Feira de Turismo e Negócios do Festival das Cataratas  agrada os participantes
22 de junho de 2018
22 de junho de 2018

Que venha o inverno
Pois é, seu Corvo, a estação fria chegou ontem, e estão dizendo que o pior já passou. Em casa tem um ipê-roxo que já floriu e despejou as flores e folhas. Vejo as plantas meio temporãs de uns anos pra cá. Mas um friozinho é bom. Tomara que a temperatura caia um pouco pra gente curtir, porque o calor de Foz ninguém merece!
Dália Mercedes

O Corvo responde: prezada, vivemos as quatro temporadas, o caso é que Foz só parece ter uma: o verão. Sempre fez mais calor do que frio. O iguaçuense está acostumado. O problema é que no inverno engordamos mais. O Corvo já está parecendo uma galinha poedeira; o corpo cobra mais proteínas. Malhar no inverno é uma maneira de manter a forma e espantar o friozinho de Foz. Os especialistas defendem que teremos um inverno regular, quer dizer, nem tão frio, nem tão quente quanto no ano passado.

 

Investimentos à vista!
O Corvo não pode entrar em muitos detalhes, mas recebemos de primeira mão que um importante grupo de investidores está em Foz do Iguaçu para carimbar uma iniciativa das boas! Amanhã o Corvo retorna com o assunto!

 

Dona Gleisi
E não é que ela se safou, seu Corvo? Engraçado isso né, no processo dela e do Paulo Bernardo, que são paranaenses, o relator é um ministro paranaense também. Se fosse alguém de outro estado, o resultado não seria o mesmo, aposto. E ela vem com tudo nas eleições. Dizem que ela será a candidata do PT para a Presidência. Pensa que vai fazer sucesso na sombra do Lula.
Maria da Glória

O Corvo responde: o ministro Edson Fachin é um homem sério, muito respeitado. Por ser um jurista, sua decisão deve ter muito respaldo e estudo; ela é bastante técnica. Não devemos generalizar nas questões que envolvem políticos petistas. Uns são condenados; outros, absolvidos. Sobre as eleições, Gleisi, hoje a presidente do PT, se estiver com a ficha limpa, deve sim buscar uma vaga. Contaram para o Corvo que ela quer mesmo é ser deputada federal. Gleisi vai fazer tudo para não ficar sem um mandato. Dificilmente se elegerá para presidente, mas poderá entrar na Câmara Federal e lá continuará mandando o seu recado xiita.

 

O governo Chico
Corvo, tenho lido o seu jornal; vou buscar no vizinho (hehehehehe), e queria destacar algo: eu não votei no Chico Brasileiro nunca, nem para deputado. Mas confesso que mandei minha mulher amarrar umas giletes na ponta de um barbante e pratico uma espécie de autoflagelo quando lembro que preferi o Reni ao Chico, porque ele era comunista. Hoje eu vejo o tamanho da c***** que eu fiz. Mas boa parte dos iguaçuenses também fez. Não errei sozinho. Mas veja, o Chico está aos poucos ganhando a nossa confiança, porque pelo menos trabalha e tenta vencer o tempo. Deus ajude esse nosso prefeito, porque se der certo tudo o que está nos prometendo, vamos sair desse buraco deixado pelas outras administrações. Espero que não entenda esse meu texto como um exercício de puxa-saquismo, mas escrevo com o coração. Vai Chico, destrava essa cidade!
Oswaldo Dario Horn

O Corvo responde: este Corvo é um crítico do governo municipal, estadual e federal, mas faz uma crítica com justiça, baseado na cobrança dos cidadãos. É preciso conhecer o terreno e saber das dificuldades. Criticar, simplesmente, é fácil, porém cobrar com eficiência e qualidade é um pouco mais complicado. Chico Brasileiro é o prefeito de uma das cidades mais importantes abaixo da linha do Equador, um dos polos de maior atenção de todo o planeta. Ele sabe que o desafio não é pequeno. Ser prefeito de Foz causa situações extremas na vida de um político: ou ele se tornará reconhecido ou reduzido a pó. Sendo assim, o nosso possui todo um projeto político e está esforçando-se para não ficar na poeira.

 

ICMS de Foz
A cidade recolhe mais que Maringá e Ponta Grossa; estão aí motivos de sobra para reverterem isso em obras. Foz merece muito mais que a duplicação da BR-469 e o viaduto. Dona Cida, a senhora sabe disso e, mesmo em reta de campanha, ainda dá para dar uma força em vários segmentos. Foz agradece!

