25 de junho de 2018
25 de junho de 2018

Audiência pública
Hoje, na Câmara, discutem-se as lojas francas. O tema promete bom público, pois ainda há muitas dúvidas sobre esta novidade que está mexendo com a cidade. Falarão conhecedores sobre o tema e também a palavra estará livre aos que desejarem manifestar-se. Pode ser que alguém ocupe a tribuna para gastar o tempo, falando besteira ou tentando jogar a sardinha na própria brasa. Até aí é normal, porque expressar a opinião é constitucional.

 

Os patrícios
Pelo visto os comerciantes estão rachados. Havia um discurso isolado sobre as lojas francas no centro da cidade, mas a turma do Jupira também reivindica free shops no local. Hoje, praticamente, muitas localidades manifestarão esse interesse.

 

Bobagens
Algo que está intrigando muitas pessoas sobre as lojas francas é o festival de asneiras proferidas em nome do oportunismo. Foi o que confidenciaram ao Corvo no final da tarde de sexta-feira. Dizem que o pau comeu nos bastidores. Enquanto isso, os grandes investidores estão de boca bem fechada, pois sabem o quanto é importante mais ouvir do que falar. Há gente de peso analisando a possibilidade de investir pesado em Foz. Não devemos esquecer que lojas francas caem como uma luva para uma cidade como Foz do Iguaçu, com imenso potencial turístico.

 

Realidade
O Corvo recomenda a leitura de uma matéria publicada na edição de hoje, assinada pelo jornalista Ronildo Pimentel. Ele faz um balanço sobre a diferença de preços dos produtos que serão vendidos nas lojas francas.

 

Conselho de Ética
Arquivar o processo do Dr. Brito, pelo fato de ter sido preso, pode render uma grande dor de cabeça para os vereadores que compõem o Conselho de Ética. Isso é fruto de uma ação popular, mas pode haver um equívoco de interpretação da lei. Foi o que sustentou o presidente do conselho, Márcio Rosa, pois segundo ele a Lei da Ficha Limpa muda todo o cenário. Os advogados que amparam a ação popular estariam, segundo Márcio, baseados num artigo de 1994, e muita coisa mudou de lá para cá. Em todo o caso, o tema merece atenção.

 

Nada errado
A ação pública movida por um cidadão é um exemplo de como a sociedade está mais atenta aos atos públicos. E esse “observatório” deve engrossar daqui em diante. Sobre o caso do Dr. Brito, os vereadores entenderam que economizariam tempo e dinheiro do contribuinte arquivando o caso, mas na visão de quem pede o afastamento deles houve uma espécie de prevaricação, possibilitando em algum momento o retorno do
ex-vereador à vida pública.

 

Edital
Dona Cida não brinca em serviço. A governadora assinou a ordem de serviço e agora lança o edital para a construção do viaduto da Avenida Costa e Silva. Mais um ponto para ela! Mas sobre o viaduto, uma obra que é muito cobrada pela população, há quem sustente que ele enfrentará um gargalo num futuro bem próximo. Segundo a opinião de um urbanista (que pediu para não publicarmos o seu nome), a Costa e Silva precisará sofrer modificações, inclusive no trevo com a Avenida Paraná.

 

Não é só viaduto
Um viaduto apenas não resolverá o problema, pois existe uma gama de obras periféricas que são necessárias, do contrário o sufoco continuará. O encontro entre a Costa e Silva e a Paraná já é um sufoco nos dias atuais. É uma preocupação que tem fundamento.

 

Sósia
Cida Borghetti anda deslocando-se com uma velocidade supersônica. Da mesma maneira com a qual está presente em Foz, tem aparecido em outras cidades paranaenses. Há quem acredite que ela possua uma sósia para facilitar a tarefa.

 

Louros
A 13ª edição do Festival das Cataratas foi muito comemorada pelos setores envolvidos no turismo. Impressionante a quantidade de temas abordados e de autoridades participando do evento em tão curto tempo. Organização nota 10!

 

Leishmaniose canina
A doença se tornou mesmo uma praga em Foz do Iguaçu. É o que garantem os veterinários. O custo do tratamento dos cães afetados é muito alto, e muita gente prefere pagar uma eutanásia a ver o bicho sofrer. O tratamento com os medicamentos recomendados vai de R$ 1.500 a R$ 3.200. A eutanásia é bem mais barata. Que judiação!

 

Sofrimento
Os cães afetados apresentam os sintomas cedo ou tarde. As unhas crescem, fezes são moles, o animal emagrece, seus pelos caem e estouram feridas pelo corpo. É triste de ver. Mas há uma solução paliativa para quem não quer sacrificar o animal, que é tratá-lo com um medicamento conhecido como Alopurinol. O remédio segura a onda. Segundo a opinião de um médico veterinário, ele precisa ser administrado todos os dias. Isso prolonga a vida do animal, mas não o cura da leishmaniose. A doença, por enquanto, é quase letal.

