em residências em Foz e, ao que tudo indica, em razão de vingança. Mas entrei em contato por outra razão. Bem no dia em que pegou fogo no museu do Rio de Janeiro, estava conversando com meu avô, seu Genésio, e ele foi profético: “Vai acontecer igual no caso da boate do Rio Grande do Sul, vão investigar todos nos museus brasileiros e se darão conta que estão com tudo errado”. E não deu outra, não há museu que escape das falhas contra incêndio, Corvo! E em Foz, como estão os museus da cidade?
Roberto Felipe Hojas

O Corvo responde: Foz do Iguaçu, ao que consta, está fora de correr esse risco, até porque qual museu há na cidade para pegar fogo? Não conta o Museu de Cera, pois ao que sabemos é uma instalação muito moderna e toda capacitada. O Ecomuseu de Itaipu é um exemplo de cumprimento das normas de prevenção, pois isso fez parte da última reforma. Há “museus” particulares, de colecionadores, como o do seu Notato, cujo acervo é de caixinhas de fósforo e tampinhas de garrafas; ele garante que está tudo em ordem.

 

Atentado
Corvo, percebeu que de uns anos para cá há um caso que rouba a atenção das eleições? Em 2014 foi o acidente aéreo com o candidato Eduardo Campos; semana passada esfaquearam o Bolsonaro; o que será mais vai acontecer? E sobre o atentado contra o Jair Bolsonaro, você acredita que foi um complô, como estão insinuando, Corvo?
Magali Friazza

O Corvo responde: o Corvo acredita que foi um ato isolado, de uma pessoa doente. Em todo o caso, a Polícia Federal está investigando e, se houver mais alguém envolvido, certamente saberemos. Vamos lembrar que Eduardo Campos e outras pessoas foram vítimas de uma tragédia aérea não intencional. O histórico de atentados contra presidentes e candidatos, no Brasil, é muito pequeno.

 

Ciro Gomes
Corvo, esse atentado contra o Jair Bolsonaro me lembrou quando tentaram matar o Ciro Gomes em Foz do Iguaçu. Muita gente não deve lembrar, mas alguém pretendia atirar nele quando faria um discurso na terceira pista, tanto que retiraram o candidato de lá e ele nem subiu no palanque.
Nelson G. Barbosa

O Corvo responde: não aconteceu nada disso, prezado leitor, sua versão não condiz com a realidade. Na noite em que haveria um comício naquele local (terceira pista da JK), uma desavença entre duas pessoas — por motivos alheios à política — resultou em um homem baleado. Acontece que o corpo foi arrastado até a frente de uma emissora de TV a cabo onde estava o Ciro Gomes. A discussão teria iniciado num restaurante e, aparentemente, por questões passionais. Por precaução, até que se esclarecesse o caso, Ciro preferiu não se mostrar ao público em Foz. Por um ou dois minutos explicaram as razões de não haver o comício. Mas a encrenca nada teve com política, tampouco foi algo dirigido ao Ciro.

 

E agora?
Prezado Corvo, praticamente tiraram o Bolsonaro da corrida eleitoral. Provavelmente ele não se recupere do atentado, porque a ação do tal Adélio Bispo de Oliveira foi quase letal. Como você acredita que ficará o cenário?
Luiz Fernandes

O Corvo responde: prezado, segundo os médicos do Hospital Israelita Albert Einstein, o Jair Bolsonaro se recupera muito bem e está inclusive caminhando pelo quarto; deve retomar as agendas de campanha, claro, com certas limitações. Sobre o cenário, o que pode haver é uma consolidação dos eleitores em relação ao candidato, vítima de um atentado covarde. Isso poderá beneficiá-lo, complicando a situação para os oponentes. Mas a eleição ainda é indefinida.

 

No Paraguai
Corvo, vi na TV que as lojas do Paraguai haviam congelado o dólar em R$ 4 neste final de semana. Fui até lá, e a moeda norte-americana estava bem alta, muito mais do que anunciaram. Havia muitas lojas fechadas, inclusive.
Martha Jansen

O Corvo responde: prezada, segundo a reportagem, algumas lojas estariam praticando a conversão do dólar abaixo da cotação. Isto é verdade. O intuito é o de atrair os compradores. Este tipo de operação já vinha sendo praticado por vários estabelecimentos; eles lucram menos, mas mantêm o giro, renovando os estoques e segurando a clientela. Mesmo com a moeda norte-americana nas alturas, havia muito movimento em Ciudad del Este.

