33 moedas

Emoções matutinas
11 de setembro de 2017
Bom dia, leitor!
11 de setembro de 2017

33 moedas

 

Contaram para este Corvo um caso que tem tudo para ganhar mais espaço nos próximos dias. Alguém teria recebido R$ 33 mil para não abrir a boca, ou deixar de comentar uma ação cabeluda. O Corvo não ficaria nem um pouco surpreso com mais isso. O fato curioso e que chamou a atenção é a coincidência numérica com a traição de Judas. Tem gente que vive disso, de ganhar dinheiro para não abrir a boca, fazendo o Judas ao revés. Quem pagou é que estaria espalhando o assunto, como forma de “mangar” com a situação. Que barbaridade.

Os eventos e os saldos
Houve muita coisa em Foz e região neste final de semana prolongado. O mais concorrido foi a Feira Internacional do Livro, que recebeu um bom público em todos os dias. Mesmo assim, houve quem reclamasse do local, mais pela descentralização do que outra coisa. Para este Corvo, o que importa é a opinião geral dos visitantes, e a maioria estava feliz. Tudo indica que, ano que vem, a feira poderá voltar para um dos espaços a serem inaugurados na área central.

As flores
A Ecoflores não foi tão prestigiada como esperavam. Quem foi reclamou das instalações e do que seria uma falta de variedade, diferentemente dos anos anteriores. “Mudaram o fornecedor de plantas e flores, e isso não agradou”, disse alguém que esperava ansiosamente pelo evento.

Não acabou
Muita gente pensa que o evento Ecoflores terminou ontem, no final de semana. Nada disso, os estandes estarão à espera dos compradores até o dia 17 deste mês. Portanto ainda há uma semana para pensar no jardim. O evento ajudará nas obras da entidade Maria Porta do Céu. Vamos colaborar!

Tudo junto
É interessante como certas coisas se espalham como um vírus. Muitas pessoas que visitaram a exposição de flores e também a Feira do Livro consideraram que se os dois eventos ocorressem num mesmo local, ajudariam a se complementar. Será? O iguaçuense tem uma forma diferente de analisar o que ocorre em sua cidade. São propostas ímpares, firmes no calendário, e cada uma merece a sua formatação. Talvez devessem ocorrer em datas diferentes, mas tudo se ajeita e serve de experiência.

A Canja
Lembrando os eventos tradicionais, haverá nesta semana reuniões visando à organização da Canja do Galo Inácio/2018. Como é sabido, a canja ocorre na terça-feira gorda de carnaval, e este acontece no início de fevereiro (13/2). Pode parecer cedo, sem inclusive conhecer os planos da Fundação Cultural para a “Festa de Momo”, mas a organização da canja sempre se antecipa visando a ajudar ao máximo a entidade prestigiada. O Corvo vai acompanhar as reuniões e manterá todos informados.

Seu Virgílio
No início de tarde da sexta-feira passada, entrou pelo acesso funcional do jornal um senhor aparentemente idoso e muito humilde. Como ainda era a hora do almoço, havia poucas pessoas na empresa. “Vim conhecer o seu Corvo e a redação”, disse. Claro, fizeram as honras da casa, e com direito a um cafezinho. Seu Virgílio Pedrosa dos Santos conheceu o acervo de informações, as áreas administrativas, circulação, comercial; foi contemplado com uma lembrancinha e, ao subir à redação (segundo piso), confessou a razão da visita: queria conhecer o “senhor Corvo”. E não havia sequer um corvo para receber e conversar com o leitor. Ele inclusive pediu para não ser fotografado, pois “não se sentia bem frente à máquina de retratos”. Percebendo o interesse do visitante e sua vitalidade ao subir e descer escadas, fazendo perguntas como fosse um aluno de escola básica, quem fez a recepção quis saber quantos anos ele tinha: “89 e ando de ônibus, bicicleta, a pé e ainda trabalho na carpintaria do meu sobrinho”, confessou o leitor do Corvo. Que lindo! Obrigado pela visita, seu Virgílio. Venha sempre, pois o café e os amigos daqui o esperam!

Supermercado sábado à tarde
Senhor Corvo, não se trata de uma crítica, mas meu comentário tem a intenção de apenas melhorar os serviços. Sou um cliente muito assíduo do supermercado Muffato, loja do batalhão. Vou lá quase todos os dias, e se não fosse bom eu não iria, não é? Pois bem, tenho notado que aos sábados, entre 18h e 20h, há um problema de atendimento nos caixas rápidos, pois é nesse horário que o povo vai comprar pão e o que mais falta para o almoço de domingo. Pois bem, sábado passado a fila ia até o setor da lanchonete. Acontece que havia três caixas com pessoas em treinamento, e a fila simplesmente não andava. Não seria o caso treinar as pessoas em horários mais confortáveis? Peço que publique esta nota, Corvo, pois sei que os gerentes leem a sua coluna e darão jeito na situação.
Rafael Feitosa

O Corvo responde: pedido atendido, seu Rafael. Pode acreditar que o Ferrari, gerente da loja, tomará as devidas providências. Mas se o Corvo tivesse um supermercado, treinaria os aprendizes de vez em quando nos horários de pico, pois é quando entenderão as necessidades de um atendimento mais eficiente.