 

Sinal digital
Na verdade, o sinal analógico, aquele que é transmitido pelas emissoras de televisão convencionalmente, vai acabar em novembro em todo o país. Emissoras que não entrarem para a era digital ficarão fora do ar, e o telespectador que não se coçar também não terá acesso à programação. Isso vale para todos os canais, mas a RPC bate duro na tecla, porque insistir na mudança e na adaptação dos aparelhos antigos é uma forma de garantir o retorno aos anunciantes.

 

Sinal da RPC
E o Corvo, como milhões de brasileiros, vê a Copa do Mundo pela Globo. Uma das chamadas sobre o sinal digital, da RPC, mostra dois torcedores em apuros, pelo fato de o sinal da transmissão ter caído. É uma peça cômica, mas muita gente rezou para isso acontecer lá pelos 37 minutos do segundo tempo entre Brasil e Costa Rica.

 

O Corvo e a Copa
O Brasil é o primeiro do grupo? Impressionante, muita gente não acredita, mas com essa campanha apertada a seleção brasileira ainda conseguiu a façanha de se manter na primeira posição do grupo. Um empate com a Sérvia garante a classificação. Tomara que entre em campo para buscar uma vitória. Nada de empate, seu Tite, por favor!

 

Choro do Neymar
Pelé chorou um monte em campo; e foi aos berros, tanto que precisou ser amparado pelos colegas. Só que isso aconteceu ao vencerem a Copa de 58. Neymar chorou pela pressão; pelo fato de ter conseguido vencer a Costa Rica, imagina? Daí inventaram essa conversa de superação, de ter ficado três meses sem jogar e coisa e tal. A emoção do Neymar não contagiou muita gente.

 

Galvão, puxa-saco
“Tite deu um tapa na mesa e disse: ‘Eu vim aqui pra ganhar’.” Foi o que o locutor repetiu várias vezes e com certa insistência até. Inventou essa. Quando que um treinador como o Tite, com uma média tão grande de acertos, iria viajar com uma seleção para a Rússia para perder? Nunquinha!

 

Entusiasmo
O Corvo escreve sobre o futebol porque é o que as pessoas estão discutindo, embora a falta de entusiasmo na Copa. Numa saída pela cidade, na semana passada e em dia de jogo da seleção, só havia um vendedor de bandeiras e lembrancinhas da Copa, no semáforo da Avenida JK com a Carlos Gomes. E era um paraguaio, ainda por cima. Os donos de lojas especializadas em materiais esportivos, e até o povo da feirinha da Rebouças, garantem que nunca a procura pelas camisas do Brasil e demais adereços foi tão fraca.

 

O time é ruim?
Não. Provavelmente, em termos de jogadores, os brasileiros formam a melhor equipe da Copa. O problema é aquilo que o Corvo já escreveu: falta encontrar solução para as jogadas. Se o time brasileiro jogar daqui para a frente, como atuou nos acréscimos da última partida, pode ser que avance com mais segurança. Mas por enquanto a bola está bem pequena.

 

E os jogos?
Este Corvo não vai comentar em detalhes os jogos do final de semana, porque passou o sábado e parte do domingo na estrada. Mas num retrospecto geral, na visão do Corvo, foi assim: a Bélgica mostrou a superioridade e vai incomodar nas oitavas; no mesmo grupo (G), no domingo, a Inglaterra fez um jogo do tipo “vira em cinco, acaba em dez”; no Grupo F, a Alemanha faz uma campanha sofrida — os alemães estão sentindo-se brasileiros; o México parece que deu uma arrumada na casa. Agora, Japão e Senegal (Grupo H) fizeram uma partida impecável. Uma das melhores da Copa. Empataram porque estão parelhos. Polônia e Colômbia também foi um bom jogo. Nesta semana metade das equipes pega o caminho de volta. A partida do dia que promete é Uruguai x Rússia.

 

Parabéns, Panorama!
O Corvo lembra quando a Panorama era um depósito de materiais de construção na Avenida República Argentina, no mesmo local onde há uma unidade do grupo nos dias atuais. Na época, havia comércios enormes no mesmo segmento, mas foi a Panorama quem venceu o tempo, inovando, acreditando, crescendo. Aqui vai meu abraço aos diretores, colaboradores, e a todos que construíram certamente a maior empresa iguaçuense em atividade. Se o assunto é o progresso, o segredo é o conjunto. Paulo Pulcinelli Filho é um homem que entende disso. Felizes próximos 25, 30, 60… anos.

 

 

 

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GDIA