6 de setembro de 2018
9 de setembro de 2018

Pausa no sábado
O jornal Gazeta Diário circula hoje no formato de edição especial. Como amanhã é feriado de 7 de setembro, Dia da Independência, não circularemos. Aproveitaremos o feriado prolongado para realizar ajustes em equipamentos na área gráfica. Segunda-feira, dia 10, retomaremos o ritmo normal. Desejamos a todos um bom feriado!

 

Para pensar…
Ao comemorarmos a Independência do Brasil, devemos refletir sobre o futuro, claro, repensando o passado. Quais sonhos vislumbraram os homens que levaram adiante a empreitada de um Brasil livre e soberano? Foram muitos os sonhos, certamente. Nos dias atuais seguimos na mesma luta, de livrar nosso país da tirania; dos tiranos corruptos. Nosso país é assim, de travar uma luta, seguida de outra. Viva o povo brasileiro!

 

Novo Ítalo
Pois então, seu Corvo, Foz está mesmo bem servida em matéria de supermercados. Abrem lojas novas seguidamente. No começo da semana tivemos um Max Atacadista, ontem outra do Ítalo, que, aliás, apresenta novidades; e o local não poderia ser melhor, estava faltando mais opções no Jardim Petrópolis. As instalações ficaram show, com um belo espaço para almoço. E, Corvo, você adiantou que pode haver uma unidade 24 horas, quando isso vai acontecer?

Tadeu Gustavo Brenn

O Corvo responde: prezado, segundo esta ave, que adora supermercados, há um estudo bem avançado de uma rede, que acredita que está na hora de uma opção assim, 24 horas funcionando. Os apontamentos mostram que não será um espaço grande, mas bem seguro e aconchegante. Há até um local em vista. Mas isso é tudo o que este Corvo pode adiantar. É provável que tenhamos novidades em breve.

 

Lojas francas
Então, Corvo, cadê as free shops? Pelo tamanho da ansiedade, parecia que a cidade toda iria transformar-se numa imensa zona franca! E fizeram reuniões, discutiram, algumas pessoas se enfrentaram, falaram pelos cotovelos… e até agora nada. Pelo fuzuê, já deveríamos ter pelo menos umas duas estruturas em funcionamento, não acha?

O Corvo responde: prezado leitor, os projetos estão seguindo o curso dos acontecimentos. Há pelo menos dois grupos atuando com forte propósito de iniciar atividades. A alta do dólar deu uma bagunçada no coreto, mas ao que soubemos isso não intimidou os investidores. As eleições e suas incertezas também contribuíram para uma análise da situação. Investimentos em lojas francas envolvem somas muito altas. Um dos grupos fala em muitos milhões de dólares, com a geração direta de uns 450 postos de trabalho. Enfim, trata-se de iniciativas ousadas e planejadas a seu tempo.

 

Desfile
Pois é, Corvo, amanhã baterei o cartão no desfile, como faço duas vezes ao ano, uma para comemorar o aniversário da cidade e outra a Independência. Vou ver meus filhotes desfilando. E para variar, né Corvo, teremos lá uma porção de candidatos pedindo votos. O que a gente fala pra eles, hein Corvo?

João Pedro Hiroshi

O Corvo responde: no lugar de falar, caro leitor, ouça. É assim que você formará opinião a respeito dos candidatos. Quem sabe, ouvindo, alguém saiba expressar-se para merecer o seu voto. Lembre-se de que, daqui um mês, entregaremos o nosso destino a essas pessoas. Vamos analisar bem os candidatos. Votar certo é a saída.

 

Muitos candidatos
Então, seu Corvo, eu também acreditava que o número de candidatos fosse diminuir, mas parece que será assim, teremos uma porção de nomes nas urnas. É muito ruim para a nossa cidade. E ainda temos outra porção de políticos de fora pescando votos aqui, como fôssemos lambaris na ceva. Que barbaridade, Corvo.

Isabel Fernandes

O Corvo responde: prezada leitora, os dedos que apertam os botões das urnas estão em nossas mãos. São os nossos olhos que analisam a lista de candidatos; ouvimos o que dizem para nos convencer. Embora a quantidade de postulantes, podemos nos organizar e escolher pessoas viáveis.

