Tempo gasto em computadores afeta bem-estar de jovens, diz pesquisa
4 de setembro de 2018
4 de setembro de 2018

 

Destruição
Depois da vida, perder a memória é uma grande tragédia. Incêndios devastam instantaneamente aquilo que conceituamos como “memória”. O Brasil desmemoriou com o sinistro ocorrido no Museu Nacional; tudo o que estava armazenado desde o descobrimento (e períodos anteriores) se foi. O antigo palácio abrigava milhões de peças geológicas, como o meteorito de Bendegó; relíquias arqueológicas, entre elas múmias egípcias e o crânio de Luzia, a mulher mais antiga das Américas; coleções de vasos gregos e etruscos; enfim, cerca de 20 milhões de artefatos se perderam no fogaréu.

 

Queixas
A falta de verbas para a manutenção tem sido a reclamação número 1 dos curadores brasileiros. Museus, com o tempo, tornam-se armazéns de risco, ou seja, possuem acervos de valores incalculáveis, porém a fiação elétrica precária, sem manutenção pela falta de dinheiro. Foi a suposta causa do incêndio que reduziu a pó o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. A lista de museus sob o alerta de risco é algo de tirar o sono.

 

Hortaliças
O que consideramos caro, para muitos paraguaios, é um regalo. É por essas e outras que os vizinhos compram na Ceasa. O Paraguai endureceu nas barreiras sanitárias, e os comerciantes sentiram a fisgada. De outro modo, o governo recém-instalado deve lançar um imenso programa de reestruturação agrícola, incentivando as lavouras de hortaliças e produtos que são “importados” do Brasil. Uma medida assim deve sacudir o mercado e mexer com uma rede de fornecedores bem maior que a Ceasa. Basta circular pela Vila Portes e perceber a quantidade de empresas distribuindo os mesmos alimentos.

 

Custo muito alto
Boa parte dos produtos agrícolas disponibilizados em Foz é oriunda de lavouras bem distantes. Até chegarem à fronteira são incididos pelo transporte e pedágios. E mesmo assim as hortas daqui não conseguem preços competitivos, basta visitá-las e fazer o comparativo. Se o programa agrícola familiar do Marito emplacar, teremos brasileiros indo buscar o pé de alface no Mercado de Abasto, em Presidente Franco.

 

Paraguai em guerra
O novo governo quer bater duro no crime organizado. Vai investir pesado em recompensas, o que em teoria pode encurtar o caminho para se chegar aos líderes de grupos como o EPP. A recompensa é de R$ 3,5 milhões. Há todo um sistema de proteção para garantir o anonimato dos denunciantes. Resta saber se as pessoas denunciarão.

 

Campanhas
Prezado senhor Corvo, tenho visto os programas políticos com atenção redobrada. Segui as suas orientações. Veja, certas exibições me decepcionam, e muito. Não vi muitas mudanças no ambiente eleitoral, se comparado a 2014. No mais, os rostos são praticamente os mesmos. A escolha, ao que parece, será um pouco mais complicada.
Nair Bertollinni Vieira

 

Filhotes
Então, Corvo, você tem razão. O quem tem de filho de político buscando uma boquinha é uma barbaridade! É a geração que nasceu, literalmente, na política; pessoas que foram criadas pensando nesse vocacional. Até isso está roubando o espaço do cidadão.
Valdir Freitas

 

E Foz?
Corvo, embora a grande quantidade de candidatos, e indo contra alguns prognósticos, penso que existem chances sim de Foz eleger deputados, tanto para a Assembleia Legislativa como para a Câmara Federal. Pelo que estou vendo, os eleitores estão concentrando o voto para candidatos que possuem chances. Em meu bairro, pelo menos, há um consenso.
Márcio Rabello

O Corvo responde: prezados leitores e colaboradores, nem tudo está perdido. Apesar da falta de conteúdo dos programas políticos e da repetição dos discursos de pai para filho, alguns nomes começaram a despontar e podem de fato consolidar, ou seja, estão no caminho dos votos. Vamos torcer porque se Foz vencer essa barreira tudo será mais fácil em matéria de reivindicações.

 

Tempo atrapalha
A chuva e o frio são inimigos das campanhas políticas. Até em dia da eleição, quando chove, aumenta a abstenção, isso é um dado. Pois então, a friaca causou o adiamento do “adesivaço” do Nilton Bobato, marcado para a tardinha de domingo, na terceira pista da Av. JK.