 

Batendo o cartão
Não faz muito tempo este Corvo escreveu que a governadora visitava Foz pelo menos uma vez por semana. Mas fomos corrigidos. Houve ocasião em que Cida Borghetti chegou a fazer três visitas à cidade no espaço de sete dias. Poderia transferir de vez a sede do governo, seria uma maneira de economizar gasolina do jatinho.

 

Multidão
Muita gente ficou impressionada com a quantidade de pessoas que foram defender uma vaga de trabalho na nova unidade do Grupo Muffato. Mas tem sido assim em todos os locais onde anunciam a necessidade de mão de obra. O detalhe é que na multidão disputando vagas no supermercado havia uma quantidade considerável de pessoas empregadas, decerto insatisfeitas com as atuais ocupações. Um patrão viu, não gostou e passou a fita pro Corvo. Mas, seu patrão, todo mundo tem o direito de prosperar. Às vezes é melhor empacotar compras no supermercado, que é uma atividade muito digna, do que ser gerente em determinadas arapucas disfarçadas de negócios.

 

O Corvo e esta Copa
Corvo, saiba que eu gosto muito dos seus comentários, porque eles possuem uma ótica original, sem muito blablablá. Você escreve o que a gente vê e fala. Vejo uma Copa meio esvaziada sim, sem aquela “corrente pra frente” como era antes. Mas isso é fruto de tudo o que o país vem atravessando, do desânimo do cidadão, que não quer mais ser aquele torcedor brioso. É uma pena. A ladroagem esmoreceu alguns valores preciosos da personalidade do brasileiro.
João Roberto Veiga

O Corvo responde: recebemos cartas todos os dias para esta coluna, e este Corvo pode afirmar que esta comunicação, seu João Veiga, foi uma das mais bem colocadas, expressando um sentimento geral. Está certíssimo em sua observação social.

 

Neymar & Cia.
Enquanto você, querido leitor, está vendo o Gazeta Diário, muito provavelmente a partida entre Brasil e Costa Rica já tenha começado. O Corvo aproveita para lhe enviar os mais sinceros presságios de uma boa torcida em favor dos nossos canarinhos milionários. Tomara que eles consigam nos transmitir um pouco de alegria nesta sexta-feira invernal, de maneira que ela não se torne “infernal”. Sexta-feira, com derrota da seleção ou jogo ruim, ninguém merece! Vai, Tite, não estrague o nosso fim de semana, por favor.

 

Dinamarca e Austrália
A “Dinamáquina” está bem azeitada, mas não conseguiu passar pela Austrália. Terá de decidir na última partida da fase, e o último jogo é com a França, ou seja, pauleira pura. Vai depender do resultado dos adversários. Se passar para a segunda fase, pode ir em frente e surpreender. Já a Austrália, na visão do Corvo, é um daqueles times sem tempero, com o futebol fechado na defesa e meio de campo. É um pouco sem sal e açúcar. É um trambolho na vida dos adversários.

 

França e Peru
Os franceses são nossos rivais, mas respeitamos de cabeça em pé. Agora, este Corvo, pessoalmente, jamais esquecerá o papelão que a seleção peruana aprontou com o Brasil em 1978 na Argentina. Imagina um time que ganhou todas as partidas de uma Copa do Mundo, como foi o caso do Brasil, e no fim acabou eliminado porque os peruanos se venderam para os argentinos levantarem o caneco em casa? Foi bem isso que aconteceu. Sendo assim, o Corvo foi França desde os tempos do ninho!

 

Argentina e Croácia
É impossível torcer para a Argentina. Este Corvo até tentou, fez uma força danada, mas não deu. Em alguns momentos até se pensou nessa possibilidade, mas começou a escorrer um suor, as mãos passaram a tremer, daí a cura foi torcer freneticamente para a Croácia, que passeou em campo. Argentina está complicadinha.

 

Apostas
Este Corvo está com os pés na estrada, por isso vai ficar devendo na análise, mas é uma “barbaridade” para esta ave ficar fora de um assunto dessa natureza. Copa é assunto para todos os momentos, embora os jogos estejam meio parelhos. Brasil, Alemanha, França e Argentina pontuavam os primeiros lugares nas bolsas eletrônicas de apostas.

 

Estrangeiros
Quase todas as equipes possuem jogadores de vários países. Portugal, por exemplo, é uma seleção multinacional. O Brasil é uma das únicas seleções em que todos os integrantes nasceram no país. Bom, há brasileiros jogando em outras equipes, inclusive, como é o caso do escrete russo.

 

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GDIA