 

Dona Copel
Prezado senhor Corvo, apesar da crise, faço tudo para manter as contas meio em dia. Não posso dizer que sou um pagador pontual, como já fui, mas nunca deixo os “talhões” acumularem. No máximo pago a luz e água com 15 dias, nunca deixo vencer duas faturas. É uma dureza isso, porque as tarifas só sobem e só posso pagá-las quando recebo a aposentadoria. Pois então veja, terça-feira cortaram a luz lá de casa. Sem avisar, o homem subiu no poste e desligou os fios lá na rede, não no medidor. Estranhei. Fui até a Copel e me disseram que o problema não era atraso, e sim uma “violação do lacre” do medidor e que isso teria ocorrido em março. Fotografei o lacre intacto. E todos os meses tenho recebido as faturas e pago uma por uma. Que violação foi essa? Por precaução pedi um dinheiro emprestado ao meu filho e pague uma fatura vencida dia 28/8. E ligaram a luz? Nada, fiquei 24 horas sem chuveiro, aquecedor e tudo o mais que demanda energia. A patroa não viu a novela. Disseram que violei o lacre, coisa que não fiz, e tive violados os meus direitos de consumidor. Será que precisam ser rígidos assim, Corvo?

NRT (O leitor pediu para não ser identificado.)

O Corvo responde: prezado leitor e consumidor, é assim mesmo: se não pagar, cortam! O estranho é desligarem no poste, o que em geral ocorre depois de alguns meses de atrasos. Mas este Corvo tem recebido muitas reclamações do serviço terceirizado, ou seja, das empresas contratadas pela Copel para a atividade de corte e religação. Os terceirizados, ao que dizem, não possuem o mesmo perfil nem o treinamento adequado para lidar com o público, mas infelizmente cumprem as determinações do órgão. Se o senhor possui provas de que seu medidor não foi violado e se a energia de sua casa foi interrompida de maneira equivocada, procure os seus direitos, vá ao Procon. O Corvo fez contato com a Copel, e disseram que seguem rigidamente as determinações da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Quando o lacre é violado e constatam “religação à revelia”, cobram uma taxa, e ela chega, em geral, na próxima fatura. Guarde o “Registro de Ocorrência e Vistoria” e se defenda. Não há complacência quando o assunto é tarifa pública.

 

Quem paga
Os consumidores não são recompensados, pelo contrário, pagam o pato por tudo o que é irregular e, no fim das contas, incide sobre as tarifas. Há centenas de milhares de ligações clandestinas, e a soma desse consumo indevido é rateada entre os que pagam; isso quem diz são os próprios gestores do sistema. No mais, o brasileiro é escravo da corrupção, do inchaço da máquina pública, o que de certa forma interfere nos serviços, pois as subsidiárias estão nas mãos dos governos; seus diretores são em grande maioria indicados pelos partidos políticos. O Brasil é um curral de injustiças sociais, contra todas as classes.

 

Santa Itaipu
Mais uma vez, a binacional vai quebrar o nosso galho, hein Corvo? Entra e sai ano, e Itaipu segura as pontas. Até quando isso vai acontecer, prezado colunista?

Maurício M. Silvino

O Corvo responde: tomara que isso aconteça ainda por muito tempo. Itaipu está cumprindo sua meta no “desenvolvimento regional”, um dos compromissos desde que foi construída. Há quem garanta que a gigante de concreto continuará promovendo muitas ações nesse sentido. A lista de benfeitorias não é pequena. Itaipu é uma santa mesmo. 

 

Lar dos Velhinhos
É bonito ver a grande quantidade de ações que a cidade está capitaneando para ajudar a entidade. O Corvo não se cansa de reconhecer: o cidadão iguaçuense é muito solidário e preocupado com as instituições.

 

Cortella
Ainda há tempo para se organizar e assistir à palestra do filósofo e pensador Mário Sérgio Cortella. Vale a pena, levando em conta que a renda será totalmente revertida para o Lar dos Velhinhos. O evento acontecerá no Rafain Palace e Convention, dia 10, às 20 horas. O ingresso custa R$ 30. Quem vê uma palestra do Cortella passa a pensar diferente na vida. Ele acrescenta!

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GDIA