 

Inadimplência
Puxa vida, Corvo, só faltou chamar os iguaçuenses de caloteiros; que barbaridade! Saiba que eu tenho um mercadinho na Vila Borges e ainda pratico a cobrança via cadernetas. Posso me gabar de nunca ter enviado o nome de um freguês para o SPC, Serasa ou cartório. Tenho lá algumas dúvidas sobre essa grande quantidade de devedores.
Geraldo Mattos

O Corvo responde: prezado, os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e há um total de 66,7 mil inadimplentes, cuja dívida ultrapassa a cifra dos R$ 33 milhões. 3.021 empresas estão cadastradas como devedoras. Uma evidência desta lamentável situação é a correria de muita gente para “limpar o nome”. Segundo uma estatística, um em cada quatro iguaçuenses está com problemas em contrair crédito, o que é muito ruim para o mercado. No mais, o senhor deve ser um bom comerciante, pois atua na modalidade de confiança, no caso a caderneta, um meio de fornecer crédito quase que extinto.

 

A evidência de Juca
O jornalista fará uma palestra amanhã, numa ação entre a ACIFI, Itaipu Binacional, com o apoio da Rádio 97 FM, Sindhotéis, Visit Iguassu, ABIH, prefeitura e, evidentemente, com uma forcinha deste periódico. Juca Kfouri apresentará um tema interessante: “Por que a Copa da Rússia foi melhor que a Copa do Brasil”. O Corvo tem certeza de que não foi pelo fato de a seleção perder de 7 x 1 para algum adversário! A palestra será amanhã, dia 11, às 20 horas, no Hotel Golden Park, e os ingressos são gratuitos. Eles devem ser retirados na ACIFI. Ligue 3521-3300 para mais informações. Este Corvo estará lá!

 

Reparos
Em nome da direção e equipe de redação deste jornal, o Corvo agradece a paciência dos leitores, em razão de não circular nos dias de feriado prolongado. Em ocasiões assim, o parque gráfico, que imprime o jornal, aproveita para colocar a manutenção em dia. Recentemente instalaram um novo equipamento de gravação de chapas, e se pode notar o incremento diante da qualidade de impressão.

 

Fui ao Ítalo
Corvo, fui visitar o novo hipermercado Ítalo no Jardim Petrópolis. É muito bonito, amplo e possui um ótimo estacionamento. Para nós, da região, ficou muito mais cômodo fazer as compras sem precisar ir ao centro da cidade, apesar de o bairro possuir ótimos mercados familiares. Foz está transformando-se na capital do supermercado, disso a população não tem o que se queixar, não acha, Corvo?
Lúcia Lannir Souza

O Corvo responde: independentemente da rede, Foz conta sim com belos endereços na área supermercadista e lojas bem novas, inclusive. O Muffato próximo do batalhão também inaugurou a revitalização; abriu um ponto atacadista magnífico — e iniciativas assim aumentam até mesmo o ânimo dos “concorrentes” nos bairros, mercadinhos pequenos e bem de acordo com o gosto da população em seu entorno. Apesar de frequentar os grandes supermercados, o Corvo adora os mercadinhos!

 

Parque das Aves
Corvo, sensacional a iniciativa educativa do parque, com a possibilidade de entretenimento aliado ao conhecimento. Quero aqui parabenizar os profissionais de lá!
Maristela Gouveia

O Corvo responde: o Parque das Aves acredita na formação do indivíduo ante a natureza; além de preservar com empreendedorismo, a entidade, que é privada, está tornando-se um patrimônio em prol das espécies em extinção. É um endereço obrigatório para quem visita ou faz turismo em Foz.

 

Movimentação
Corvo, estamos a menos de um mês das eleições. As ruas estão tranquilas, não há militância embandeirando a cidade, nem parece que estamos às portas de uma importante eleição. Será que essa frieza vai nos surpreender nas urnas?
Jackeline Figueroa

O Corvo responde: tomara que a frieza ajude os eleitores a escolher bem, quem sabe relembrando um pouco de tudo o que atravessamos nos últimos anos. Ou o cidadão toma uma atitude ou tudo continuará na mesma.

 

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GDIA