19 de junho de 2018
19 de junho de 2018

Seleção e a política
A final, há relação entre a Seleção Brasileira e a política? Investiguemos esta questão. Para se classificar para a Copa do Mundo as seleções trilham um longo caminho. Aqui no Brasil, depois do fracasso da copa passada, em nossa casa, algo contundente teria que ser feito. Dunga foi escalado para esta missão, mas assim como tivemos na política a queda da ex-presidente da República Dilma Rousseff, o mesmo foi afastado. Ambos foram penalizados pelo fraco desempenho em suas gestões. As semelhanças iniciais param por aí, afinal, não é possível pensar em comparar a capacidade e competência do Tite, substituto de Dunga, com que representa o sucessor de Dilma, Michel Temer. Anos luz os separam do ponto de vista de saber conduzir equipes para o sucesso. (Foto: Getty Images)

 

Tite e Temer
Conforme opinou o jornalista Reinaldo Cafeu, em vez de fazer como Tite, se mostrar independente da roubalheira identificada na CBF, Temer foi incapaz de se colocar como um agente político transformador. Tite não perdeu a chance de mexer estruturalmente na Seleção Brasileira, Temer sim. Certamente, mesmo com o empate contra a Suiça na estreia da Copa, vibraremos com a seleção, podemos até nos decepcionar com eventual desclassificação, mas não há dúvida do legado que será deixado por Tite, já Temer não deixará saudades e, o que é pior, nenhum legado que permita projetar que os atuais postulantes a sua sucessão darão andamento ao que foi construído.

 

Mudar o quadro
Enfim, políticos brasileiros, se querem bons resultados sejam sábios e aprendam com o treinador da seleção, o Tite: liderança, equipe de alta performance, metas claras e objetivas, motivação, comprometimento e acima de tudo ética e honestidade. Pelo quadro atual, a única correlação entre a Seleção Brasileira com a política e a economia é que estas últimas tornam a vida dos brasileiros cada vez mais difícil. Em ano de eleições, precisamos mudar este quadro.

 

Típica caricatura

Milhões de brasileiros estão torcendo como loucos durante a Copa do Mundo, mas nem todos pelo Brasil. Com as tensões em alta devido aos custos do evento que durará um mês, alguns estão demonstrando a sua revolta dizendo que não torcem para a seleção brasileira, talvez o símbolo de maior destaque do país na arena internacional. Nunca antes a Copa provocou estes sentimentos de ódio entre os brasileiros. Tem gente que ama futebol, ama o Brasil, mas está torcendo contra a seleção como nunca fez antes. Esse coro contra o Brasil é um enorme contraste com a típica caricatura do torcedor de rosto pintado de verde e amarelo, cantando e gritando pela sua seleção ao som de tambores de escola de samba.

 

Frase Bíblica:

“Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio”.

*Timóteo 1:7

 

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