 

Cano furado
Corvo, a conta de água veio uma enormidade, e meu filho foi até a Sanepar pedir providências. Segundo descobriram, o vazamento é dentro de casa, mas até agora ninguém veio arrumar a falha. Nos ajude a cobrar, Corvo.
Maria da Costa

O Corvo responde: prezada dona Maria, se está constatado o vazamento do medidor para o lado de dentro, é caso de chamar um encanador — e urgentemente — e não esperar pela Sanepar. A companhia de saneamento faz reparos do medidor para o lado de fora. Dentro de casa é um serviço para encanador ou profissional habilitado em lidar com problemas similares.

 

Fake
Então, Corvo, que existe notícia falsa na internet isso não é novidade. E a gente vê que há uma certa dificuldade em localizar os autores, por isso estão fazendo até campanhas nos veículos formais. Mas há quem distorce os fatos descaradamente e faz isso o tempo todo, com as pessoas sabendo quem é. Por que gente assim continua praticando esse tipo de “desinformação” e não acontece nada com ela?
(O leitor pediu para não ser identificado.)

O Corvo responde: prezado, a Justiça está repleta de casos que envolvem crimes praticados contra a honra de muitas pessoas. Cada um tem o seu julgamento. Quem é difamado, caluniado ou injuriado deve contratar um advogado e mover uma ação contra o praticante do crime, ou quem foi causador da acusação infundada. Levando em conta a gravidade de alguns fatos, as penas têm sido severas ultimamente. Pessoas, inclusive, vão parar na cadeia em razão do que aprontam.

 

Esperneio
Basta este Corvo publicar uma inofensiva notinha sobre a prática do jornalismo infundado e que distorce os fatos por rancor, raiva, inveja, ou pelo puro sensacionalismo, que os atuantes no ramo já se manifestam, esperneiam e brigam na insistência da mentira inventada, teimando que ela é uma verdade. Impressionante isso. Por sorte os leitores sabem bem quem são as pessoas que fazem as notícias de verdade e quem vive da mentira. O Corvo vai fazer um levantamento sobre os processos que há no Fórum, de crimes praticados contra a honra.

 

Feira do Livro
Ontem foi oficializado o lançamento de um dos maiores eventos literários da Região Sul. A Feira do Livro de Foz aos poucos vai firmando-se no calendário nacional. Neste ano, Arnaldo Antunes e a Zezé Motta serão personagens principais.

 

Zezé é de Foz
A grande Zezé Motta é uma das expressões mais marcantes da cultura brasileira e vale lembrar que ajudou Foz do Iguaçu em algumas oportunidades. A mais recente foi na campanha pela escolha das Cataratas como uma das Sete Maravilhas da Natureza, em evento realizado na Fundação Cravo Albin, no Rio de Janeiro. Como Zezé, compareceram várias personalidades que emprestaram o nome para a causa, vitoriosa inclusive. Zezé é uma amiga de Foz!

 

Para todos
E além de escritor, Arnaldo Antunes (como Zezé) é um dos grandes nomes da formação de opinião no Brasil; e idolatrado pelos amantes do rock; fala grosso sobre as questões mais agravantes do momento. A presença dele na Feira do Livro é um regalo.

 

Som alto
Seu Corvo, peço socorro. Todos os dias um piá estaciona o veículo do lado de casa (Polo Centro) e deixa o som num volume insuportável. Já fui lá, reclamei educadamente, ele sai, baixa um pouquinho, mesmo assim não dá para a gente descansar e ver uma novela. Os vidros da casa tremem. Neste final de semana foi uma barbaridade. Daí nos juntamos para dar uma dura, e ele disse que podia deixar o som até as 10h da noite. Corvo, é assim mesmo? O que eu faço?
Maria Aparecida Amâncio

O Corvo responde: não, está errado. Perturbação do silêncio não deve haver em hora alguma do dia ou da noite. O som acima do permitido está sendo duramente fiscalizado pelas autoridades, gera multa e pode causar a condução do indivíduo perturbador. As pessoas que se sentem incomodadas podem denunciar sem medo. Seus nomes serão protegidos. Tire uma foto da placa do veículo, ou anote e faça a denúncia. Se ele for pego em flagrante se complicará.

 

Novos bafômetros
O Foztrans adquiriu novos bafômetros, os quais prometem muito mais eficiência na aferição das condições dos motoristas. Os litros ambulantes que se preparem, porque haverá blitze em vários locais da cidade e, segundo informações, nos horários menos imaginados. Ou iam gastar R$ 26 mil em aparelhos para ficarem guardados em algum armário?

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GDIA