27 de junho de 2018
27 de junho de 2018

Olá, caro leitor. Bom dia!

‘Carpe diem!’
– Hoje, quarta-feira, dia 27 de junho, comemora-se o ‘Dia Nacional do Progresso’;
– Também hoje se comemora o ‘Dia do Quadrilheiro Junino’ (nada de alusões, ok?);
– Os católicos comemoram hoje o ‘Dia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro’.

 

Meu Brasil Brasileiro
‘O Brasil deixou de ser oficialmente uma monarquia no dia 15 de novembro de 1889, quando um grupo de militares destituiu o imperador Pedro II para instituir um Governo Provisório liderado pelo Marechal Deodoro da Fonseca. Curiosamente, o homem escolhido por seus pares de farda e espada para chefiar o golpe de Estado e assumir a presidência era monarquista.
(…) E embora o Brasil seja desde então uma República Federativa, na prática, a estrutura de poder criada no período colonial e consolidada durante o império se manteve. Uma vez republicano, o País nunca se empenhou em abolir privilégios monárquicos. A lei, que deveria ser aplicada a todos, costuma ser interpretada de acordo com os interesses particulares de certos grupo’ (IstoÉ).

 

Meu Brasil Brasileiro (2)
O Brasil deixou a monarquia, mas não a corte. E se antes a monarquia tinha como sede a cidade do Rio de Janeiro, hoje ela tem Brasília – o que dispensa maiores explicações. E exemplos de privilégios monárquicos estão por todos os lados: ‘Uma decisão tomada há quatro anos pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, já custou mais de R$ 4 bilhões aos cofres públicos sem que a controvérsia em torno da legalidade da medida fosse solucionada pela corte. Desde então, até profissionais com casa própria e que residem na mesma cidade em que trabalham ganharam direito a um adicional de R$ 4.377 mensais, livre de tributos e do teto imposto pela Constituição aos vencimentos dos servidores – atualmente, o salário dos ministros do Supremo, R$ 33.700’ (Editorial da Folha de São Paulo).

 

As malas e a OAB
‘A Ordem dos Advogados do Brasil – OAB protocolou no TRF-5 (Recife) um novo recurso contra a cobrança do despacho de bagagens pelas empresas aéreas. A petição é assinada pelo presidente da entidade, Cláudio Lamachia. No documento, Lamachia afirma que a expectativa de redução do valor do bilhete não se concretizou e que o desconforto aos usuários aumentou’ (Poder360).
É a segunda vez que a OAB move ação contra a cobrança; a primeira vez foi no ano passado, mas a Justiça Federal negou.

 

As malas e a OAB (2)
Nota do Claudio Humberto a respeito do mesmo assunto dá conta de que “o presidente da Câmara não põe para votar o projeto que revoga a cobrança abusiva de malas alegando que é preciso, antes, ‘acabar com o duopólio’. Há muito tempo usando jatinhos da FAB, Rodrigo Maia (DEM-RJ) não percebeu que o Brasil tem quatro empresas na aviação comercial, hoje”.
É bem verdade que grande parte dos custos das empresas aéreas é em dólares (peças e manutenção de aeronaves, leasing, etc.) e há ainda a questão do querosene de aviação, como sabemos. Mas esses valores sempre foram repassados, só que agora com o valor das bagagens junto! Pode isso, Arnaldo..?

 

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Olha a quarta-feira aí, leitor! Hoje tem jogo da seleção na Copa e vamos vencer, né?
Sorte e saúde sempre a todos!

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GDIA