Bênção
Uma pessoa, decerto fraca da cabeça, espalhou em rede social que havia a previsão de um temporal devastador no final de semana, a exemplo do que ocorreu em 2015 e que demoliu o Porto Meira. Houve quem entrasse em desespero em razão do falso alerta. Algumas pessoas ligaram para o Corvo, e ele deu uma de “homem do tempo”, explicando que havia previsão de chuvas apenas para a segunda-feira, hoje, mesmo assim nada muito comprometedor além de um chuvisco. Hoje as previsões do tempo são mais seguras, e vale a pena consultar no lugar de entrar em desespero por causa de fuxicos. Por enquanto, temporais que fazem as coisas voarem estão acontecendo na Flórida e imediações. Graças a Deus, os ventos que sopram por lá ainda não passaram aqui.

Filhos da Pátria
O Corvo viu um episódio disponível na Globo Play. Será uma série muito boa e com o melhor elenco disponível na emissora. Risos do começo ao fim, na comparação entre o passado e o que ocorre nos dias atuais, num país onde a corrupção se instalou bem antes da colonização. Já superfaturavam a exploração do pau-brasil pagando propina ao reino. E acham que será fácil erradicar isso da genética do homem público brasileiro?

Retomada
Seu Corvo, o seu jornal deu manchete sobre a retomada de obras com empresas investigadas na Pecúlio. Isso está tornando-se algo recorrente em nossa cidade. Você acha isso normal, Corvo?
Amarildo Lammer

O Corvo responde: investigado não quer dizer “culpado” nem “condenado”. Há contratos vigentes e que precisam de cumprimento, do contrário vai sobrar até para quem estava longe das confusões do governo anterior. Portanto, o que importa é concluírem as obras. Se o Corvo fosse a Justiça, penalizaria os envolvidos na Pecúlio (caso confirmada a culpa) ordenando a conclusão das obras que deixaram pela metade, e sem ganhar um centavo. E debaixo de auditoria permanente. Isso sim resolveria. Pode parecer uma medida radical, mas ela pelo menos resolveria.

Na catraia
Corvo, bah, que história essa do casal de guerrilheiros que se matou na travessia do Rio Iguaçu?! Eu não sabia desse caso. Acho muito bom o jornal trabalhar essa “memória da fronteira”. Parabéns, Corvo!
Raul Messias

Com os pauzinhos
Para quem aprecia as delícias da cozinha nipônica, há uma ótima oportunidade de aprendê-la. O chef Emerson Assunção vai ensinar a fazer deliciosos sushis e toda a variedade de iguarias made in Japan. As aulas acontecerão no dia 15/9, às 19 horas, no Espaço do Confeiteiro. É um investimento de R$ 250; muito menos que um jantar com amigos em torno de uma “barca”. Interessados podem ligar para 99541-3471. As vagas são limitadas.

Pressão
Contaram para o Corvo que haverá um encontro, ao longo da semana, com nada menos que 12 lideranças políticas. O tema da reunião é a bagunça sobre o lançamento prematuro de candidaturas, pois todo mundo sabe que as eleições só acontecerão no final do ano que vem. Mas desde que o mundo é assim, os políticos agem da mesma maneira, portanto o Corvo acha normal. Mas que sempre é bom conscientizar, isso é. É oportuno que as lideranças levem isso a sério, afinal é o futuro da cidade.

Roubaram o pirulito
Se todos os envolvidos com crimes de corrupção fizerem como os carinhas da JBS, depois de expedidos os mandados de prisão, a coisa vai perder a graça. Eles desmontaram até a audiência dos telejornais da madrugada de hoje.

Sem paciência
Seu Corvo, tá certo que pedestre tem a vez e devemos, antes de tudo, respeitá-lo; agora o que não dá para aturar é a gente obedecer ao bom senso, parar na faixa para esperar o pedrestre passar, e ele ficar tirando sarrinho da gente. Que falta de respeito, Corvo! Isso aconteceu comigo ontem de tarde. Parei, e o cara ficou de gracinha em cima da faixa. O que a gente faz, hein?
Graça Fer Dias

O Corvo responde: não faça absolutamente nada. Você já fez a sua parte. Ignore, leve na esportiva, não enlouqueça em razão disso. Há pessoas educadas como você, cumpridoras dos deveres, e há pessoas como o pedestre em questão. Não esqueça, você também é uma pedestre. Há um pouco de tudo nessa vida para a gente experimentar.