Governo chinês vai promover em Foz do Iguaçu o Festival da Lua Cheia
3 de agosto de 2018
3 de agosto de 2018

Golpe do amor
O chamado “golpe do amor” voltou a ser aplicado em diversas cidades do país. Por meio dele, as vítimas recebem instruções para realizar depósitos bancários em troca de valores e bens supostamente retidos em alfândegas. Os golpistas criam perfis falsos nas redes sociais, geralmente passando-se por estrangeiros em boas condições financeiras e com empregos prestigiados e estáveis para atrair as vítimas.

 

Proposta de casamento
Após envolverem emocionalmente a vítima, declaram-se apaixonados e manifestam intenção de casamento com o envio de volumes contendo presentes diversos, como óculos, bolsas, celulares, anéis de ouro para o “noivado”, dinheiro em espécie ou documentos do exterior por remessa expressa ou postal ou por meio de um viajante.

 

O golpe
Após o suposto envio dos presentes, o golpista geralmente alega que os bens foram retidos pela alfândega e que há necessidade de um depósito em conta de determinado “agente” para que haja a sua liberação. Em regra, é fornecida uma
conta-corrente de pessoa física para o depósito. Se a vítima deposita o valor solicitado, a quadrilha faz nova exigência alegando outro empecilho para a liberação da remessa ou da bagagem, e assim sucessivamente.

 

RF alerta
A Receita Federal adverte que não exige qualquer pagamento em espécie ou por meio de depósito em conta-corrente. Todos os tributos aduaneiros administrados pelo órgão somente são recolhidos por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF).

 

Posse de Marito
Segundo a imprensa paraguaia, o novo presidente Mario Abdo Benítez vai utilizar o velho conversível de Alfredo Stroessner para transportá-lo do Palácio do Governo à catedral. Outros ex-presidentes fizeram a mesma coisa, não se preocupando que isso lembre o desastrado governo do ditador. Tomara que quebre no caminho.

 

Laranja de crime
A 1ª Promotoria de Justiça de Proteção ao Patrimônio Público de Curitiba ajuizou uma ação civil pública contra o deputado Gilberto Ribeiro (PP) e dois de seus assessores, por atos de improbidade administrativa. Os três estão envolvidos em um acordo para livrar o deputado de um crime de trânsito e assim evitar desgaste na imagem do político.

 

Deputado mamado
Nos boletins de ocorrência, havia testemunhos de que o deputado apresentava sinais evidentes de embriaguez. O crime de trânsito poderia render-
-lhe a perda do mandato. Na época ele chegou a ser afastado da função de apresentador em uma emissora de TV.

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GDIA