Aeroporto de Foz entra na categoria “coordenado” da ANAC
28 de agosto de 2018
28 de agosto de 2018

Lar, eterno lar
Pois então, Corvo, mais uma vez nos damos com a notícia de que o Lar dos Velhinhos está em situação ruim. Qual é o verdadeiro problema? É falta de apoio comunitário ou a gestão da entidade? É algo que devemos questionar, pois sempre estamos vendo doações, visitas, ações voluntárias, e a cidade parece voltada para o trabalho que fazem lá. Não é raro as emissoras de TV fazerem reportagens alertando para a necessidade de ajuda. Francamente, isso parece que não terá fim.
Juliana Pedroso

 

Outra vez
Corvo, o que acontece com as entidades de Foz do Iguaçu? Será que elas estão recebendo a subvenção? Quem trata de velhinhos, crianças, incapazes… merece uma atenção, pois do contrário sobra para a sociedade. Não foi uma vez que colaborei com campanhas para ajudar lares de idosos e acolhimento de crianças, mas vira e mexe tudo volta ao normal, ou seja, para a crise. Até quando vamos conviver com esse tipo de problema? É triste, muito triste!
Cristina J. V. Villavencca

 

Muita gente
Corvo, o problema do Lar dos Velhinhos é o salário? Se estão dois meses atrasados e a dívida é de R$ 1 milhão, quer dizer que a folha é muito alta, não é? Pelo menos é a leitura que eu faço. Mas pelo visto também não mantêm a documentação em dia. Qual é a realidade, Corvo? Estou achando tudo isso muito estranho.
Judite Barbosa

O Corvo responde: prezadas leitoras e leitores, a situação é um tanto complexa. As entidades precisam prestar contas a cada bimestre, e no início do ano foi constatado o uso indevido do dinheiro público, ou seja, teriam realizado pagamentos em desacordo com o convênio. Há aí um evidente problema de gestão; a prefeitura aumentou o subsídio (R$ 60 mil ao mês), mas sem a documentação em dia as coisas se complicaram para valer. Se a prefeitura fizer os repasses em condições assim, o prefeito responderá a uma ação de improbidade. O Lar dos Velhinhos, como qualquer outra entidade, precisa de mantimentos dos mais diversos, os quais vão desde itens para o conforto dos acolhidos aos medicamentos. No inverno, então, a atenção é redobrada. Boa parte das subvenções é dedicada aos pagamentos dos colaboradores, mas precisam também custear alimentos e tudo o mais; sem a subvenção, as doações não atendem aos suprimentos e menos ainda cobrem a folha de pagamento dos 38 funcionários. A entidade precisa recolher os encargos trabalhistas e certamente, em razão disso, há problemas com certidões, logo esse tipo de inadimplência impede o aporte dos órgãos públicos. E assim a bola de neve vai aumentando. Documentação em dia é tudo para a sobrevivência de uma entidade na filantropia.

 

“Rapidão”
Corvo, nem dá para acreditar a rapidez com a qual levantaram aquela estrutura da nova unidade do Grupo Muffato, na entrada da cidade. Outro dia mesmo era uma armação de ferro, agora a área se transformou numa imponente estrutura. No mais, Corvo, parece que a loja empregará muita gente, não é verdade? E outra coisa, Foz é a capital dos supermercados, será que cabem tantos assim?
Paulo Dias

O Corvo responde: segundo noticiamos, o Max é um empreendimento no ramo atacadista e deve gerar 400 empregos. De fato, a construção foi rápida, mas isso se deve ao projeto e planejamento da obra. O grupo possui um ponto atacadista na Vila Portes, mas a nova iniciativa contará com um imenso estacionamento, o que deverá atrair a clientela. Há uma boa demanda na área supermercadista em Foz, tanto que, segundo informações, existem mais investimentos em curso. Contaram para o Corvo que uma rede está seriamente pensando na instalação de uma loja 24 horas.

 

Lançamentos
Corvo, no começo eu estava meio ressabiado com o meio político, tanto que pesava seriamente em decidir sobre votar ou não no dia da eleição, como aliás já fiz em outras oportunidades. Mas daí olhei para os problemas da nossa cidade e concluí que muita coisa foi causada pela falta de uma boa escolha por parte da população. A culpa é toda nossa, quando acreditamos em alguém que não vale nada e acaba nos decepcionando. É uma tristeza ver o desperdício do tempo e, pior, do dinheiro do povo. Mas de uns dias para cá, tenho acompanhado o lançamento de algumas candidaturas e vejo que elas possuem peso político, porque cada uma agrega forças vivas da cidade. É assim que sabem quem são os políticos de peso e com chances de eleição. Essa movimentação me fez pensar um pouco mais e, desta vez, quero “votar certo”.
Laércio Miranda

 

Os deputados
Prezado Corvo, faz bastante tempo que estou pensando em lhe escrever. O senhor e outras pessoas vivem escrevendo que, com tantos candidatos, os votos serão pulverizados, divididos. Mas será que podemos subestimar a capacidade dos eleitores? Será que as pessoas não amadureceram um pouco para esse tipo de problema? Afinal isso é corriqueiro em Foz. Será que o eleitor dará bola para nomes de gente oportunista? São tantos “serás”, né Corvo? Mas uma coisa é certa, tenho visto muitas pessoas conversando e pode haver novidade. As pessoas estão analisando bem, e dos quase 30 candidatos a deputado no máximo seis possuem chances verdadeiras de eleição e de nos representar.
Luciano Dal’Pozzo

 

Como decidir?
Corvo, a Justiça faz publicidades educativas, os candidatos fazem as suas campanhas. Sabemos dos problemas da cidade; conhecemos o nosso passado recente; temos um prognóstico do que aconteceu em outras eleições; sendo assim, com essa bagagem, é um dever de cada cidadão consciente, ou o que vocês consideram “formadores de opinião”, ajudar os eleitores a seguir um caminho mais seguro com relação à escolha dos candidatos, sem se deixarem enrolar pelos oportunistas e mentirosos. Corvo, não é tão difícil diferenciar os mocinhos dos bandidos, ou as pessoas com boas intenções das oportunistas. Você bem que poderia dar uma mãozinha, não é passarinho?
Mauro Pastori

O Corvo responde: tomara que a maioria dos eleitores pense como os nossos colaboradores, pensando mais e com o foco nas candidaturas que de fato podem mudar o nosso destino, ou melhorá-lo, por meio da representatividade. Se com tantas candidaturas Foz conseguir eleger deputados, será sim um sinal de amadurecimento. Infelizmente o Corvo não pode sugerir nem pedir voto para candidatos, mas clamar pelo “voto certo”, isso sim. “Votar certo” quer dizer: não votar em picareta, oportunista, em gente que entra em eleição para esculhambar o processo.

 

Piolla faz palestra
O secretário de Turismo, entre outras secretarias, Gilmar Piolla, foi convidado a falar para o segmento internacional do turismo. E aqui entre nós, ele tem muito o que falar, porque Foz é dividida em dois períodos: o antes e o depois do Piolla. E os números não mentem. Podem acrescentar algumas centenas de milhares de turistas e visitantes depois da chegada do bambino.

 

 

 

 

 

 

Compliance
Um “novo ambiente de negócios” é o tema da palestra de Willian Júlio de Oliveira, um profissional com consistente bagagem para falar do conjunto de disciplinas que façam valer as normas legais e regulamentares; políticas e diretrizes estabelecidas nos negócios, de uma maneira que a instituição ou empresa detecte desvios ou inconformidades. Pelo que o Corvo pesquisou, compliance é isso. Veja o anúncio publicado nesta coluna.

 

Share

GDIA